Questões de Concurso
Comentadas sobre fisioterapia neurológica em fisioterapia
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As alterações e os distúrbios do sono no idoso, além de interferirem na qualidade de vida, podem trazer consequências mais graves à sua condição de saúde.
Tais alterações e distúrbios podem ser considerados consequência dos seguintes fatores:
1. Mudanças de fase do sono, com estágios mais profundos e ausência de estágios mais superficiais.
2. Diminuição, com a idade, da capacidade de dormir.
3. Diminuição da atividade mioclônica noturna.
4. Aumento dos problemas de respiração durante o sono.
5. Perturbações neuropsiquiátricas, particularmente depressão e demências.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Nas alterações de linguagem secundárias à lesão neuronal identificável, e que podem ocorrer associadas a acidente vascular cerebral, tumor cerebral e demais intercorrências, analise as afirmativas correspondentes ao tipo de afasia encontrada, fluência, compreensão, repetição e localização no hemisfério cerebral esquerdo:
1. Transcortical sensorial; não fluente; compreensão intacta; repetição intacta; giro angular.
2. Wernicke; fluente; compreensão comprometida; repetição comprometida; temporal póstero-superior.
3. Talâmica; fluente; compreensão intacta; repetição comprometida; tálamo.
4. Anômica; fluente; compreensão intacta; repetição intacta; temporal anterior e giro angular.
5. Broca; não fluente; compreensão intacta; repetição comprometida; frontal anterior.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Na prática do fisioterapeuta, muitos pacientes apresentam sinais e sintomas de alteração comportamental, e nesses casos o fisioterapeuta necessita encaminhar o paciente para uma avaliação com a equipe de saúde mental.
Assinale a alternativa que indica os possíveis sinais que o fisioterapeuta pode encontrar na sua prática que são indicativos de depressão.
Luiz Carlos, 56 anos, teve o diagnóstico de acidente vascular encefálico de artéria cerebral média à direita há 5 horas. Luiz Carlos, provavelmente, evoluirá com um quadro de hemiplegia à esquerda. Luiz Carlos em seu processo de recuperação passará por seis estágios sequenciais.
Relacione a coluna I com a coluna II.
Coluna I |
Coluna II |
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1. Estágio 1 2. Estágio 2 3. Estágio 3 4. Estágio 4 5. Estágio 5 6. Estágio 6 |
I. Com o desaparecimento ou diminuição da hipertonia, tornam-se possíveis os movimentos de articulações individuais, e a coordenação se aproxima do normal. Deste ponto em diante recupera-se a função motora, mas nem todos atingem esse estágio. II. Se a evolução continuar, o paciente aprende combinações mais difíceis de movimentos, à medida que os sinergismos básicos do membro perdem o domínio sobre os atos motores. III. Algumas combinações de movimento que não seguem nenhum sinergismo são dominadas, primeiro com dificuldade e, em seguida, com mais facilidade. A hipertonia começa a declinar. IV. Deste ponto em diante, o paciente obtém controle voluntário dos sinergismos de movimento, embora não ocorra necessariamente o desenvolvimento de toda a série de componentes do sinergismo. A hipertonia aumenta mais e pode se tornar severa. V. À medida que a recuperação começa os sinergismos básicos dos membros, ou alguns de seus componentes, podem surgir como reações associadas ou então pode haver respostas de movimento voluntário mínimo. Nesse ponto, a hipertonia começa a se desenvolver. VI. A recuperação na hemiplegia dá-se em uma sequência esterotipada de episódios, que começa com um breve período de flacidez imediatamente após o episódio agudo. Não é possível eliciar nenhum movimento dos membros. |
Sergio Mario, 20 anos, sofreu lesão medular completa por mergulhar em água rasa. Após a fase de choque medular, Sérgio recebeu alta e iniciou a fisioterapia. Sérgio apresenta nível funcional C7-C8. Com base no nível funcional, a angulação entre tronco e coxa para a manutenção da posição sentada e o potencial esperado para a tolerância nessa posição é
“Todas as reações de equilíbrio e sequência de movimentos harmoniosas suaves são dependentes de tônus postural normal. Os movimentos coordenados e a variação da postura requeridos para a função hábil são também dependentes da capacidade de movimentar seletivamente as partes do corpo solicitadas para a tarefa, enquanto é inibida a atividade de outras partes.” Sobre o conceito relacionado aos padrões anormais de movimento que ocorrem na hemiplegia, analise as afirmativas a seguir.
I. A sinergia flexora que ocorre no membro superior é vista quando o paciente tenta elevar seu braço estendido, como o braço está abduzido pelo componente flexor, o cotovelo também flexiona ao invés de estender e, neste caso, a pronação em vez de supinação ocorre com flexão em massa.
II. A sinergia extensora no membro superior determina que a escápula protrai-se e empurra para baixo, o ombro faz rotação interna e aduz, e o cotovelo estende-se com pronação.
III. A sinergia extensora do membro inferior aponta que em pacientes hemiplégicos o tornozelo plantiflexiona em supinação e os artelhos se estendem.
IV. Ao considerar a espasticidade, deve-se tomar cuidado para diferenciar entre a postura das articulações e a resistência encontrada quando as extremidades são movidas passivamente; e, assim, embora a articulação do quadril possa ser observada com certo grau de flexão quando o paciente está de pé, haverá uma certa resistência quando a flexão passiva do quadril e joelho for tentada na presença de espasticidade extensora.
Estão corretas apenas as afirmativas
Ao analisar o resultado da “Escala ASIA”, é correto afirmar que:
A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é um distúrbio neuromuscular que compromete os músculos respiratórios, por este motivo, a prevenção das complicações respiratórias e a avaliação da necessidade de assistência ventilatória é um dos objetivos centrais do tratamento desses pacientes. Para considerar a indicação da assistência ventilatória, os seguintes parâmetros devem ser observados:
A Fisioterapia realizada em pacientes com traumatismo craniano grave pode levar a alterações sobre a pressão intracraniana (PIC). A PIC pode ser elevada indiretamente pelo resultado da aspiração brônquica. A explicação fisiológica para este fato se deve:
As Escalas são rotineiramente utilizadas na fisioterapia para monitorização, evolução da doença e respostas aos tratamentos. Uma das principais escalas utilizadas para avaliação da Doença de Parkinson é a:
O desenvolvimento neuropsicomotor segue uma sequência de aquisição de habilidades e marcos motores muito bem definidos. Nenhum bebê senta sozinho antes de controlar e sustentar sua cabeça contra a ação da gravidade. Portanto, a abordagem da fisioterapia em pediatria facilita as aquisições dos marcos motores com o objetivo de que ele alcance a maior independência motora possível. Quando um fisioterapeuta realiza a avaliação de uma criança com 13 meses de idade cronológica diagnosticado com diplegia espástica leve e que necessita ser facilitado para adquirir a marcha, é necessário que ele esteja atento aos padrões motores normalmente adquiridos por essas crianças, se antecipando aos possíveis encurtamentos e deformidades. Alguns encurtamentos podem levar a um déficit no alinhamento de suas articulações, que prejudicará a aquisição do ortostatismo e marcha, bem como favorecerá a fraqueza muscular. Sabendo disso, NÃO é correto afirmar que:
Crianças com mielomeningocele e hidrocefalia apresentam um misto de disfunção do neurônio motor inferior e dano cerebral que prejudicam o controle motor, a aprendizagem e, portanto, a capacidade sensóriomotora funcional. Dependendo do nível da lesão medular a indicação de órtese é necessária para favorecer o ortostatismo, a marcha ou apenas para prevenir deformidades. Uma criança com mielomeningocele com 6 anos de idade cronológica que apresenta lesão medular no nível de S1 e S2 tem como indicação:
Os distúrbios do movimento nas disfunções dos gânglios da base variam desde a hipocinesia até a hipercinesia. Observamos essas alterações na Doença de Parkinson e na Paralisia cerebral córeo-atetósica. Durante o exame físico do paciente com sinais da disfunção dos gânglios da base é fundamental a distinção dos sinais clínicos das doenças cerebelares. Os seguintes sinais estão presentes na doença cerebelar:
Para os fisioterapeutas, u, dos objetivos do aprendizado da neurociência é compreender os efeitos das lesões sobre o sistema nervoso e sua associação com os sinais e sintomas clínicos apresentados pelo paciente. Ao avaliar um paciente com Síndrome de Guillain-Barré (SGB) e outro com Esclerose Múltipla (EM), as seguintes características clínicas serão observadas:
Um paciente com perda da função motora, porém com funções sensitiva preservadas abaixo do nível neurológico, mas com sensibilidade do segmento sacral S4-S5, classifica-se segundo a escala da ASIA, como: