Questões de Concurso
Comentadas sobre filosofia e a grécia antiga em filosofia
Foram encontradas 767 questões
- Jovem ateniense de família aristocrática;
- Praticante notável de esportes e interessado por política;
- Escreveu os diálogos socráticos, as principais fontes de conhecimento sobre os pensamentos de seu professor;
- Fundou a Academia, instituição de ensino de Filosofia e Política para os jovens atenienses;
- Fundou o Idealismo, doutrina filosófica que atribui ao conhecimento meramente racional e às Ideias a centralidade na busca pela verdade sem possibilidade de erro;
- Caráter concupiscível: mais ligado à liberdade e aos desejos, é o caráter de pessoas mais afeitas ao trabalho manual e artesanal;
- Caráter irascível: por serem dominadas por impulsos de raiva, essas pessoas estariam aptas ao serviço militar;
- Caráter racional: esse tipo de caráter estaria, mais próximo da racionalidade e, concomitantemente, da justiça, o que conferiria às pessoas que o têm a capacidade de governar, ou seja, de atuar na política.
O trecho acima relaciona-se com o seguinte Filósofo Antigo:
Sobre os conceitos e matrizes filosóficas em Sócrates, Platão e Aristóteles, identifique a alternativa correta.
EPICURO. Carta sobre a felicidade (a Meneceu). São Paulo: Unesp, 2002.
Ao correlacionar o texto com o contexto atual das redes sociais, o ensino da filosofia colabora na
PLATÃO. A República. São Paulo: Fundação Calouste Gulbenkian, 1987.
Com base no Mito da caverna, um professor propôs uma atividade em que os estudantes deveriam responder à seguinte problemática: libertar-se ou ser libertado? As respostas seriam postadas em uma plataforma interativa e expostas em tempo real perante toda a turma, a fim de suscitar interação, debate e embate de ideias. Ao relacionar o pensamento de Platão ao uso de TDICs, esse professor
ARISTÓTELES. Metafísica. São Paulo: Abril Cultural, 1973 (adaptado).
Esse trecho pode ser usado como modelo em sala de aula, visto que o ensino da filosofia
GUIDO, H.; GALLO, S.; KOHAN, W. O. Princípios e possibilidades para uma metodologia filosófica do ensino de filosofia.
In: CARVALHO, M.; CORNELLI, G. (Orgs.). Ensinar filosofia. Cuiabá: Central de Textos, 2013.
Quais etapas teórico-metodológicas se fundamentam em princípios coerentes com a Filosofia socrática que subsidiam o ensino da filosofia na contemporaneidade?
Método Socrático
O método socrático, baseado na maiêutica, propõe a construção do conhecimento pelo diálogo, pela problematização e pela reflexão crítica. No contexto atual, aproxima-se de propostas de aprendizagem ativa e colaborativa.
Assinale a alternativa correta.
Praticamente todos os textos de Platão forma escritos em forma ................................... de e chegaram quase que integralmente até os filósofos posteriores.
Para Platão, a filosofia deveria ter como ponto de partida ........................................ . Através da análise crítica o filósofo buscaria superar as opiniões divergentes e estabelecer o consenso, que não seria atingido por nenhuma revelação divina, inspiração misteriosa ou autoridade exterior.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Esse período é conhecido como helenístico ou da filosofia:
Dizem os historiadores da Filosofia que ela possui data e local de nascimento, fim do século VII a.C. e início do século VI a.C., nas colônias gregas da Ásia Menor, na cidade na qual nasceu aquele que é conhecido como o primeiro filosofo, .................................... . Por outro lado, a filosofia possui um conteúdo preciso ao nascer: é uma ......................................... , ou seja, ela nasce como conhecimento racional da ordem do mundo ou da natureza.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
“[...] é severo com os criados, mas não deixa de ter consciência deles, como quem recebeu uma educação perfeita; é brando para com os homens livres, submetendo-se inteiramente à autoridade; desejoso do comando, amante das honrarias, aspira a comandar não pela virtude das suas palavras, ou por outra qualidade qualquer do mesmo gênero, mas sim pela sua atividade bélica, pelo talento militar; terá igualmente a paixão da ginástica e da caça” (549a).
O tipo de governante a que o trecho se refere é o:
“- Se, naquele tempo, entre eles [os prisioneiros que permaneceram na caverna] havia honras, louvores e também prêmios concedidos a quem observasse com um olhar mais aguçado os objetos que desfilassem diante deles e se lembrasse melhor do que costumava vir antes, depois ou simultaneamente e, a partir disso, tivesse mais capacidade para adivinhar o que estivesse por vir, na tua opinião, não achas que ele [o prisioneiro liberto que retorna à caverna] cobiçaria essas recompensas e invejaria os que entre eles fossem honrados e tivessem poder? Ou achas que ele passaria pela experiência de que fala Homero e preferiria, no trabalho da terra, sendo escravo de outro homem sem posses, sofrer qualquer coisa que fosse, a ter aquelas opiniões e viver daquela maneira? - É assim, disse ele, que eu penso. Estaria mais disposto a sofrer o que fosse que a viver daquele modo. - Reflete sobre isto! disse eu. Se, de novo, esse fulano descesse e se sentasse naquele mesmo local, não ficaria com os olhos toldados pela escuridão ao sair de repente do sol? - É bem isso que aconteceria, disse. - E se ele, a respeito da significação daquelas sombras precisasse competir com os que continuavam como prisioneiros, no momento em que sua visão estivesse fraca e antes que seus olhos estivessem bem - e esse tempo de acomodação não seria muito curto -, será que não seria motivo de riso? Não diriam dele que, tendo ido lá para cima, tinha voltado com os olhos lesados e que não valia a pena nem mesmo tentar ir até lá? E a quem tentasse libertá-los e conduzi-los lá para cima, se de alguma forma pudessem segurá-lo com suas mão e matá-lo, eles não o matariam? - É bem isso que faria, disse”.
Fonte: (PLATÃO. A república. Tradução Anna Lia Amaral de Almeida Prado. São Paulo: Martins Fontes, 2006. p. 270).
Ao analisarmos os sentidos que podem ser hauridos da Alegoria da Caverna, com especial atenção à motivação do possível regresso do escravo, podemos afirmar que ele retornaria à caverna