Questões de Concurso Sobre fisioterapia respiratória em fisioterapia

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Ano: 2022 Banca: UNIFAP Órgão: UNIFAP Prova: UNIFAP - 2022 - UNIFAP - Fisioterapeuta |
Q4143890 Fisioterapia
É comprovado cientificamente em todo mundo que a ventilação não invasiva (VNI) pode ser usada no tratamento da insuficiência respiratória de diferentes etiologias. Porém, durante a pandemia do COVID 19, muitos questionamentos surgiram diante desse novo desafio, considerando a aplicabilidade, dosagem, tempo de terapia e exposição dos profissionais de saúde envolvidos na terapia. Portanto, muitos pesquisadores no mundo todo juntaram esforços, adicionando e discutindo as melhores evidências e assim direcionaram o uso da NIV no cenário pandêmico da COVID 19.
Sobre o uso da VNI no paciente com desconforto respiratório com COVID-19, assinale a alternativa CORRETА:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UNIFAP Órgão: UNIFAP Prova: UNIFAP - 2022 - UNIFAP - Fisioterapeuta |
Q4143889 Fisioterapia
O posicionamento em pronação acordada parece seguro e é uma estratégia simples que pode ser empregada, associada ou não a ventilação não invasiva/cânula nasal de alto fluxo, na maioria dos cenários clínicos. Há evidências de estudos observacionais e metaanálises relatando o uso da posição prona precocemente em pacientes acordados com insuficiência respiratória para melhorar o nível de oxigenação e o prognóstico a curto prazo em pacientes na COVID-19. No entanto, diferentes critérios devem ser analisados com cuidado para determinar a elegibilidade do paciente para a pronação ativa.
Sobre o uso da pronação com o paciente acordado com COVID-19, analise as assertivas abaixo, em seguida marque a opção CORREТА:

I - Considera-se posição prona acordada se o paciente for capaz de girar o corpo e ajustar a posição independentemente, após precisar de fração inspiratória de oxigênio (FiO2) ≥ 28% para alcançar saturação de oxigênio de 92 a 96% e suspeita de COVID-19.

II - Considera-se posição prona acordada se o paciente for capaz de girar o corpo e ajustar a posição independentemente, após precisar de suporte respiratório básico para alcançar saturação de oxigênio de 92 a 96% e confirmação de COVID-19. 

III - Frequência respiratória igual ou maior que 35 rpm é uma contraindicação relativa para a pronação acordada; após colocar o paciente em pronação acordada deve-se monitorar a saturação de oxigênio por 15 minutos e se estiver entre 92 e 96% sem nenhum desconforto respiratório visível, deve-se continuar processo de pronação.

IV - Desconforto respiratório com PaO2 igual ou maior que 45 mmHg é uma contraindicação absoluta para a pronação acordada; após colocar o paciente em pronação acordada deve-se monitorar a saturação de oxigênio por 15 minutos e se estiver entre 88 e 92% se houver risco de insuficiência respiratória hipercápnica, sem nenhum desconforto respiratório visível, deve-se continuar processo de pronação.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UNIFAP Órgão: UNIFAP Prova: UNIFAP - 2022 - UNIFAP - Fisioterapeuta |
Q4143888 Fisioterapia
M.B.S., 35 anos, sexo masculino, peso: 108kg, altura: 178 cm, solteiro e enfermeiro, apresentou tosse seca, febre não aferida e dispneia progressiva por 5 dias, evoluindo para os mínimos esforços. Paciente evoluiu com dessaturação (86-88%), com necessidade ascendente de oxigênio suplementar, sendo indicada intubação orotraqueal e vaga de UTI. Ficou internado por 16 dias na UTI, onde recebeu RT-PCR positivo para SARS-CoV-2. Após estabilização do quadro, evoluiu com desmame ventilatório e extubação, sem intercorrências. Foi transferido para a enfermaria e, após 2 dias na enfermaria e recebeu alta hospitalar, com encaminhamento ao setor de fisioterapia respiratória ambulatorial. Durante a avaliação fisioterapêutica no ambulatório, o paciente queixava-se de dispneia aos mínimos esforços, o que tem limitado as suas atividades rotineiras (escala de avaliação da dispneia modificada Medical Research Concil -mMRC=4). Ao exame: apresenta padrão respiratório misto, FR: 20 rpm, FC: 84 bpm, SpO2: 92% em ar ambiente, PA: 140x80 mmHg, AP: som pulmonar reduzido globalmente, sem ruídos adventícios. Relata fadiga de MMII, o que o limita de caminhar mais do que 100 metros e ir ao mercado. Manovacuometria: - PImáx = -84 cmH2O (67,40% do predito); PEmáx = 120 cmH2O (86,20% do predito). Teste de campo incremental Shuttle - Distância percorrida: 380 metros ao total, Nível 6 - 1,35m/s - 4,86Km/h.

Sobre a reabilitação deste paciente, assinale V para verdadeiro ou F para falso e, em seguida, escolha a alternativa correta: 

( ) Para garantir a segurança durante a realização dos exercícios, a monitorização da pressão arterial sistêmica, frequência cardíaca e da oximetria, além da percepção subjetiva de esforço avaliadas antes, durante e após o exercício são importantes.

( ) Deve-se realizar a titulação de oxigênio, considerando a necessidade de manutenção de SpO2 > 97% em ar ambiente.

( ) O treinamento muscular inspiratório é essencial para a redução da dispneia, melhora da performance no teste de campo e desobstrução brônquica, necessárias no caso do paciente.

( ) Os exercícios aeróbicos podem ser úteis e auxiliar na melhora do condicionamento cardiorrespiratório.

( ) Devido ao importante grau de dispneia, exercícios resistidos são contraindicados neste momento, mas poderão ser utilizados como recursos auxiliares em longo prazo.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UNIFAP Órgão: UNIFAP Prova: UNIFAP - 2022 - UNIFAP - Fisioterapeuta |
Q4143886 Fisioterapia
Dentre os métodos de avaliação da função pulmonar, a espirometria é o mais empregado no paciente ambulatorial. Estudos apontam diminuição significativa em valores de capacidade vital forçada expiratória e volume expiratório forçado no primeiro segundo em pacientes pós COVID-19. Entre os motivos que contribuem para essa diminuição da função pulmonar estão a destruição alveolar, fibrose intersticial pulmonar devido à infecção por SARS CoV-2, pneumonia por COVID-19 e múltiplos comprometimentos físicos e respiratórios.
Acerca dos volumes e fluxos respiratórios analisados na espirometria, analise as assertivas abaixo e assinale a opção CORREЕТА:

I - Volume corrente (VC): volume de ar inspirado ou expirado em cada respiração normal.
II - Volume de reserva inspiratória (VRI): volume máximo de ar que pode ser inspirado após uma inspiração espontânea.
III - Volume de reserva expiratória (VRE): máximo volume extra de ar que pode ser expirado em uma expiração forçada após a expiração espontânea.
IV - Capacidade residual funcional (CRF): quantidade de ar que permanece nos pulmões ao final da expiração normal. Corresponde à soma do volume residual com o volume de reserva expiratória.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UNIFAP Órgão: UNIFAP Prova: UNIFAP - 2022 - UNIFAP - Fisioterapeuta |
Q4143885 Fisioterapia
A infecção com SARS-CoV-2 pode se apresentar clinicamente em uma destas três principais condições: portadores assintomáticos, indivíduos com doença respiratória aguda ou pacientes com pneumonia em diferentes níveis de gravidade.
Sendo assim, todas as alternativas abaixo representam manifestações clínicas da COVID19, EXCEТО:
Alternativas
Q4138213 Fisioterapia
A aspiração nasotraqueal deve ser aplicada principalmente quando o mecanismo de tosse é deficitário e após o fisioterapeuta empregar técnicas para deslocar a secreção brônquica. A execução da aspiração nasotraqueal deve seguir cuidados rigorosos devido aos efeitos colaterais da técnica, que incluem
Alternativas
Q4138207 Fisioterapia
O quadro fisiopatológico da DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) constitui-se do sintoma: 
Alternativas
Q4138201 Fisioterapia
De acordo com os dados apresentados na gasometria arterial, indique o distúrbio que está ocorrendo com o paciente com quadro de DPOC apresentando os seguintes parâmetros gasométricos:

Parâmetros gasométricos:

Ph: 7,48
PaCO2: 50 mmHg;
PaO2: 70 mmHg;
HCO3-: 34
BE: +6 
Alternativas
Q4138197 Fisioterapia
A ventilação mecânica é uma estratégia comumente utilizada na unidade de terapia intensiva pediátrica como manejo de pacientes com insuficiência respiratória aguda ou crônica para garantir as trocas gasosas. Associada à ventilação mecânica, pode ser utilizada a posição prona, que se caracteriza pelo posicionamento do lactente em decúbito ventral, a fim de manter continuamente o suporte diafragmático e estabilização da caixa torácica. Sobre a técnica de posição prona, constata-se que a técnica
Alternativas
Q4115179 Fisioterapia

Após a fase aguda da Covid-19 e na presença de estabilidade cardiorrespiratória e metabólica (preferencialmente nas primeiras 72 horas da doença crítica), o fisioterapeuta deverá estabelecer o plano terapêutico para preservar o estado funcional e/ou iniciar o processo de reabilitação com foco em ganho, a depender do diagnóstico e do prognóstico fisioterapêutico existente. Para definir possíveis critérios para realizar a progressão do protocolo, bem como para contraindicar sua realização, um consenso de especialistas desenvolveu um guia prático para identificar tais critérios. Trata-se de alto risco de eventos adversos para os protocolos de exercícios fora do leito:

Alternativas
Q4115178 Fisioterapia

São considerados modos automáticos que facilitam o desmame da ventilação mecânica, EXCETO:

Alternativas
Q4115176 Fisioterapia

O modo ventilatório conhecido como NAVA – Ventilação Assistida com Ajuste Neural, tem sido relacionado ao aumento da sincronia paciente-ventilador durante a aplicação de ventilação mecânica invasiva e não-invasiva; sendo assim, é correto afirmar que:

Alternativas
Q4115174 Fisioterapia

Pacientes com Doenças Neuromusculares (DNM) dificilmente apresentam parâmetros ventilatórios típicos para iniciar o desmame da Ventilação Mecânica (VM) e são incapazes de obter sucesso no Teste de Respiração Espontânea (TRE), sendo, consequentemente, submetidos à traqueostomia. Os pacientes neuromusculares normalmente acumulam secreção nas vias aéreas em virtude da ineficácia do mecanismo de tosse e da fraqueza dos músculos respiratórios –duas potenciais causas de falhas de desmame. Assinale, a seguir, o valor obtido pelo pico de fluxo expiratório que justifique a falha no desmame de um paciente com DNM:

Alternativas
Q4115173 Fisioterapia

“Após a retirada do paciente da VM, o uso do CPAP tem sido associado à reversão de atelectasias, à melhora dos volumes pulmonares e à oxigenação, além da prevenção de pneumonias e tratamento de insuficiência respiratória hipoxêmica moderada.” Considerando o uso da Ventilação Não Invasiva (VNI) no pós-operatório de cirurgia cardíaca, analise as afirmativas a seguir.



I. O uso da VNI tem se mostrado eficaz na estabilização e na melhora da função pulmonar e na redução das taxas de reintubação traqueal, nos incrementos na oxigenação e na relação V/Q.


II. Clinicamente, o sucesso no uso da VNI, na Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA), se traduz na melhora do desconforto respiratório e das trocas gasosas na primeira hora de instituição da terapia; caso contrário, se houver piora do quadro, a intubação orotraqueal deverá ser considerada.


III. Além do CPAP, outras modalidades ventilatórias como ventilação com binível pressórico, RPPI e PSV + PEEP têm boa aplicabilidade no pós-operatório de cirurgia cardíaca; entretanto, o consenso é que quando comparada ao binível, o CPAP demonstrou menor eficácia em reverter processos hipoxêmicos e melhorar a eficácia da tosse, facilitando a eliminação de secreções brônquicas.


IV. O desenvolvimento de insuficiência respiratória no período pós-operatório tem como principais causas processos pulmonares de colapso e infiltrativos, exceto em pacientes com disfunção miocárdica prévia.



Está correto o que se afirma apenas em 

Alternativas
Q4115172 Fisioterapia

Apesar de toda perspectiva histórica permeada de incertezas sobre o efeito da posição prona em relação aos desfechos clínicos, em junho de 2013, foi publicado o estudo Proseva, no qual os pacientes com PaO2/FiO2 < 150 mmHg utilizando FiO2 > 0,6 foram alocados randomicamente em dois grupos. O grupo ventilação prona 28 dias após a randomização, apresentou redução significativa da mortalidade quando comparado ao grupo controle – posição supina. Sendo assim, com base neste estudo, e outros, a posição prona possui evidências sobre sua eficácia e, a melhora significativa das trocas gasosas é atribuída a: 

Alternativas
Q4115171 Fisioterapia

As taxas de Pneumonia Associadas à Ventilação Mecânica (PAVM) podem variar de acordo com a população de pacientes e os métodos diagnósticos disponíveis. Contudo, vários estudos demonstram que a incidência dessa infecção aumenta com a duração da VM e apontam taxas de ataque de, aproximadamente, 3% por dia durante os primeiros cinco dias de ventilação e depois 2% para cada dia subsequente. Entre as considerações a respeito do tema, incluindo as medidas de controle, considera-se medida específica recomendada para prevenção de pneumonia: 

Alternativas
Q4115169 Fisioterapia

Estudos atuais apontam que, aproximadamente, 75% das crianças que internam nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) necessitam de algum tipo de suporte ventilatório, independente de qual tenha sido o motivo da internação. Crianças com esforço respiratório significante podem precisar de ventilação invasiva, gerando injúria pulmonar induzida pela ventilação, necessidade de sedação prolongada e infecções respiratórias associadas à ventilação. Dessa forma, sempre que possível, deve ser priorizado o uso da terapia por Cânula Nasal de Alto Fluxo (CNAF), que, durante a última década, emergiu como um novo método para prover suporte ventilatório em pacientes com insuficiência respiratória. Sobre a Cânula Nasal de Alto Fluxo (CNAF), assinale a afirmativa INCORRETA.

Alternativas
Q4115166 Fisioterapia

O Desmame da Ventilação Mecânica (DVM) é, geralmente, bem-sucedido para a maioria dos pacientes, embora, para 20%, haja falhas na primeira tentativa. O DVM ocupa mais de 40% do tempo total da VM, e esse percentual pode, ainda, variar dependendo da etiologia da insuficiência respiratória. A VM prolongada está associada a várias complicações como pneumonia associada à VM; disfunção diafragmática induzida pela VM; polineuropatia do doente crítico; dentre outras. Em relação ao Desmame da Ventilação Mecânica (DVM), analise as afirmativas a seguir.



I. Define-se DVM como o processo de liberação do suporte ventilatório. O Teste de Respiração Espontânea (TER) é a avaliação da tolerância à respiração espontânea, entre 30 minutos e 2 horas, em Ventilação com Suporte Pressórico (VSP) de 7 cmH2O, Continuous Positive Airway Pressure (CPAP – Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas), ou em respiração espontânea não assistida através do tubo T, e, neste caso, o TRE não é necessário antes da extubação.


II. Parâmetros integrativos são aqueles que avaliam mais de uma função fisiológica relacionada à respiração, como no IWI, por exemplo.


III. Define-se como VM prolongada a necessidade de VM por mais de 21 dias e por mais de 6 h/dia.


IV. Entre os critérios clínicos imprescindíveis para o sucesso no desmame estão: motivo solucionado do início da ventilação mecânica; paciente sem secreção (definida como a necessidade de aspiração > 6 h); tosse eficaz (PFE > 200 L/min); Hemoglobina > 8-10 g/dL; adequada oxigenação (PaO2 /FiO2 > 150 mmHg ou SaO2 > 90% com FiO2 < 0,5); temperatura corporal < 38,5-39,0° C; sem dependência de sedativos; sem dependência de agentes vasopressores (como: dopamina < 5 µg; kg-1; min-1); ausência de alcalose (pH entre 7,35 e 7,45); ausência de distúrbios eletrolíticos; e, adequado balanço hídrico.


V. Os índices de DVM devem ser avaliados antes do TRE, que funciona como um teste diagnóstico para determinar a probabilidade do sucesso da extubação.



Está correto o que se afirma apenas em 

Alternativas
Q4110721 Fisioterapia
O acompanhamento remoto à pacientes de diversas áreas ganhou destaque durante o isolamento social provocado pela pandemia da COVID-19. Sabendo-se da importância da reabilitação pulmonar para pacientes que sofrem de doenças pulmonares crônicas, a crise sanitária estimulou pesquisas que avaliassem a efetividade da telereabilitação para pacientes com pneumopatias crônicas. Segundo os dados de uma revisão sistemática apresentados abaixo (Cox NS, Dal Corso S, Hansen H, McDonald CF, Hill CJ, Zanaboni P, Alison JA, O'Halloran P, Macdonald H, Holland AE.Telerehabilitation for chronic respiratory disease. Cochrane Database of Systematic Reviews 2021, Issue 1. Art. No.: CD013040. DOI:10.1002/14651858.CD013040.pub2) qual a evidência da efetividade da telereabilitação, em comparação ao modelo tradicional de reabilitação presencial (centre-based [outpatient]), para o tratamento de pneumopatas crônicos no tocante ao desempenho funcional?


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Q4110720 Fisioterapia
A gravidade do quadro clínico em decorrência do coronavírus 2019 (COVID-19) é muito heterogênea, podendo os pacientes desenvolverem doença leve, moderada ou grave. A prevalência das sequelas crônicas clinicamente relevantes nesses pacientes, que podem estar presentes meses após a resolução da síndrome aguda grave coronavírus 2 (SARS-CoV-2), tem ganhado importância no cenário da reabilitação pulmonar. Um estudo (Gloeckl R, Leitl D, Jarosch I, et al. Benefits of pulmonary rehabilitation in COVID-19: a prospective observational cohort study. ERJ Open Res 2021; 7: 00108-2021) investigou não só a eficácia e segurança da reabilitação pulmonar para pacientes com sequelas de SARS-COV-2, mas também se a resposta à reabilitação poderia ser diferente a depender da gravidade da doença. Com base nos resultados desse estudo em relação ao desempenho no teste de caminhada de seis minutos (reproduzidos no gráfico abaixo) pode-se concluir que:


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Alternativas
Respostas
2281: B
2282: E
2283: D
2284: E
2285: C
2286: E
2287: E
2288: A
2289: D
2290: B
2291: A
2292: A
2293: A
2294: A
2295: A
2296: A
2297: C
2298: D
2299: D
2300: C