Questões de Concurso
Sobre a política grega (a república de platão e a política de aristóteles) em filosofia
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Da antiguidade até o início da modernidade, a ética sempre esteve associada à capacidade de conhecimento do homem. Acerca desse tema, julgue o item seguinte.
Para Aristóteles, o homem atinge a vida contemplativa ao
buscar a felicidade.
A filosofia aristotélica constitui uma visão sistemática e integrada do conhecimento, com a valorização da ciência empírica, da ética e da política. Aristóteles divide o conhecimento da seguinte forma, assinale a alternativa correta:
A obra de Kant é considerada um marco, ou divisor de águas, para a filosofia moderna. No prefácio da segunda edição da Crítica da Razão Pura, Kant busca, nos moldes da revolução proposta por Copérnico na astronomia, estabelecer uma revolução completa no pensamento filosófico de modo a encontrar um, assinale a alternativa correta:
O que pode ser observado sobre a diferença entre a física de Aristóteles e a física moderna:
Considerando a concepção de justiça de Aristóteles e Tomás de Aquino, podemos afirmar, EXCETO:
Por que, segundo Aristóteles, devemos afirmar que o homem é um animal político?
I. A felicidade de cada um deve ser proporcional às suas qualidades morais. II. Os homens adquirem e preservam as qualidades morais graças aos bens exteriores. III. A vida melhor é uma vida conforme as qualidades morais e com meios suficientes para a prática de ações moralmente boas IV. Os prazeres do corpo devem se sobrepor aos bens da alma.
Está correto o que se afirma em
Aristóteles, ao definir o homem como um “animal político”, objetivou destacar que o homem é essencialmente um
No desafio de defender as artes da estética negativa de Platão, a teoria da arte de Aristóteles é considerada um contraponto do que seu mestre Platão afirmou. Nesse sentido, pode-se afirmar que:
Aristóteles distingue os vícios e virtudes pelos critérios do excesso, da falta e da moderação. Para ele, enquanto a virtude é um sentimento ou conduta moderada, o vício ocorre de dois modos: pela falta da virtude ou pelo excesso da mesma. Assinale a sequência CORRETA dos vícios por deficiência e dos vícios por excesso que correspondem, especificamente, às virtudes da coragem, do respeito próprio, da gentileza, e da prodigalidade.
Analise o texto abaixo:
Um filosofo relevante da Antiguidade foi o grego ________. Ele foi aluno de Platão na Academia, mas fundou sua própria escola, o Liceu. Tornou-se conhecido pelo hilemorfismo, isto é, sua teoria sobre a ________, composta de matéria e forma.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
No intuito de prover uma sistematização do conhecimento filosófico, Aristóteles distinguiu vários ramos da ciência, nos quais a metafísica é identificada como uma ciência
Leia o fragmento a seguir a respeito da perspectiva aristotélica da Metafísica.
Todos admitem que algumas coisas sensíveis são _____; portanto deveremos desenvolver a nossa pesquisa partindo dessas coisas. De fato, é de grande utilidade proceder gradualmente na direção daquilo que é mais cognoscível. Com efeito, todos adquirem o saber desse modo: procedendo através das coisas que são menos cognoscíveis por natureza, isto é, _____ na direção das que são mais cognoscíveis por natureza, isto é, _____.
Assinale a opção que completa corretamente as lacunas do fragmento acima.
“A magia e a astrologia postulavam a solidariedade e unidade da natureza inteira, onde o cintilar do astro mais distante repercute no lugar mais recôndido do mundo e, inversamente, onde todo movimento da alma se prolonga em ecos infinitos. Não existem abismos nem fronteiras, mas uma gama de correspondências na corrente motriz da vida universal”.
(GARIN, Eugenio. Moyen Âge et Renaissance. Paris: Gallimard, 1969, p. 131.)
Com relação ao pensamento filosófico renascentista, referido na citação, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) O platonismo renascentista foi elaborado a partir da leitura e tradução de Platão e Plotino, e concebeu um universo hierárquico que, conectando o Uno ao mundo físico, fazia deste último uma teia de afinidades ocultas.
( ) A obra Sobre a natureza das coisas (De rerum natura), de Epicuro, foi uma das principais fontes do atomismo renascentista, que concebeu um universo atomístico, infinito e formado por átomos, que viria a influenciar a ciência moderna no século XVII.
( ) O aristotelismo no Renascimento prolongou a interpretação medieval de Aristóteles como a grande autoridade do saber, reiterando a metafísica tomista de um cosmo fechado, qualitativo, finito e geocêntrico.
As afirmativas são, respectivamente,
A justiça é um dos temas fundamentais da investigação política de Aristóteles. No capítulo 12 do livro III da Política (1282 b 14-22), ele afirma: “Uma vez que, em todas as ciências e em todas as artes, o fim é um bem, mas o bem maior e no sentido mais pleno é aquele que serve de fim na arte ou ciência é que é a mais soberana de todas, e essa é a capacidade política, mas o bem político é o justo (to dikaion), essa é, portanto, a vantagem comum que nos interessa”. Para Aristóteles, a justiça é a ordem da comunidade política. Aristóteles, nesse contexto político, vê a justiça como “justiça distributiva”, aquela que vigora na relação do todo (polis) com as partes (cidadãos), tem por princípio permitir e promover a participação dos cidadãos na promoção do bem comum da polis ou de forma absolutamente igual ou de forma proporcionalmente igual. A justiça vigora mais propriamente ali onde os homens são livres e iguais e, entre eles, subsistem relacionamentos regulados pela lei. Faz parte dessa liberdade os cidadãos poderem participar de maneira alternada do governo e das funções públicas, governando não em favor de si mesmos, mas em favor dos governados. A justiça na polis, portanto, culmina em uma convivência pacífica, baseada na philia (amizade em sentido amplo, solidariedade).
Com relação às ideias apresentadas no texto acima, assinale a opção
correta.
de Platão, nas palavras de Glauco.
Vamos provar que a justiça só é praticada contra a própria
vontade dos indivíduos e devido à incapacidade de se fazer a
injustiça. Ao que parece não encontraremos ninguém
suficientemente dotado de força de vontade para permanecer justo
e resistir à tentação de tomar o que pertence a outro, já que poderia
impunemente tomar o que quisesse no mercado, invadir as casas e
ter relações sexuais com quem quisesse, matar e quebrar as armas
dos outros. Nada o distinguiria do injusto, ambos tenderiam a fazer
o mesmo e veríamos nisso a prova de que ninguém é justo porque
deseja, mas por imposição.
Platão, H. (1980). A República. Ed. Tempos Modernos.
Tendo como referência o texto acima, julgue os itens que se
seguem.