Questões de Concurso Sobre teorias do sujeito na filosofia moderna em filosofia

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Q2562449 Filosofia
No século XIX, Nietzsche constatou contradições indispensáveis que implicam as crenças dos gregos com o cristianismo. Acerca disso, o problema do abandono do mito para se justificar as religiões, como soma acabada de acontecimentos, especialmente a partir de bases históricas, encontra-se no modo como
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Q2562448 Filosofia
Leia o texto a seguir.

“A modernidade é um mundo completo, fechado, endógeno, autorreferencial, autossuficiente e autossubsistente, que não precisa de colaboração e crítica de fora para dentro, e nem abre espaço para a participação por parte do outro da modernidade”.

DANNER, F.; DORRICO, J.; DANNER, L. F. Pensamento indígena brasileiro como crítica da modernidade: sobre uma expressão de Ailton Krenak. Griot: Revista de Filosofia. Amargosa – BA, v. 19, n. 3, p. 76, outubro, 2019.


O excerto acima, com base no pensamento de Ailton Krenak, leva à afirmação de que o Ocidente é uma
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Q2387123 Filosofia
Se alguém se dispõe a instaurar e estender o poder e o domínio do gênero humano sobre o universo, a sua ambição seria, sem dúvida, a mais sábia e a mais nobre de todas. Pois bem, o império do homem sobre as coisas se apoia unicamente nas artes e nas ciências. A natureza não se domina, senão obedecendo-lhe.

BACON, F. Novum Organum ou verdadeiras indicações acerca da interpretação da natureza. Pará de Minas: M&M Editores. 2003. p. 129.


O trecho acima revela uma característica fundamental da filosofia do inglês Francis Bacon, um dos inauguradores do ciclo moderno de pensamento.
Tal característica está adequadamente resumida em: 
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Q4272211 Filosofia
Na transição da modernidade para a contemporaneidade, as formas de subjetivação sofreram transformações significativas, influenciadas por mudanças tecnológicas, sociais e culturais. Essas transformações impactam diretamente o trabalho dos psicólogos educacionais, especialmente no que diz respeito à compreensão das experiências e comportamentos dos estudantes. Nesse contexto, qual das seguintes afirmações melhor descreve uma mudança chave na forma de subjetivação da modernidade para a contemporaneidade?
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Ano: 2023 Banca: IADES Órgão: SEE-DF Prova: IADES - 2023 - SEE-DF - Professor - Filosofia |
Q4243197 Filosofia

    De onde vieram os princípios racionais (identidade, não contradição, terceiro excluído e razão suficiente)? De onde veio a capacidade para a intuição (razão intuitiva) e para o raciocínio (razão discursiva)? Nascemos com eles? Ou nos seriam dados pela educação e pelo costume? Seriam algo próprio dos seres humanos, constituindo a natureza deles, ou seriam adquiridos através da experiência? Durante séculos, a Filosofia ofereceu duas respostas a essas perguntas. A primeira ficou conhecida como inatismo e a segunda, como empirismo.


CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Editora Ática, 2000, p. 85.


As duas respostas apresentadas podem ser associadas aos enfoques filosóficos distintos de René Descartes e de Francis Bacon. Com base na perspectiva filosófica desses dois pensadores, julgue (C ou E) o item a seguir. 

Francis Bacon, assim como Aristóteles, propôs que o raciocínio abdutivo deve ser empregado no campo científico, pois, por meio dele, se elimina a incerteza e a probabilidade do erro. 
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Q2364505 Filosofia
“Dizer que alguma coisa é natural ou por natureza significa dizer que essa coisa existe necessariamente (ou seja, não pode deixar de existir nem pode ser diferente do que é) e universalmente (ou seja, em todos os tempos e lugares) porque é efeito de uma causa necessária e universal. Essa causa é a natureza. Assim como é da natureza dos corpos serem governados por uma lei natural, também seria por natureza que os homens sentem, pensam e agem; e, por isso, haveria uma ‘natureza humana’”. CHAUÍ, Marilena. Iniciação à filosofia. São Paulo: Ática, 2014, p. 215. Levando em consideração apenas o trecho apresentado, é correto afirmar que: 
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Q2255030 Filosofia
Leia com atenção texto a seguir.
A denominada Filosofia Moderna, também conhecida como o Grande .................... Clássico, tem sua origem vinculada à tentativa de superar o pessimismo teórico do fim do século XVI e início do século seguinte, também conhecido como ..................... , a atitude filosófica que duvida da capacidade da razão humana para conhecer a realidade exterior e o ser humano.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
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Q2167472 Filosofia
Em sua reflexão filosófica, a existência assume um caráter especial, considerando o homem como indivíduo cuja condição existencial é marcada por “angústia, desespero e paradoxo”. Na visão do filósofo, o homem como indivíduo tem diante de si um conjunto de realidades possíveis, nas quais deve realizar escolhas e determinar o seu modo de existir. Portanto, o filósofo explica essa configuração existencial a partir da existência de três estágios: estético, ético e religioso. A qual filósofo e a qual contexto filosófico o contexto apresentado se refere?
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Q2063986 Filosofia
Muitas das discussões contemporâneas oriundas das novas ciências são referências de velhas discussões já acontecidas na Filosofia em outros contextos históricos, agora atualizadas em novos contextos. Uma dessas discussões é a relação entre o corpo e a mente, com propostas dualistas, monistas e “monismo anômalo” (Donald Davidson). Neurociência, Ciências Cognitivas, Ceticismo Científico são novos campos do saber que fazem uso da história da filosofia para realizar suas discussões e defesas de teses. A respeito do pensamento de Descartes, filósofo do século XVII e considerado por muitos como o fundador da ciência moderna, assinale a alternativa correta.
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Q4161260 Filosofia
Leia o texto a seguir:

“Mas o que sou eu, portanto? Uma coisa que pensa. Que é uma coisa que pensa? É uma coisa que duvida, que concebe, que afirma, que nega, que quer, que não quer, que imagina também e que sente. Certamente não é pouco se todas essas coisas pertencem à minha natureza. Mas por que não lhe pertenceriam? Não sou eu próprio esse mesmo que duvida de quase tudo, que, no entanto, entende e concebe certas coisas, que assegura e afirma que somente tais coisas são verdadeiras, que nega todas as demais, que quer e deseja conhecê-las mais, que não quer ser enganado, que imagina muitas coisas, mesmo mau grado seu, e que sente também muitas como que por intermédio dos órgãos do corpo? Haverá algo em tudo isso que não seja tão verdadeiro quanto é certo que sou e que existo, mesmo se dormisse sempre e ainda quando aquele que me deu a existência se servisse de todas as suas forças para enganar-me? [...] Que assim seja; todavia, ao menos, é muito certo que me parece que vejo, que ouço e que me aqueço; e é propriamente aquilo que em mim se chama sentir e isto, tomado assim precisamente, nada é senão pensar. Donde, começo a conhecer o que sou, com um pouco mais de luz e de distinção do que anteriormente” (DESCARTES, R. Meditações. In.: Descartes. 2. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1979. Col. Os Pensadores, p. 95).

Tendo como referência este texto do filósofo René Descartes (1596-1650) e as suas contribuições para a teoria do conhecimento, marque a alternativa que apresenta corretamente as concepções da filosofia cartesiana.
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Q4161244 Filosofia
Quem busca uma resposta ao ceticismo terá que enfrentar a questão do critério de verdade: como poderíamos nos certificar da verdade de uma proposição qualquer sobre o mundo? Este é um problema enfrentado, por exemplo, por René Descartes. Para este filósofo,

“a verdade é uma noção tão transcendentalmente clara que é impossível ignorá-la [...] com efeito, existem meios de examinar uma balança antes de usá-la, mas não existiriam meios de apreender o que é a verdade se nós não a conhecêssemos naturalmente.” (DESCARTES, R. Carta a Mersenne de 16 de outubro de 1639. Apud: FORLIN, E. A teoria cartesiana da verdade. São Paulo: Associação Editorial Humanitas; Ijuí: Ed. Unijuí/Fapesp, 2005. pp. 29-30).

Esse conhecimento primeiro sobre a verdade ganha diferentes versões ao longo do processo meditativo de Descartes.

A este respeito considere as seguintes assertivas:
I – Um primeiro critério de verdade utilizado por Descartes em sua meditação é a indubitabilidade. Ou, inversamente, tudo aquilo sobre o qual repousar a menor dúvida será tomado como falso.
II – Na enunciação do Cogito, a certeza que o indivíduo tem sobre sua própria existência desempenha o papel de critério de verdade. A indubitabilidade do Cogito decorre desta certeza absoluta que o indivíduo tem sobre sua própria existência.
III – A partir do Cogito, a certeza do sujeito torna- -se critério de verdade para qualquer proposição.
IV – Por fim, Descartes estabelece como regra geral que todas as coisas conhecidas claras e distintamente são verdadeiras.

Assinale a alternativa que contenha unicamente as assertivas verdadeiras:
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Q4140239 Filosofia
Disse o filósofo: “A razão não é nem exclusivamente razão objetiva nem subjetiva". Ora, a verdade está no objeto ou no sujeito? Portanto, a razão é unidade necessária do objeto e do sujeito. Segundo o filósofo em questão, a razão é um conjunto das leis do pensamento, isto é, os princípios, os procedimentos do raciocínio, a organização, o encadeamento e as relações próprias das coisas. Contudo, existe uma relação interna necessária: a lei do pensamento e a lei do real; em outras palavras, a unidade da razão “subjetivas e da razão objetiva” forma o que podemos entender pelo “espírito do absoluto”. Qual área da filosofia e qual filósofo foi mencionado no contexto acima? 
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Q4140237 Filosofia
Quando um professor de filosofia declara em sala de aula: “Penso, logo existo”, ele está simplesmente dizendo que sabe que é um ser pensante, que existe pensando, sem a necessidade de provas ou demonstrações. Ora, essa afirmação nos leva às modalidades do conhecimento na história da filosofia, trazendo a compreensão de que: 
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Ano: 2022 Banca: FCM Órgão: IF-BA Prova: FCM - 2022 - IF-BA - Professor PEBTT - Filosofia |
Q4116228 Filosofia

De acordo com a fenomenologia da liberdade proposta por Peter Strawson é correto afirmar que a liberdade

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Q2122851 Filosofia
        Os conceitos puros do entendimento não devem, pois, ser abstraídos das impressões dos sentidos, nem exprimir a receptividade das representações pelos sentidos, mas ter sua fonte na natureza do espírito; e não são, entretanto, nem o efeito do objeto, nem produzem o objeto.
Kant. Carta a Herz.

Considerando o fragmento da Carta a Herz, apresentado anteriormente, julgue o item que se segue.


Kant estabelece uma síntese entre racionalismo e empirismo na qual os pensamentos sem conteúdo são vazios e as intuições sem conceitos são cegas.

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Q2122848 Filosofia
        Pensais vós que, mesmo quando não prestamos atenção à significação das palavras e ouvimos tão somente o seu som, a ideia desse som, formada em nosso pensamento, seja alguma coisa de semelhante ao objeto que é sua causa? Um homem abre a boca, move a língua, solta sua respiração: nada vejo em todas essas ações que não seja muito diferente da ideia do som que elas nos fazem imaginar.
Descartes. O mundo ou o tratado da luz

A partir do fragmento de texto precedente, julgue o item subsequente.


O método cartesiano fundamenta na noção de evidência um critério para se pensar a verdade.

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Q2113789 Filosofia
“Belo” – junto com “gracioso”, “bonito” ou “sublime”, “maravilhoso”, “soberbo” ou expressões similares – é um adjetivo que usamos frequentemente para indicar algo que nos agrada. Parece que, nesse sentido, aquilo que é belo é igual àquilo que é bom e, de fato, em diversas épocas históricas criou-se um laço entre o belo e o bom. Se, no entanto, jugarmos com base em nossa experiência cotidiana, tendemos a definir como bom aquilo que não somente nos agrada, mas também aquilo que gostaríamos de ter. Infinitas são as coisas que consideramos boas: um amor correspondido, uma honesta riqueza, um quitute refinado, e em todos esses casos desejaríamos ter tal bem.
(Umberto Eco, em “História da beleza” (Storria della bellezza). [tradução Eliana Aguiar]. São Paulo: Editora Record, 2004. Umberto Eco: da beleza e da feiura – Revista Prosa Verso e Arte.)
A estética é um ramo da filosofia que se ocupa das questões tradicionalmente ligadas à arte, como o belo, o feio, o gosto, os estilos e as teorias da criação e da percepção artísticas. Do ponto de vista estritamente filosófico, a estética estuda racionalmente o belo e o sentimento que este desperta nos homens. Para David Hume, filósofo, historiador, ensaísta e diplomata escocês, um dos mais importantes filósofos modernos do Iluminismo: 
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Q2113777 Filosofia
O Ideal científico de Descartes baseia-se na concepção de que os componentes reais do mundo são matéria e movimento. Por matéria, deve-se compreender como sendo uma extensão compacta, cujas alterações só podem ser oriundas da fragmentação. Já o movimento é para Descartes o transporte de uma matéria “de um corpo que se toca à vizinhança de qualquer outro”, conforme explica, Gilles-Gaston Granger. De acordo com essa perspectiva, em vez da noção de vazio, existem os deslocamentos de parte da matéria que se alternam, umas às outras.
(GRANGER, 1994-In.: Revista Filosofia, ciência e vida. Editora EscalaAno VI- Edição 82 – maio/2013.)
Descartes estabelece, dentre outras concepções de suas teorias, uma cisão; assinale-a. 
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Q2102232 Filosofia
Analise as afirmativas abaixo sobre a pedagogia kantiana.
1. Resultou das suas experiências como tutor doméstico de crianças e dos cursos ministrados em universidades.
2. Parte do princípio de que o ser humano precisa ser educado, pois somente se torna humano através da educação.
3. Os animais nascem com instinto, característica que os aproxima do caráter humano, pois, com a domesticação, assume atitudes que podem ser consideradas morais.
4. A educação deve impedir que a selvageria e a animalidade prejudiquem o caráter humano.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Q2102230 Filosofia
A proposta filosófica de Spinoza não priorizava a elaboração de uma metodologia capaz de servir de guia para o conhecimento teórico-abstrato, mas a busca da verdade capaz de dar sentido à:
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Respostas
41: C
42: B
43: C
44: A
45: E
46: C
47: E
48: A
49: E
50: C
51: B
52: C
53: A
54: C
55: C
56: C
57: B
58: B
59: C
60: E