Questões de Concurso Comentadas sobre filosofia e a grécia antiga em filosofia

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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - FILOSOFIA - Licenciatura |
Q3709015 Filosofia
A crítica de Sócrates ao saber, aparentemente negativa, tem dupla significação. De um lado, supõe que o saber e a verdade devem ser engendrados pelo próprio indivíduo. Por isso Sócrates afirma que se contenta, na discussão com outrem, em desempenhar o papel de parteiro. Ele mesmo não sabe nada e não ensina nada, mas contenta-se em questionar, e são suas questões, suas interrogações, que auxiliam seus interlocutores a parir “sua” verdade. Essa imagem nos permite entender bem que é na alma que se encontra o saber e que ao indivíduo cabe descobri-la, até que ele descubra, graças a Sócrates, que seu saber era vazio. Na perspectiva de seu próprio pensamento, Platão exprimirá miticamente essa ideia, dizendo que todo conhecimento é reminiscência de uma visão que a alma teve em uma existência anterior.

HADOT, P. O que é a filosofia antiga? São Paulo: Loyola, 1999 (adaptado).
Em sala de aula, um professor expõe e promove o uso da dialética socrática-platônica para provocar nos estudantes um contato mais direto com o pensamento antigo. Uma proposta que faz com que eles experimentem esse modelo investigativo a fim de identificar as peculiaridades dessa dialética é
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - FILOSOFIA - Licenciatura |
Q3709014 Filosofia
E se lhe fosse necessário julgar daquelas sombras em competição com os que tinham estado sempre prisioneiros, no período em que ainda estava ofuscado, antes de adaptar a vista – e o tempo de se habituar não seria pouco – acaso não causaria o riso, e não diriam dele que, por ter subido ao mundo superior, estragara a vista, e que não valia a pena tentar a ascensão? E a quem tentasse soltá-los e conduzi-los até em cima, se pudessem agarrá-lo e matá-lo, não o matariam?
PLATÃO. A República. São Paulo: Fundação Calouste Gulbenkian, 1987.

Com base no Mito da caverna, um professor propôs uma atividade em que os estudantes deveriam responder à seguinte problemática: libertar-se ou ser libertado? As respostas seriam postadas em uma plataforma interativa e expostas em tempo real perante toda a turma, a fim de suscitar interação, debate e embate de ideias. Ao relacionar o pensamento de Platão ao uso de TDICs, esse professor
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - FILOSOFIA - Licenciatura |
Q3709004 Filosofia
E isto porque a experiência é conhecimento dos singulares, e a ciência, dos universais; e, por outro lado, porque as operações e as gerações todas dizem respeito ao singular. Não é o Homem, com efeito, a quem o médico cura, se não por acidente, mas Cálias ou Sócrates, ou a qualquer um outro assim designado, ao qual aconteceu também ser homem. Portanto, quem possua a noção sem a experiência, e conheça o universal ignorando o particular nele contido, enganar-se-á muitas vezes no tratamento, porque o objeto da cura é, de preferência, o singular.
ARISTÓTELES. Metafísica. São Paulo: Abril Cultural, 1973 (adaptado).

Esse trecho pode ser usado como modelo em sala de aula, visto que o ensino da filosofia
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - FILOSOFIA - Licenciatura |
Q3708996 Filosofia
Muitos estudiosos têm procurado fixar um método socrático. Fala-se de maiêutica, intelectualismo, diálogo, como princípios metodológicos que conformariam um modo socrático de exercer a posição docente. Porém, uma leitura atenta dos testemunhos mostra uma figura complexa, paradoxal, impossível de fechar numa figura monocórdia, uniforme, consistente. Com efeito, Sócrates transita por caminhos encontrados; diz que não sabe, mas sabe que não sabe e se o saber dos outros pode ou não ser sabido; diz que se investiga a si próprio, mas parece não aceitar ser confrontado; afirma o valor do exame, mas não parece disposto a examinar o que seus interlocutores não querem aceitar… enfim, não há um Sócrates, mas muitos modos, encontrados, de transitar o caminho da filosofia sob esse nome. Contudo, alguns princípios parecem subsistir para pensar, contemporaneamente, a questão metodológica do ensino de Filosofia. Eles se encontram no que poderíamos chamar de as principais possibilidades de pensar a metodologia do ensino de Filosofia.
GUIDO, H.; GALLO, S.; KOHAN, W. O. Princípios e possibilidades para uma metodologia filosófica do ensino de filosofia.
In: CARVALHO, M.; CORNELLI, G. (Orgs.). Ensinar filosofia. Cuiabá: Central de Textos, 2013.

Quais etapas teórico-metodológicas se fundamentam em princípios coerentes com a Filosofia socrática que subsidiam o ensino da filosofia na contemporaneidade?
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Q3686496 Filosofia

Método Socrático


O método socrático, baseado na maiêutica, propõe a construção do conhecimento pelo diálogo, pela problematização e pela reflexão crítica. No contexto atual, aproxima-se de propostas de aprendizagem ativa e colaborativa.



Assinale a alternativa correta.

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Q3679973 Filosofia
Leia com atenção o texto a seguir:

Praticamente todos os textos de Platão forma escritos em forma ................................... de e chegaram quase que integralmente até os filósofos posteriores.
Para Platão, a filosofia deveria ter como ponto de partida ........................................ . Através da análise crítica o filósofo buscaria superar as opiniões divergentes e estabelecer o consenso, que não seria atingido por nenhuma revelação divina, inspiração misteriosa ou autoridade exterior.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
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Q3679961 Filosofia
Na sua evolução, a filosofia conheceu vários períodos, como pré-socrático, socrático, sistemático, todos definidos segundo características que demonstram mudanças e enriquecimento dos seus conteúdos e temas. Aquele que é considerado pelos estudiosos como o último período da filosofia antiga, quando a polis grega desaparece como centro político e deixa de ser referência principal para os filósofos, uma vez que a Grécia se encontra sob o poderio do Império Romano. Os filósofos passam a afirmar que o mundo era sua cidade e eles eram cidadãos do mundo.

Esse período é conhecido como helenístico ou da filosofia:
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Q3679960 Filosofia
Leia com atenção o texto a seguir:

Dizem os historiadores da Filosofia que ela possui data e local de nascimento, fim do século VII a.C. e início do século VI a.C., nas colônias gregas da Ásia Menor, na cidade na qual nasceu aquele que é conhecido como o primeiro filosofo, .................................... . Por outro lado, a filosofia possui um conteúdo preciso ao nascer: é uma ......................................... , ou seja, ela nasce como conhecimento racional da ordem do mundo ou da natureza.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
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Q3675278 Filosofia
A religião, em geral, e os mitos, em particular, têm uma função explicativa para o grupo social ou para a sociedade em que se manifesta. Ao narrar para si o seu começo e o início de toda a realidade, determinada sociedade engendra uma: 
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Q3675264 Filosofia
Platão olhava com admiração para a forma de organização política de Esparta, embora fosse crítico ao fato de essa cidade honrar mais os guerreiros do que os sábios. A forma de governo espartana era, para Platão, a mais próxima da república ideal e caracterizava-se por ser uma: 
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Q3675263 Filosofia
Norberto Bobbio lembra que “[...] Platão identifica as peculiaridades morais – isto é, os vícios e as virtudes – das respectivas classes de dirigentes”. No pensamento platônico, isso é importante porque correlaciona o tipo de indivíduo à sua forma de governar, de modo que suas características pessoais afetam o ambiente social como um todo. Sobre o tema, analise o trecho abaixo:
“[...] é severo com os criados, mas não deixa de ter consciência deles, como quem recebeu uma educação perfeita; é brando para com os homens livres, submetendo-se inteiramente à autoridade; desejoso do comando, amante das honrarias, aspira a comandar não pela virtude das suas palavras, ou por outra qualidade qualquer do mesmo gênero, mas sim pela sua atividade bélica, pelo talento militar; terá igualmente a paixão da ginástica e da caça” (549a).
O tipo de governante a que o trecho se refere é o: 
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Q3675257 Filosofia
Aristóteles apresenta, em “Ética a Nicômaco”, uma concepção filosófica na qual as virtudes têm um papel central. Nesse sentido, é correto afirmar que, de acordo com o pensamento aristotélico, a virtude é: 
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Q3675256 Filosofia
A noção de virtude grega é caracterizada por não comportar um sentido apenas moral. Assim, a análise desse conceito não se restringe somente ao campo da ética. Sócrates, no diálogo platônico “Mênon”, assume a posição sobre a natureza da virtude. Na obra, sustenta-se que a virtude: 
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Q3673374 Filosofia
O trecho a seguir foi selecionado do início do Livro VII da República de Platão e descreve o que poderia acontecer ao escravo que havia escapado de uma certa caverna, caso decidisse retornar ao espaço subterrâneo:


“- Se, naquele tempo, entre eles [os prisioneiros que permaneceram na caverna] havia honras, louvores e também prêmios concedidos a quem observasse com um olhar mais aguçado os objetos que desfilassem diante deles e se lembrasse melhor do que costumava vir antes, depois ou simultaneamente e, a partir disso, tivesse mais capacidade para adivinhar o que estivesse por vir, na tua opinião, não achas que ele [o prisioneiro liberto que retorna à caverna] cobiçaria essas recompensas e invejaria os que entre eles fossem honrados e tivessem poder? Ou achas que ele passaria pela experiência de que fala Homero e preferiria, no trabalho da terra, sendo escravo de outro homem sem posses, sofrer qualquer coisa que fosse, a ter aquelas opiniões e viver daquela maneira?     - É assim, disse ele, que eu penso. Estaria mais disposto a sofrer o que fosse que a viver daquele modo.     - Reflete sobre isto! disse eu. Se, de novo, esse fulano descesse e se sentasse naquele mesmo local, não ficaria com os olhos toldados pela escuridão ao sair de repente do sol?     - É bem isso que aconteceria, disse.     - E se ele, a respeito da significação daquelas sombras precisasse competir com os que continuavam como prisioneiros, no momento em que sua visão estivesse fraca e antes que seus olhos estivessem bem - e esse tempo de acomodação não seria muito curto -, será que não seria motivo de riso? Não diriam dele que, tendo ido lá para cima, tinha voltado com os olhos lesados e que não valia a pena nem mesmo tentar ir até lá? E a quem tentasse libertá-los e conduzi-los lá para cima, se de alguma forma pudessem segurá-lo com suas mão e matá-lo, eles não o matariam? - É bem isso que faria, disse”.
Fonte: (PLATÃO. A república. Tradução Anna Lia Amaral de Almeida Prado. São Paulo: Martins Fontes, 2006. p. 270). 



Ao analisarmos os sentidos que podem ser hauridos da Alegoria da Caverna, com especial atenção à motivação do possível regresso do escravo, podemos afirmar que ele retornaria à caverna
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Q3673373 Filosofia
Leia o trecho de diálogo a seguir para responder à questão.

Teeteto: Ah sim, Sócrates. Na verdade, uma vez ouvi alguém fazer essa distinção. Eu me esquecera disso, mas agora me lembro. Dizia ele que o conhecimento é a opinião verdadeira associada ao discurso racional, mas que a opinião verdadeira dissociada da explicação racional sai do âmbito do conhecimento; e que matérias que carecem de uma explicação racional são incognoscíveis [...] enquanto aquelas que contam uma explicação racional são cognoscíveis”
Fonte: (PLATÃO. Teeteto. In: ____. Diálogos I. Tradução e notas Edson Bini. Bauru: Edipro, 2007. Coleção Clássicos Edipro. p. 139).

Neste trecho do diálogo entre Sócrates e Teeteto, Platão apresenta três elementos explicativos que, juntos, caracterizam a definição clássica de conhecimento. A saber, esses elementos são
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Q3673372 Filosofia

Leia o seguinte trecho de diálogo para responder à questão



Estrangeiro: Então eu formarei um discurso [uma sentença] para ti no qual uma ação e o resultado da ação estão combinados através de um nome e um verbo e me dirás sobre o que é o discurso [o sujeito da sentença].

Teeteto: Eu o farei o melhor que puder.

Estrangeiro: ‘Teeteto senta’. Não é um longo discurso, é? Teeteto: Não, é razoavelmente curto.

Estrangeiro: Agora cabe a ti dizer sobre o que é e qual é o seu sujeito.

Teeteto: Está claro que é sobre mim e que sou eu o seu sujeito.

[...]

Estrangeiro: ‘Teeteto, com quem estou falando agora, voa’.

Teeteto: Todos se disporiam a concordar que esse também é sobre mim e que sou seu sujeito.

Estrangeiro: Mas concordamos que todo discurso (sentença) tem necessariamente uma particular qualidade.

Teeteto: Sim.

Estrangeiro: Ora, que qualidade deveríamos atribuir a cada um desses discursos (sentenças)?

Teeteto: Suponho que uma é falsa, ao passo que a outra é verdadeira.

Estrangeiro: A verdadeira indica fatos como são sobre ti.

Teeteto: Certamente.

Estrangeiro: Enquanto a falsa indica coisas diferentes dos fatos.

Teeteto: Sim.”


Fonte: (PLATÃO. Sofista. In: ____. Diálogos I. Tradução e notas Edson Bini. Bauru: Edipro, 2007. Coleção Clássicos Edipro. p. 236-237).



A teoria da verdade representada neste trecho é a

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Q3673366 Filosofia
Na obra A República, Platão desenvolve a sua filosofia sobre a Cidade Ideal e a sua relação com a Justiça. Nenhuma cidade pode ser a ideal sem pensar o que é a justiça e o que constitui a sua natureza; como ela orienta as paixões e a razão, gerando a virtude e assim situando cada pessoa mediante aquilo com que ela pode contribuir na construção da cidade. Àqueles cuja virtude produz o saber das coisas práticas, cabe assumi-las e as realizar, e, assim, a Justiça se conserva na Pólis. Àqueles cuja virtude é a disciplina militar, compete-lhes a estratégia e a organização em tropas. É reservado àqueles que podem pensar a Justiça e alcançam a sua ideia o governo da Cidade e a realização da Justiça mediante o bom e correto julgamento das realidades. Sobre as realidades, Platão as distinguiu numa célebre alegoria, que está no Livro VII e que recebeu o nome de Alegoria da Caverna. Nela, uma ideia é fundamental para a compreensão da distinção que o filósofo faz dos tipos de alma que constituem o ser humano e lhe permite, mediante o seu exercício rigoroso, contemplar as coisas à luz do sol e na sua falta, satisfazer-se à projeção das chamas da fogueira; essa ideia é a de
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Q3673336 Filosofia
Os pré-socráticos foram os primeiros a buscar um princípio fundamental para a origem do universo (a arkhé), diferenciando-se de explicações mitológicas. a Sobre esses princípios, é correto afirmar: 
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Q3661783 Filosofia
“Por natureza, todos os seres humanos inclinam-se ao saber. Sinal disso é seu apreço pelas sensações. De fato, abstração feita de sua utilidade, elas são apreciadas por si mesmas e, dentre todas, sobretudo, as visuais”. (Aristóteles, Metafísica, Livro A (1980).
Segundo Aristóteles, o desejo humano pelo conhecimento requer uma definição ampliada das diversas formas do conhecimento, considerando seu processo de formação. Para compreender este processo, desde as sensações até o saber teórico, mostra que o conhecimento verdadeiro é mais elevado
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Ano: 2025 Banca: UNEB Órgão: SEC-BA Prova: UNEB - 2025 - SEC-BA - Professor - Física |
Q3626630 Filosofia
A cosmologia aristotélica apresentava um modelo de universo finito, eterno e hierarquicamente organizado, que exerceu profunda influência sobre a astronomia e a filosofia por séculos. Este modelo geocêntrico era baseado em uma distinção fundamental entre o mundo celeste e o terrestre. Acerca da estrutura do cosmos segundo Aristóteles, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.

(__)O modelo cosmológico aristotélico era heliocêntrico, com o Sol ocupando o centro imóvel do universo e todos os planetas, incluindo a Terra, girando ao seu redor em esferas cristalinas.
(__)O universo era dividido em duas regiões distintas: o mundo sublunar (terrestre), sujeito à geração e à corrupção, composto pelos quatro elementos (terra, água, ar e fogo); e o mundo supralunar (celeste), perfeito e imutável.
(__)Fenômenos como cometas, meteoros e a Via Láctea eram considerados eventos celestes que ocorriam na região dos planetas e das estrelas fixas, sendo, portanto, compostos pelo mesmo elemento perfeito dos astros.
(__)Os corpos celestes, como os planetas e as estrelas, eram compostos por um quinto elemento, o éter ou quintessência, e realizavam movimentos circulares uniformes e eternos, considerados os mais perfeitos.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Respostas
101: C
102: D
103: C
104: B
105: D
106: E
107: E
108: A
109: D
110: B
111: A
112: E
113: E
114: D
115: C
116: B
117: B
118: D
119: E
120: C