Questões de Concurso
Sobre biomecânica e cinesiologia (marcha) em fisioterapia
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Com relação ao complexo articular do ombro, a observação e avaliação do ritmo escápulo-umeral é importante para o fisioterapeuta ter um diagnóstico mais preciso a respeito das lesões insidiosas nesta região.
Sobre o ritmo escapulo-umeral, assinale a afirmativa correta.
Esta abordagem realiza uma ressecção de estruturas importantes para a biomecânica do membro superior homolateral à cirurgia, como o músculo ECOM e a fascia ântero-lateral da região cervical. Clinicamente, pode-se observar com certa prevalência a síndrome do ombro doloroso nesses pacientes.
Sobre os recursos fisioterapêuticos que devem ser utilizados na síndrome do ombro doloroso pós esvaziamento cervical, assinale a afirmativa correta.
Alguns testes funcionais devem ser conhecidos pelos fisioterapeutas para avaliar esta articulação tão importante para a estabilidade dos membros inferiores.
Nesse sentido, sobre o Teste de Trendelenburg, assinale a afirmativa correta.
Em relação à marcha humana fisiológica e suas possíveis alterações, assinale a afirmativa correta.
Sobre a biomecânica da coluna vertebral, assinale a afirmativa correta.
Considerando o caso clínico descrito acima, avalie as afirmações a respeito da conduta do fisioterapeuta:
I. O treino de estratégias de equilíbrio na postura ortostática deve ser encorajado, a fim de aumentar os limites de estabilidade e deixar o controle postural mais automático.
II. É indicado aplicar o Teste de Sentar e Levantar 5 vezes, para avaliar tanto a realização da atividade quanto para inferir sobre a força e resistência dos membros inferiores.
III. A classificação do paciente como um deambulador domiciliar justifica o treinamento de marcha na esteira sem suporte de peso.
IV. No treinamento de sentado para de pé (ST-DP), um aumento gradativo da altura do assento pode acompanhar o ganho progressivo de força muscular dos membros inferiores.
É CORRETO o que se afirma em:
I. Essa síndrome representa um contato prematuro sintomático entre a região proximal do fêmur e o acetábulo, sendo uma causa comum de dor no quadril e na região inguinal em indivíduos jovens e de meia-idade.
II. Quando há uma cobertura acetabular excessiva da cabeça femoral, esta morfologia é denominada do tipo Pincer.
III. Um dos princípios importantes nos estágios iniciais da reabilitação do paciente com síndrome do impacto femoroacetabular é o retreinamento dos músculos rotadores internos profundos do quadril.
IV. A progressão de exercícios em cadeia cinética aberta para exercícios em cadeia cinética fechada e a inclusão de exercícios que enfatizem a ativação do músculo glúteo máximo devem ser evitadas no programa de reabilitação.
Está CORRETO o que se afirma:
1. A inclinação lateral de tronco ocorre por resultado da fraqueza do glúteo médio, ocorrendo a flexão para o mesmo lado da fraqueza.
2. Na marcha de Trendelenburg, a pelve cai no lado contralateral de um glúteo médio fraco e a estratégia compensatória é a flexão lateral de tronco.
3. A inclinação do tronco para trás é o resultado de um glúteo máximo fraco gerando a dificuldade de subir escadas ou rampas.
4. A inclinação do tronco para frente é o resultado de um tríceps sural fraco, diminuindo o momento flexor do joelho e podendo também estar associada às contraturas em flexão de quadril e de joelho.
5. Na marcha antálgica há o aumento da amplitude de rotação entre o tronco e pelve, favorecido pelo aumento no tempo de apoio de membro dolorido.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
1. Em uma posição de inclinação pélvica anterior, a espinha ilíaca ântero-superior está mais elevada do que a espinha ilíaca póstero-superior, com um achatamento da coluna lombar.
2. Uma postura em inclinação posterior habitualmente cria um torque de flexão que resulta em compressão aumentada sobre a margem anterior dos discos lombares.
3. A inclinação pélvica posterior ocorre quando a espinha ilíaca ântero-superior está mais baixa que a espinha ilíaca póstero-superior, produzindo uma hiperlordose na coluna lombar.
4. A inclinação pélvica posterior é comumente vista em pacientes com músculos do tronco fracos, mobilidade pélvica e de quadril limitada, e limitações na amplitude de movimento ou na espasticidade dos músculos posteriores da coxa.
5. A inclinação pélvica lateral ocorre quando uma espinha ilíaca ântero-superior é mais elevada do que a outra (obliquidade pélvica), causando uma carga desigual nos túberes isquiáticos, podendo resultar em curvatura compensatória da coluna vertebral.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
(__)Passada é o espaço compreendido entre o contato inicial de um pé no solo e o novo contato inicial do outro pé.
(__)Fase de apoio tem por características o levantamento do pé do solo, o avanço do membro no espaço e a preparação para o próximo apoio.
(__)O comprimento do passo aumenta conforme o crescimento musculoesquelético, tendo uma relação com a estatura.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja CORRETA:
Coluna 1:
A.Flexão.
B.Extensão.
C.Abdução.
Coluna 2:
(__)É o endireitamento de um osso sobre o outro, causando aumento do ângulo de articulação.
(__)É o movimento para longe da linha média do corpo.
(__)É o movimento de dobra de um osso sobre o outro causando uma diminuição do ângulo da articulação.
Assinale a alternativa cuja a sequência da associação, de cima para baixo, está correta:
I.Durante a fase de balanço da marcha, o joelho permanece completamente estendido até o final do ciclo.
II.Na marcha normal, a fase de apoio constitui 60% do ciclo da marcha e ocorre quando o pé do membro de referência está em contato com o solo.
III.A rotação pélvica durante a marcha visa diminuir a ondulação vertical, auxiliando na compensação do movimento e no alinhamento da pelve em relação ao quadril e ao solo.
Assinale a alternativa correta:
Os Planos são formados pelo deslocamento dos eixos entre si, e são dois verticais e um horizontal. Assinale a alternativa correspondente ao plano que divide o corpo em parte anterior e posterior, é formado pelo deslocamento do eixo longitudinal sobre o eixo látero-lateral.