Questões de Concurso
Sobre avaliação neurológica em fisioterapia
Foram encontradas 527 questões
Considere o caso a seguir para responder à questão.
Lucimara, 5 anos de idade, com diagnóstico de paralisia
cerebral espástica diparética, senta-se com retroversão da pelve, flexão da coluna lombar e aumento da cifose torácica, não
realiza a postura semiajoelhada para atingir a bipedestação,
deambula com dispositivo de apoio na comunidade, apresentando flexão de quadril, joelho, adução de quadril e pé em equino.
A Doença de Parkinson é neurológica, crônica e possui caráter progressivo dos gânglios da base. Apresenta sinais motores clássicos, com diminuição na produção de dopamina na substância negra. Esses sinais são:
Considerando esse caso clínico, julgue o item que se segue.
A utilização da escala do MRC é uma sugestão equivocada,
uma vez que ela se limita a fornecer uma visão global do nível
de consciência do paciente.
Acerca das fraquezas neuromusculares agudas, julgue o item subsecutivo.
A paralisia flácida aguda pode ser causada por distúrbios no
nervo, músculo ou na junção neuromuscular.
Com relação à neurofisiologia da dor, julgue o item subsequente.
Os nociceptores polimodais respondem a todos os tipos de
estímulos lesivos, incluindo substâncias químicas irritantes
liberadas por tecidos lesados.
Julgue o item seguinte, considerando que as lesões medulares geralmente resultam em sérias deficiências, incluindo paraplegia, tetraplegia e paralisia completa.
A compressão do nervo ulnar causa a síndrome do pronador.
Julgue o item seguinte, considerando que as lesões medulares geralmente resultam em sérias deficiências, incluindo paraplegia, tetraplegia e paralisia completa.
Na síndrome do desfiladeiro torácico, causada por variações
anatômicas da junção cervicotorácica — envolvimento das
raízes C8-T1 —, pode ocorrer compressão das estruturas
neurovasculares que emergem da região cervical para atingir
o membro superior. A dor é, essencialmente, cervicobraquial.
Os acidentes vasculares cerebrais (AVC) são as causas mais comuns das hemiplegias, quadros clínicos para os quais os fisioterapeutas comumente são indicados a tratar. Com relação aos aspectos clínicos que direcionam o tratamento das hemiplegias e às práticas aplicadas nesse tratamento, julgue o item subsecutivo.
Durante o tratamento fisioterapêutico, é importante que o
paciente hemiplégico seja treinado a mover seletivamente o
tronco e as extremidades, porque há uma tendência de ele
passar a realizar movimentos estereotipados conhecidos como
sinergias em massa, que dificultam a realização de tarefas
funcionais.
Considerando essa situação hipotética, julgue o próximo item.
O quadro de parestesia e fraqueza muscular verificado no
momento da internação do paciente descrito tem sua
fisiopatologia explicada pela lesão traumática dos nervos
periféricos, o que afeta a função dos axônios sensoriais e
motores que inervam as regiões corporais acometidas.
Considerando essa situação hipotética, julgue o próximo item.
O diagnóstico de SGB pode ser feito a partir da associação de
achados do exame físico com os resultados de exames
complementares, como a punção na coluna e testes de
velocidade de condução nervosa.
Observar o desenvolvimento de lactentes é de fundamental importância, pois há indicadores do desenvolvimento infantil que são sinais de alertas para o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).
Considere as colunas I e II, abaixo.
Coluna I
I. Desenvolvimento infantil típico
II. Sinais de alerta: TEA
Coluna II
1. Choro bastante diferenciado e gritos menos aleatórios
2. Repete gestos de acenos e palmas
3. Tendência ao silêncio e a não manifestar amplas expressões faciais com significado
4. Começa a atender ao ser chamada pelo nome
5 Ignora ou reage apenas após insistência ou toque
Na faixa etária entre 6 a 12 anos, os indicadores de desenvolvimento infantil e os sinais de alerta para o TEA (coluna I) estão
corretamente relacionados com os respectivos sinais (coluna II) em
No que se refere à estimulação precoce do paciente crítico, julgue o item subsequente.
Situação hipotética: Uma mulher de quarenta e cinco anos de
idade passou pela avaliação do fisioterapeuta da UTI, que
detectou estabilidade hemodinâmica e respiratória. Na
avaliação do estado de alerta, a mulher foi responsiva aos
comandos: “abra e feche os olhos!”, “olhe para mim e abra a
boca!”, “coloque a língua para fora!”. O MRC total foi de
30 pontos. Assertiva: Nessa situação, a conduta correta para
essa paciente é o treino de deambulação na UTI.