🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Sobre filosofia

Questões Discursivas

Foram encontradas 4.472 questões

Q2013425 Filosofia
Leia o texto a seguir: “Os pensamentos da classe dominante são também, em todas as épocas, os pensamentos dominantes, ou seja, a classe que tem o poder material dominante numa dada sociedade é também a potência dominante espiritual. A classe que dispõe dos meios de produção material dispõe igualmente dos meios de produção intelectual, de tal modo que o pensamento daqueles a quem são recusados os meios de produção intelectual está submetido igualmente à classe dominante. Os pensamentos dominantes nada mais são do que a expressão idealizada das relações materiais dominantes, portanto, a expressão das relações que fazem de uma classe a classe dominante; em outras palavras, são as ideias de sua dominação” (MARX, Karl. A ideologia alemã. São Paulo: Martins Fontes, 1998, p. 48. Adaptado).
Marx, no trecho acima, está se referindo à ideologia, cuja função é fazer com que as ideias 
Alternativas
Q2013423 Filosofia
Leia o texto a seguir: “Até agora se supôs que todo o nosso conhecimento tinha que se regular pelos objetos; porém todas as tentativas de mediante conceitos estabelecer algo a priori sobre os mesmos, através do que ampliaria o nosso conhecimento, fracassaram sob esta pressuposição. Por isso tente-se ver uma vez se não progredimos melhor nas tarefas da metafísica admitindo que os objetos têm que se regular pelo nosso conhecimento” (KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. São Paulo: Abril Cultural, 1980, p. 12. Adaptado).
Nesta passagem, Kant apresenta sua proposta de fazer uma “revolução copernicana” na metafísica, que consistiria em fazer com que o conhecimento do objeto dependesse de
Alternativas
Q2013420 Filosofia
Leia o seguinte diálogo, entre Adso de Melk e Guilherme de Baskerville, personagens do romance "O nome da rosa", de Umberto Eco, cuja história se passa na Itália no final do ano de 1327.
Adso: "Porém, quando vós lestes as pegadas sobre a neve e nos ramos, ainda não conhecíeis (o cavalo) Brunello. De certo modo, os rastros nos falavam de todos os cavalos, ou pelo menos de todos os cavalos daquela espécie. Não devemos então dizer que o livro da natureza nos fala só por meio de essências, como afirmam admiráveis filósofos?" [...] Guilherme: "Só então soube que meu raciocínio anterior me levara para perto da verdade. De modo que as ideias, que eu usava antes para figurar-me um cavalo que ainda não tinha visto, eram puros signos, como eram signos da ideia de cavalo as pegadas (que vimos) sobre a neve: e usam-se signos e signos de signos apenas quando nos fazem falta as coisas". Adso (refletindo sobre o seu mestre Guilherme): "Outras vezes eu o tinha escutado falar com muito ceticismo das ideias universais e com grande respeito das coisas individuais: e depois parece que essa tendência ele a tivesse tanto por ser britânico como por ser franciscano". (ECO, Umberto. O nome da rosa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983. p. 42-43. Adaptado).
O título do livro, “O nome da rosa”, faz referência a um importante debate filosófico ocorrido na Idade Média acerca do valor e da exatidão dos nomes (palavras), principalmente em relação ao conhecimento científico. O diálogo acima entre Adso e Guilherme retrata bem esse debate filosófico, sendo que Adso representa a corrente filosófica chamada de ________ e Guilherme a chamada de _____________.
As duas lacunas do texto são preenchidas corretamente por: 
Alternativas
Q2013419 Filosofia
Leia o texto a seguir: “Para não correr o risco de se enganar, Descartes decide considerar falso o que é só verossímil. Começa, pois, por submeter tudo à dúvida: ‘Suponho que todas as coisas que vejo são falsas. Fixome bem que nada existiu de tudo o que minha memória me representa. Penso não ter nenhum órgão de sentidos. Creio que o corpo, a figura, a extensão, o movimento e o lugar são invenções do meu espírito. Então, o que posso considerar verdadeiro?’. Não é uma dúvida psicológica, nem a dúvida dos céticos. Ao contrário. Essa dúvida hiperbólica está a serviço de fortalecer um espírito que busca a certeza. Eis o que resta: ‘Embora eu quisesse pensar que tudo era falso, era preciso necessariamente que eu, que assim pensava, fosse alguma coisa. Observando que essa verdade, 'penso, logo sou', era tão firme e sólida que nenhuma das mais extravagantes hipóteses dos céticos seria capaz de abalá-la, julguei que podia aceitá-la como o princípio primeiro da filosofia que procurava" (BENJAMIN, César. Folha de São Paulo, São Paulo, 18 de setembro de 2011, http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrissima/il1809201105.htm).
Conforme o trecho acima, Descartes, com o argumento do “penso, logo existo”, busca alcançar 
Alternativas
Q2013418 Filosofia
Leia o texto a seguir: “Heráclito dizia que tudo flui, nada persiste nem permanece o mesmo. O ser não é mais que o vir a ser. Tu não podes descer duas vezes no mesmo rio. Já Parmênides dizia que seria contraditório buscar a essência naquilo que está sempre mudando. O ser é e o não ser não é” (COTRIM, Gilberto. Fundamentos de Filosofia. São Paulo: Saraiva, 2013, p. 209-210. Adaptado).
De acordo com o texto acima, Heráclito se contrapõe a Parmênides, porque ele defende
Alternativas
Q2013417 Filosofia
Leia o texto a seguir: “Um aspecto importante da filosofia de Santo Tomás de Aquino são suas provas da existência de Deus. Em seu livro, a Suma teológica, ele propõe as seguintes cinco vias como provas: o primeiro motor, a causa eficiente, a distinção entre ser necessário e ser contingente, os graus de perfeição e a finalidade do ser” (COTRIM, Gilberto. Fundamentos de Filosofia. São Paulo: Saraiva, 2013, p. 246. Adaptado).
Com exceção da quarta prova, os graus de perfeição, todas as outras provas compartilham de uma mesma ideia básica, que é a seguinte:
Alternativas
Q2013416 Filosofia
Leia o texto a seguir: “Muita gente imaginou repúblicas e principados que nunca se viram nem jamais foram reconhecidos como verdadeiros. Vai tanta diferença entre o como se vive e o modo por que se deveria viver, que quem se preocupar com o que se deveria fazer em vez do que se faz aprende antes a ruína própria, do que o modo de se preservar; e um homem que quiser fazer profissão de bondade é natural que se arruíne entre tantos que são maus” (MAQUIAVEL, Nicolau. O príncipe. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 69. Adaptado).
O trecho acima se refere ao esforço de Maquiavel em conceber a política como autônoma em relação à ética. Ele consegue isso distinguindo entre 
Alternativas
Q2013414 Filosofia
Leia o texto a seguir: “Hume questiona a realidade objetiva da causalidade. Para ele, o conhecimento dessa relação não se obtém em nenhum caso pelo raciocínio a priori, mas apenas pela experiência, quando descobrimos que objetos particulares estão em conjunção uns com os outros e, por força do hábito, consideramos que diante de um objeto, sempre teremos o outro” (MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004, p. 183. Adaptado).
Segundo o texto acima, Hume considera que a causalidade não é um princípio a priori universal e necessário existente nos objetos, mas o resultado de 
Alternativas
Q2013413 Filosofia
Leia o texto a seguir: “Para Husserl, a consciência não é uma coisa entre as coisas, não é um fato observável, nem uma substância pensante. A consciência é pura atividade, o ato de constituir essências ou significações, dando sentido ao mundo das coisas. A essência da consciência é ser sempre consciência de alguma coisa, a que Husserl dá o nome de intencionalidade” (CHAUI, Marilena. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 1994. p. 237. Adaptado).
Segundo o texto acima, intencionalidade, para Husserl, é
Alternativas
Q2013412 Filosofia
Leia o texto a seguir: “Não se nasce mulher, torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico ou econômico define a forma que a mulher ou a fêmea humana assume no seio da sociedade” (BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo. v. II. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. p. 9. Adaptado).
Com o trecho acima, Beauvoir afirma que ser mulher é uma
Alternativas
Q2013411 Filosofia
Leia o texto a seguir: “Perguntando se o livre-arbítrio vem de Deus, conclui que sim, sendo que quando se age mal é porque se fez a escolha errada. Santo Agostinho procura assim dar conta da relação entre a natureza humana criada por Deus, a vontade livre que Deus deu ao homem e a possibilidade de o homem escolher entre fazer o bem e o mal. Sem a vontade livre o ser humano não seria responsável por seus atos” (MARCONDES, Danilo. Textos básicos de ética. RJ: Zahar, 2007. p.53-54. Adaptado).
Segundo o texto acima, para Santo Agostinho, é fundamental que os homens tenham livre-arbítrio, para que Deus não 
Alternativas
Q2013407 Filosofia
Leia o texto a seguir:
“Platão distingue o mundo sensível, o dos fenômenos, do mundo inteligível, o das idéias. O mundo sensível, percebido pelos sentidos, é o local da multiplicidade, do movimento; é ilusório, pura sombra do verdadeiro mundo. O mundo inteligível é alcançado pela dialética ascendente, que fará a alma elevar-se das coisas múltiplas e mutáveis às idéias unas e imutáveis” (ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofando. São Paulo: Moderna, 2013, p. 119. Adaptado).
Interpretando o texto acima, a relação da verdade com o mundo sensível e com o mundo inteligível é:
Alternativas
Q2013406 Filosofia
Leia o texto a seguir:
“Os Sofistas surgem na Grécia antiga, século V a. C. na passagem da oligarquia para a democracia. São os mestres de retórica e oratória, muitas vezes mestres itinerantes, que percorrem as cidadesestados fornecendo seus ensinamentos, sua técnica, suas habilidades aos cidadãos em geral. Eram relativistas. Sócrates também ensinava nas praças públicas através de perguntas e respostas que despertavam a verdade que está no interior de cada um. Sócrates afirmava que a opinião (doxa) é uma expressão individual, já o conhecimento (episteme) é universal. Desta forma, os sofistas ensinavam a retórica para convencer aos outros que sua opinião é a melhor e Sócrates ensinava a dialética, que através de questionamentos (só sei que nada sei) levava ao conhecimento verdadeiro” (MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004, p. 42-48. Adaptado).
De acordo com o texto acima, Sócrates não era um sofista, pois ele 
Alternativas
Q2013405 Filosofia
Leia o texto a seguir: “O homem primeiramente existe, se descobre, surge no mundo; e só depois se define. O homem, tal como o concebe o existencialista, se não é definível, é porque primeiramente não é nada. Só depois será alguma coisa e tal como a si próprio se fizer. O homem é como ele se concebe depois da existência, como ele se deseja após este impulso para a existência; o homem não é mais que o que ele faz.” (SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo. Lisboa: Presença, 1970, p.216. Adaptado).
No texto acima, Sartre se refere ao primeiro princípio do existencialismo: a existência precede a essência.
Segundo esse princípio, somente os seres humanos possuem liberdade, porque são os únicos seres que agem de acordo com um projeto
Alternativas
Q2013404 Filosofia
Leia o texto a seguir: “Porque enquanto cada homem detiver seu direito de fazer tudo quanto queira, todos os homens se encontrarão numa condição de guerra.” (HOBBES, T. Leviatã. SP: Nova Cultural, 2004. p. 114. Adaptado)
O pensador inglês Thomas Hobbes acredita que, para evitar a guerra, os homens devem se associar e determinar a autoridade de um poder central (o Estado), capaz de assegurar a paz entre seus membros. Essa autoridade precisa
Alternativas
Q2009144 Filosofia
Sobre a definição de ética, marque a opção CORRETA.
Alternativas
Q1997714 Filosofia
A perspectiva segundo a qual o sujeito constrói seus conhecimentos pela interação deste (do sujeito) com o objeto de conhecimento, bem como pela interação com outros sujeitos, é denominada de
Alternativas
Q1789870 Filosofia
Muitas foram as respostas elaboradas ao longo do tempo sobre as origens e as associações políticas, o poder político e a necessidade de criação do Estado. A esse respeito, relacione a COLUNA I com a COLUNA II, associando os filósofos políticos às suas teorias. COLUNA I 1. Platão (428–347 a.C.) 2. Aristóteles (384–322 a.C.) 3. Nicolau Maquiavel (1469–1527) 4. Thomas Hobbes (1588–1679) 5. John Locke (1632–1704) 6. Charles de Secondat de Montesquieu (1689–1755) 7. Jean-Jacques Rousseau (1712–1778)
COLUNA II ( ) Em sua investigação, concluiu que o ser humano, embora vivendo em sociedade, não possui o instinto natural da sociabilidade. Cada indivíduo encara seu semelhante como um concorrente que precisa ser dominado; e onde não houve o domínio de um indivíduo sobre o outro, existirá sempre uma competição intensa. ( ) Valoriza os valores da vida natural e ataca a corrupção, a avareza e os vícios da sociedade civilizada. Exalta a liberdade e se contrapõe à falsidade e ao artificialismo da vida civilizada. Além de investigar a origem do poder político, investigou também a existência ou não de uma justificativa válida para os indivíduos, originalmente livres, terem submetido sua liberdade ao poder político do Estado, além de se preocupar com a legitimidade desse poder. ( ) O ser humano é por natureza um ser social, pois, para sobreviver, não pode ficar completamente isolado de seus semelhantes. A organização social adequada à natureza humana é a polis, presente entre as realidades que existem naturalmente, e o homem é por natureza um animal político. ( ) Ao refletir sobre a possibilidade de abuso de poder nas monarquias, propôs que se estabelecesse a divisão do poder político em três instâncias, com a intenção de que elas fossem harmônicas entre si. ( ) Na política, há uma distância entre o ideal e a realidade. Por isso, afastou-se da concepção idealizada de política e centrou sua reflexão na constatação de que o poder político tem como função regular as lutas e tensões entre os grupos sociais, os quais, em seu entendimento, eram basicamente dois: o grupo dos poderosos e o povo. Para esse filósofo, a política tem como objetivo a manutenção do poder do Estado. ( ) Sua concepção de política é aristocrática, por supor que a grande massa de pessoas é incapaz de dirigir a cidade e que apenas uma parcela da elite, os sábios, está apta a exercer o poder político. ( ) Ao refletir sobre a origem do poder político e sua necessidade de congregar os seres humanos, a falta de uma normatização geral leva à situação em que cada qual seria o seu próprio juiz, engendrando problemas nas relações entre os indivíduos. Por isso teve-se a necessidade de criação do Estado, para garantir a segurança dos indivíduos. Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q1789865 Filosofia
Analise as afirmativas a seguir relativas à ética e à moral, conceitos indispensáveis à filosofia.
I. A palavra moral vem da palavra “costumes” e refere-se ao conjunto de normas que orientam o comportamento humano, tendo como base os valores próprios de uma dada comunidade ou cultura. II. Ética é uma disciplina filosófica que investiga o que é a moral, como ela se fundamenta e se aplica. Investiga os diversos sistemas morais elaborados pelos seres humanos, buscando compreender a fundamentação das normas e interdições próprias a cada um, além de explicitar as concepções sobre o ser humano e a existência humana que o sustentam. III. O fato de as comunidades humanas serem distintas, tanto no espaço como no tempo, faz com que os valores sejam também distintos de uma comunidade para a outra, motivo pelo qual se pode afirmar que os códigos morais das comunidades podem ser diferentes.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q1789864 Filosofia
Sócrates é considerado um marco divisório da filosofia grega, motivo pelo qual aqueles que o antecederam são conhecidos como pré-socráticos, e os que o sucederam, como pós-socráticos. Sobre a filosofia socrática, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Respostas
3321: B
3322: D
3323: E
3324: B
3325: C
3326: A
3327: D
3328: B
3329: C
3330: C
3331: D
3332: A
3333: B
3334: E
3335: D
3336: B
3337: E
3338: C
3339: D
3340: C