Questões de Concurso
Comentadas sobre a política em filosofia
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(BOBBIO, N. Thomas Hobbes. Rio de Janeiro: Campus, 1991, premissa).
Essa ideia está presente nos escritos de alguns contratualistas, em que vemos também convergir a
(Benjamin, W. Obras escolhidas: magia e técnica, arte e política. 7 ed. São Paulo: Brasiliense, 1994, p. 166).
Sua crítica refere-se a
( ) Maquiavel rompeu com a tradição clássica ao propor que a política deve ser analisada em termos de eficácia e manutenção do poder, e não de valores morais abstratos, a partir dos conceitos de virtú e fortuna.
( ) Para Weber, a burocracia moderna enfraquece a racionalidade do Estado e impossibilita sua eficiência.
( ) Gramsci entende a hegemonia como direção política, moral, cultural e ideológica de um grupo social sobre outros, alcançada não apenas pela força, mas também pelo consenso e pela capacidade de articular interesses diversos em torno de uma visão de mundo.
( ) Para Rousseau, os conceitos de “vontade geral” e “vontade da maioria” tem o mesmo significado e remetem às mesmas condições de decisão da sociedade civil.
A sequência correta é:
Essa relação se expressa, por exemplo, na
Nesse contexto,
Desse modo,
I.Para Marx, as relações de produção constituem a base material da sociedade, condicionando as formas jurídicas, políticas e ideológicas.
II.A história das sociedades humanas é compreendida por Marx como um processo orientado pela cooperação harmoniosa entre as classes sociais.
III.No capitalismo, o Estado atua de modo a preservar as relações de dominação existentes, não se configurando como uma instância neutra diante dos conflitos de classe.
É correto o que se afirma em:
HAN, Byung-Chul. Infocracia: digitalização e a crise da democracia. Petrópolis: Editora Vozes, 2022.
No que diz respeito ao regime de informação, assinale a afirmação verdadeira.
MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. Manifesto Comunista. Trad. Manifesto Álvaro Pina e Ivana Jinkings. São Paulo: Boitempo, 2010., p. 42s (Adaptado).
A compreensão da produção intelectual é parte considerável da teoria marxista da reprodução social, sendo inalienável da reflexão da Teoria Crítica. A produção artística, nesse sentido, não passa despercebida. Diante disso, é correto afirmar que
BRAGA, Eduardo Nobre. O fascismo para além da circunscrição ética. 2018. Dissertação (Mestrado em Filosofia) – Curso de Mestrado Acadêmico em Filosofia, Universidade Estadual do Ceará, Fortaleza, 2018., p. 34. (Adaptado).
Eduardo Braga apresenta uma alegoria da liberdade em seu texto, onde subjaz uma compreensão marxista da divisão do trabalho masculino e feminino. Lilith, a primeira mulher na Kabbalah judaica, que vinda do pó como Adão, não se submeteu ao domínio patriarcal e se rebelou, simboliza, nessa proposta narrativa, a liberdade. Com base nessa alegoria, assinale a afirmação verdadeira.
HOBBES, Thomas. Behemoth. In: Thomas Hobbes. The english work of Thomas Hobbes. Vol. VI. London: John Bohn, 1840., p. 166s. (Adaptado).
Sobre a relação da vontade pública e a retórica do patriotismo e do uso de Deus no discurso político, é correto afirmar que
LUXEMBURGO, Rosa. A acumulação do capital. Trad. Luiz Alberto Moniz Bandeira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2021., p. 367s. (Adaptado).
Sobre a perspectiva de Rosa Luxemburgo (1871-1919), é correto dizer que
Eu não estou interessado em nenhuma teoria
Nem nessas coisas do Oriente, romances astrais
A minha alucinação é suportar o dia a dia
E meu delírio é a experiência com coisas reais
Um preto, um pobre, um estudante, uma mulher sozinha
Blue jeans e motocicletas, pessoas cinzas normais
Garotas dentro da noite, revólver, cheira a cachorro
Os humilhados do parque com os seus jornais
Mas eu não estou interessado em nenhuma teoria
Em nenhuma fantasia, nem no algo mais
Longe, o profeta do terror que a Laranja Mecânica anuncia
Amar e mudar as coisas me interessa mais
BELCHIOR. Alucinação, álbum Alucinação. Rio de Janeiro: PolyGram, 1976.
Essas três quadras da canção Alucinação apresentam uma compreensão “micrológica”, ou seja, uma metafísica que parte das coisas pequenas, ordinárias e cotidianas. Trata-se de um entendimento materialista que se desenvolve dentro da Teoria Crítica. Com base nisso, é correto afirmar que
NUSSBAUM, Martha. Fronteiras da justiça: deficiência, nacionalidade, pertencimento à espécie. Trad. Susana de Castro. São Paulo: Martins Fontes, 2013, p.112.
Na sua crítica ao modelo contratualista de tratar a relação das nações, Martha Nussbaum propõe uma teoria capaz de