Questões de Concurso
Sobre fisioterapia respiratória em fisioterapia
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I. Instabilidade hemodinâmica. II. Hemoptise ativa. III. Tuberculose pulmonar não tratada ativa. IV. Fístula traqueoesofágica.
( ) No indivíduo ventilando espontaneamente, a pressão da superfície corporal e na abertura das vias aéreas (boca) é igual à atmosférica.
( ) Na ventilação espontânea, sem a presença de situações patológicas, 30% da resistência das vias aéreas ocorre nas vias aéreas superiores e de maior calibre (> 2mm).
( ) Durante um ciclo ventilatório normal, com a glote aberta, a pressão transpulmonar ao nível da capacidade residual funcional é de aproximadamente +5cmH2O.
( ) Unidades pulmonares com constantes de tempos curtas levam mais tempo para encher e esvaziar
( ) Atelectasia subsegmentar. ( ) Obstrução de vias aéreas. ( ) Insuficiência cardíaca. ( ) Complacência pulmonar diminuída.
• pH 7,43 • PaO2 90mmHg • PCO2 30mmHg • HCO3 20mmol/L • EB -5mmol/L • SatO2 98%
Com base apenas nestes dados, assinale a alternativa que contém uma possível interpretação e a conduta correta frente ao caso (IPAP: inspiratory positive airway pressure):
( ) Língua e mandíbula maiores em relação à orofaringe. ( ) Ventilação colateral alveolar menos desenvolvida. ( ) Caixa torácica mais complacente. ( ) Aumento na complacência pulmonar.
(1) Síndrome do desconforto respiratório. (2) Taquipneia transitória do recém-nascido. (3) Síndrome de aspiração do mecônio. (4) Hipertensão pulmonar persistente.
(A) Ocorre pelo retardo na absorção do líquido pulmonar após o nascimento.
(B) Pode ocorrer de forma primária ou secundária a uma série de doenças cardiorrespiratórias neonatais.
(C) A deficiência quantitativa e qualitativa do surfactante alveolar é sua principal causa.
(D) Resulta em múltiplas áreas de atelectasias alternadas com áreas de hiperinsuflação.
I. Considera-se taquipneia quando, em repouso ou durante o sono, a frequência respiratória mantém-se persistentemente acima de 40 movimentos por minuto.
II. A apneia é caracterizada por pausa respiratória superior a 20 segundos, ou entre 10 e 15 segundos se acompanhada de bradicardia, cianose ou queda de saturação de oxigênio.
III. As retrações torácicas são observadas com frequência no período neonatal, em particular no recém-nascido prematuro, devido à baixa complacência da caixa torácica.
( ) Recomenda-se que a espirometria seja indicada, periodicamente, a partir dos seis anos, para o acompanhamento da função pulmonar.
( ) Os testes de campo TC6 e TD3 (teste de caminhada de seis minutos e teste do degrau de três minutos) são os mais utilizados para avaliação da capacidade funcional de pacientes com FC. Estes estão associados a desfechos importantes como função pulmonar, capacidade de exercício, morbimortalidade e índices de transplante pulmonar.
( ) As técnicas com pressão expiratória positiva (PEP) devem ser mantidas quando o paciente tiver pneumotórax pequeno não drenado.
( ) A fisioterapia para remoção de secreções das vias aéreas deve ser suspensa em vigência de exacerbação pulmonar, uma vez que o esforço demandado pelo paciente pode levar à dispneia e dessaturação.
I. Se não houver intervenção preventiva, a criança pode desenvolver um tórax em forma de sino.
II. A suplementação com oxigênio melhora a hipoventilação alveolar, melhorando a troca gasosa.
III. Os músculos intercostais são comprometidos, e o músculo diafragma é relativamente poupado, o que compromete o seu ritmo respiratório normal.
IV. O modo ventilatório CPAP (continuous positive airway pressure) é usado preferencialmente em relação ao BiPAP (bilevel positive airway pressure) porque é mais confortável e de melhor adaptação.
I. No pneumotórax, o pulmão sofre colapso à medida que o ar sai para fora da cavidade pleural, seja a partir do interior dos pulmões ou a partir da atmosfera, através de uma parede torácica perfurada. A combinação de retração elástica do pulmão e tensão superficial provoca colapso do pulmão quando as pressões pleural e das vias respiratórias tornam-se diferentes.
II. A síndrome do desconforto respiratório do recémnascido trata-se de uma causa importante de morte em recém-nascidos prematuros, nos quais as células que sintetizam o surfactante estão maturas e funcionando adequadamente. Os movimentos respiratórios do feto necessitam de surfactante, visto que os pulmões não estão preenchidos de líquido amniótico e o feto não recebe oxigênio do sangue materno por meio da placenta. Em virtude da alta complacência pulmonar, o recém-nascido afetado (pela síndrome) só pode expirar por meio de esforços extremamente extenuantes, os quais podem causar, em última instância, exaustão completa, incapacidade de respirar, colapso pulmonar e morte.
III. A asma é uma doença caracterizada por episódios intermitentes, durante os quais ocorre forte contração da musculatura lisa das vias respiratórias, aumentando acentuadamente sua resistência. O defeito básico na asma é a inflamação crônica das vias respiratórias, cujas causas variam de pessoa para pessoa e incluem, entre outras condições, alergia, infecções virais e sensibilidade a fatores ambientais. A inflamação subjacente torna o músculo liso das vias respiratórias hiper-responsivo, causando a sua forte contração em resposta a diversos fatores, como exercício (particularmente no ar frio e seco), fumaça de tabaco, poluentes ambientais, vírus, lergênicos, substâncias químicas broncoconstritoras normalmente liberadas e uma variedade de outros fatores desencadeantes potenciais.
IV. A bronquite crônica caracteriza-se pela produção excessiva de muco nos brônquios e por alterações inflamatórias crônicas das vias respiratórias pequenas. A causa da obstrução consiste no acúmulo de muco nas vias respiratórias e no espessamento das vias respiratórias inflamadas. Os mesmos agentes que provocam enfisema também causam bronquite crônica, razão pela qual essas duas doenças coexistem com frequência. A bronquite também pode ser aguda, por exemplo, em resposta a infecções virais, como as que causam infecções das vias respiratórias superiores, nesses casos, a tosse e a produção excessiva de escarro e muco associadas à bronquite aguda tipicamente sofrem resolução dentro de 2 a 3 semanas.
V. O enfisema caracteriza-se por uma perda do tecido elástico e pela destruição das paredes alveolares, levando a um aumento da complacência. Além disso, podem ocorrer atrofia e colapso das vias respiratórias inferiores. Na realidade, ocorre autodestruição dos pulmões, que são atacados por enzimas proteolíticas secretadas pelos leucócitos em resposta a uma variedade de fatores. Além dos problemas observados na troca gasosa, o enfisema está associado a um aumento acentuado na resistência das vias respiratórias, o que aumenta muito o trabalho da respiração e, se for grave o suficiente, pode causar hipoventilação. A obstrução das vias respiratórias no enfisema é causada pelo colapso das vias respiratórias inferiores, particularmente durante a expiração.
Valores de referência
pH 7,35 - 7,45 PaCO2 35 mmHg - 45 mmHg PaO2 80 mmHg - 100 mmHg HCO3 21 – 26 mEq/l BE -2 +2 Saturação O2 95%
1. Soluços inspiratórios.
2. Inspiração em tempos.
3. Expiração abreviada.
4. Exercício com ventilação a partir do volume residual.
5. Exercício com ventilação a partir da capacidade residual funcional.
( ) paciente realiza uma expiração tranquila até o nível de repouso expiratório e posteriormente realiza inspiração lenta e profunda.
( ) Exercício baseado na adição de uma pausa inspiratória entre os volumes inspiratórios sucessivos.
( ) Exercício baseado em pequenos e sucessivos volumes inspiratórios até alcançar a capacidade inspiratória máxima.
( ) Exercício que utiliza inspirações fracionadas, intercaladas por expirações curtas até atingir a capacidade pulmonar total.
( ) Paciente realiza uma expiração prolongada e posteriormente uma inspiração profunda.
A sequência correta de cima para baixo é: