Questões de Concurso Sobre farmácia
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I. Qualquer cidadão pode realizar notificações.
II. Apenas os farmacêuticos vinculados às instituições de saúde podem realizar notificações.
III. Apenas os profissionais de saúde vinculados às instituições de saúde podem realizar notificações.
Está correto o que se afirma em
Sobre a farmacovigilância, assinale a afirmativa correta.
Assinale a opção que apresenta um possível estudo de utilização de medicamentos.
Assinale a opção que apresenta um exemplo de um estudo qualitativo.
Assinale a opção que indica o valor correto para a DDD da vancomicina.
Sobre a DDD, assinale a afirmativa correta.
O ato de prescrição farmacêutica, como regulamentado pela Resolução 585 do Conselho Federal de Farmácia apresenta características próprias, que devem ser sempre observados pelo profissional.
Assinale a opção que descreve, corretamente, uma dessas características.
Assinale a opção que melhor descreve o ato da prescrição farmacêutica.
Assinale a opção que configura um atenuante.
Assinale a opção que apresenta a hipótese em que o profissional pode ser punido com eliminação.
Assinale a opção que apresenta uma exceção a essa regra
Sobre os direitos do farmacêutico, considere as seguintes afirmações.
I. É direito do farmacêutico negar-se a realizar atos contrários aos preceitos éticos e técnicos, comunicando o fato ao conselho.
II. É direito do farmacêutico recusar o fornecimento de medicamentos a estabelecimentos que não cumpram os requisitos legais para aquisição.
III. É direito do farmacêutico ser fiscalizado no âmbito profissional e sanitário por um profissional de saúde.
Está correto o que se afirma em
A história do remédio que revolucionou tratamento da dor e deu origem à indústria farmacêutica há 125 anos
Foi um marco científico. O ácido acetilsalicílico, popularmente conhecido pela marca comercial Aspirina, é considerado o medicamento que inaugurou a indústria farmacêutica. Trata-se do primeiro fármaco a ser sintetizado em laboratório, ou seja, que não pode ser encontrado em sua forma final na natureza.
Seu registro de patente foi realizado pela empresa Bayer em 6 de março de 1899, em Berlim, na Alemanha. Era o começo de uma história de sucesso, que mudaria a maneira como a humanidade lida com a dor.
Mas antes de prosseguir com esta história, cabe um alerta sempre necessário quando o assunto é medicamento — e mais importante ainda no caso de um remédio barato e acessível como é a Aspirina, que pode ser comprada, no Brasil, sem a necessidade de receita médica: a automedicação é sempre um risco.
"[O ácido acetilsalicílico] é facilmente encontrado e vendido nas farmácias e, por conta dessa facilidade de acesso, esse medicamento acaba sendo usado de maneira inadequada, o que pode trazer efeitos adversos como problemas gastrointestinais, toxicidade renal e hepática", alerta à BBC News Brasil o farmacêutico Jean Leandro dos Santos, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp). "É sempre muito importante que haja orientação de um profissional de saúde no momento da indicação de um medicamento, como é o caso da Aspirina. O uso incorreto desses fármacos tem potencial [de consequência] grave.
É importante que a população seja sempre orientada, no momento da decisão de utilizar um medicamento, mesmo que seja de fácil aquisição, isento de prescrição e de acesso direto na farmácia" completa o especialista, que também é coordenador do grupo de pesquisa e desenvolvimento de novos fármacos na Unesp e membro da American Chemical Society (ACS).
Mas se a Aspirina tem 125 anos, sua história é derivada de uma substância — esta, sim, encontrada na natureza — utilizada pelo ser humano há pelo menos 2,4 mil anos. Trata-se do ácido salicílico.
Mas, afinal, como a Aspirina funciona?
"[Ela] inibe de maneira irreversível uma enzima no organismo responsável pela formação de prostaglandinas, que são substâncias que causam dor, e tromboxano, substância que causa fenômenos trombóticos", explica à BBC News Brasil o médico Gilberto de Nucci, professor na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
"Essa característica da inibição, irreversível, se deve à capacidade do acetilsalicílico de acetilar essa enzima, cujo nome é ciclo-oxigenase", completa Nucci, que é membro da Academia Nacional de Medicina, da Academia Nacional de Farmácia e da Academia Brasileira de Ciências.
Santos detalha que essa enzima "é responsável pela produção de mediadores que regulam o funcionamento e o equilíbrio de vários órgãos",
"Frente a uma inflamação ou quadro febril, esses mediadores são produzidos em excesso, e esse aumento de produção acaba aumentando o quadro inflamatório e sensibilizando os terminais receptivos responsáveis pela dor", explica o farmacêutico.
O "pulo do gato" de Hoffmann foi, de acordo com Santos, "uma estratégia bastante simples", na qual ele "fez uma reação química de acetilação do ácido salicílico, levando à formação do ácido acetilsalicílico".
"A introdução desse grupamento é responsável pela redução das propriedades indesejadas que o ácido salicílico tinha", completa.
Durante muito tempo, no entanto, esse mecanismo de ação do medicamento era desconhecido. Sabia-se que funcionava por conta da experiência prévia com o extrato do chorão. Mas não se entendia exatamente como o fármaco agia no organismo.
"Isso só foi descoberto depois. E rendeu um Nobel para o descobridor", destaca Herrmann.
Os méritos são do farmacêutico britânico John Vane (1927-2004), ganhador do prêmio Nobel em 1982, anos após demonstrar o mecanismo de ação do ácido acetilsalicílico.
A Aspirina começou a perder o posto de analgésico preferido depois que foram desenvolvidos outros fármacos destinados a aliviar a dor, como o paracetamol, em 1956, e o ibuprofeno, em 1962.
Segundo Herrmann, hoje o medicamento é mais utilizado na prevenção de doenças cardiovasculares do que para aliviar a dor.
"No Brasil, hoje, como analgésico se usa muito mais o paracetamol, a dipirona e outros, que têm menos efeitos danosos para o estômago", diz ela.
"O uso da Aspirina é principalmente na prevenção de eventos cardiovasculares e também na prevenção de alguns tipos de câncer."
Santos explica que essas outras indicações acabaram sendo descobertas apenas com o uso.
"Com a própria utilização, foram observados tais efeitos. Isso normalmente acontece com a pesquisa clínica, quando são percebidos efeitos adicionais do uso de um remédio", afirma.
No caso, constatou-se que, como a Aspirina inibe a ciclo-oxigenase, também previne ou inibe a formação de trombos.
Por isso, sua ingestão, em dosagens menores, passou a ser recomendada para alguns pacientes com histórico de doenças cardiovasculares, como forma de prevenir infarto e acidente vascular cerebral (AVC).
Mais recentemente, algumas pesquisas indicaram que o medicamento pode ser eficaz na prevenção de alguns tumores cancerígenos, por conta de seu papel inibidor de mediadores fisiológicos.
Para o professor Santos, é importante lembrar que, "embora seja um fármaco conhecido há mais de 100 anos, ainda há muitas pesquisas buscando a compreensão de seus mecanismos".
"Ainda é uma fonte de inspiração para o desenvolvimento de novos compostos, novos fármacos. Embora centenário, [o ácido acetilsalicílico] ainda é capaz de prover novas ideias, desenvolvimento de novas formulações, medicamentos e associações em que ele é combinado a outras substâncias", acrescenta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c720903py31o
A história do remédio que revolucionou tratamento da dor e deu origem à indústria farmacêutica há 125 anos
Foi um marco científico. O ácido acetilsalicílico, popularmente conhecido pela marca comercial Aspirina, é considerado o medicamento que inaugurou a indústria farmacêutica. Trata-se do primeiro fármaco a ser sintetizado em laboratório, ou seja, que não pode ser encontrado em sua forma final na natureza.
Seu registro de patente foi realizado pela empresa Bayer em 6 de março de 1899, em Berlim, na Alemanha. Era o começo de uma história de sucesso, que mudaria a maneira como a humanidade lida com a dor.
Mas antes de prosseguir com esta história, cabe um alerta sempre necessário quando o assunto é medicamento — e mais importante ainda no caso de um remédio barato e acessível como é a Aspirina, que pode ser comprada, no Brasil, sem a necessidade de receita médica: a automedicação é sempre um risco.
"[O ácido acetilsalicílico] é facilmente encontrado e vendido nas farmácias e, por conta dessa facilidade de acesso, esse medicamento acaba sendo usado de maneira inadequada, o que pode trazer efeitos adversos como problemas gastrointestinais, toxicidade renal e hepática", alerta à BBC News Brasil o farmacêutico Jean Leandro dos Santos, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp). "É sempre muito importante que haja orientação de um profissional de saúde no momento da indicação de um medicamento, como é o caso da Aspirina. O uso incorreto desses fármacos tem potencial [de consequência] grave.
É importante que a população seja sempre orientada, no momento da decisão de utilizar um medicamento, mesmo que seja de fácil aquisição, isento de prescrição e de acesso direto na farmácia" completa o especialista, que também é coordenador do grupo de pesquisa e desenvolvimento de novos fármacos na Unesp e membro da American Chemical Society (ACS).
Mas se a Aspirina tem 125 anos, sua história é derivada de uma substância — esta, sim, encontrada na natureza — utilizada pelo ser humano há pelo menos 2,4 mil anos. Trata-se do ácido salicílico.
Mas, afinal, como a Aspirina funciona?
"[Ela] inibe de maneira irreversível uma enzima no organismo responsável pela formação de prostaglandinas, que são substâncias que causam dor, e tromboxano, substância que causa fenômenos trombóticos", explica à BBC News Brasil o médico Gilberto de Nucci, professor na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
"Essa característica da inibição, irreversível, se deve à capacidade do acetilsalicílico de acetilar essa enzima, cujo nome é ciclo-oxigenase", completa Nucci, que é membro da Academia Nacional de Medicina, da Academia Nacional de Farmácia e da Academia Brasileira de Ciências.
Santos detalha que essa enzima "é responsável pela produção de mediadores que regulam o funcionamento e o equilíbrio de vários órgãos",
"Frente a uma inflamação ou quadro febril, esses mediadores são produzidos em excesso, e esse aumento de produção acaba aumentando o quadro inflamatório e sensibilizando os terminais receptivos responsáveis pela dor", explica o farmacêutico.
O "pulo do gato" de Hoffmann foi, de acordo com Santos, "uma estratégia bastante simples", na qual ele "fez uma reação química de acetilação do ácido salicílico, levando à formação do ácido acetilsalicílico".
"A introdução desse grupamento é responsável pela redução das propriedades indesejadas que o ácido salicílico tinha", completa.
Durante muito tempo, no entanto, esse mecanismo de ação do medicamento era desconhecido. Sabia-se que funcionava por conta da experiência prévia com o extrato do chorão. Mas não se entendia exatamente como o fármaco agia no organismo.
"Isso só foi descoberto depois. E rendeu um Nobel para o descobridor", destaca Herrmann.
Os méritos são do farmacêutico britânico John Vane (1927-2004), ganhador do prêmio Nobel em 1982, anos após demonstrar o mecanismo de ação do ácido acetilsalicílico.
A Aspirina começou a perder o posto de analgésico preferido depois que foram desenvolvidos outros fármacos destinados a aliviar a dor, como o paracetamol, em 1956, e o ibuprofeno, em 1962.
Segundo Herrmann, hoje o medicamento é mais utilizado na prevenção de doenças cardiovasculares do que para aliviar a dor.
"No Brasil, hoje, como analgésico se usa muito mais o paracetamol, a dipirona e outros, que têm menos efeitos danosos para o estômago", diz ela.
"O uso da Aspirina é principalmente na prevenção de eventos cardiovasculares e também na prevenção de alguns tipos de câncer."
Santos explica que essas outras indicações acabaram sendo descobertas apenas com o uso.
"Com a própria utilização, foram observados tais efeitos. Isso normalmente acontece com a pesquisa clínica, quando são percebidos efeitos adicionais do uso de um remédio", afirma.
No caso, constatou-se que, como a Aspirina inibe a ciclo-oxigenase, também previne ou inibe a formação de trombos.
Por isso, sua ingestão, em dosagens menores, passou a ser recomendada para alguns pacientes com histórico de doenças cardiovasculares, como forma de prevenir infarto e acidente vascular cerebral (AVC).
Mais recentemente, algumas pesquisas indicaram que o medicamento pode ser eficaz na prevenção de alguns tumores cancerígenos, por conta de seu papel inibidor de mediadores fisiológicos.
Para o professor Santos, é importante lembrar que, "embora seja um fármaco conhecido há mais de 100 anos, ainda há muitas pesquisas buscando a compreensão de seus mecanismos".
"Ainda é uma fonte de inspiração para o desenvolvimento de novos compostos, novos fármacos. Embora centenário, [o ácido acetilsalicílico] ainda é capaz de prover novas ideias, desenvolvimento de novas formulações, medicamentos e associações em que ele é combinado a outras substâncias", acrescenta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c720903py31o
A história do remédio que revolucionou tratamento da dor e deu origem à indústria farmacêutica há 125 anos
Foi um marco científico. O ácido acetilsalicílico, popularmente conhecido pela marca comercial Aspirina, é considerado o medicamento que inaugurou a indústria farmacêutica. Trata-se do primeiro fármaco a ser sintetizado em laboratório, ou seja, que não pode ser encontrado em sua forma final na natureza.
Seu registro de patente foi realizado pela empresa Bayer em 6 de março de 1899, em Berlim, na Alemanha. Era o começo de uma história de sucesso, que mudaria a maneira como a humanidade lida com a dor.
Mas antes de prosseguir com esta história, cabe um alerta sempre necessário quando o assunto é medicamento — e mais importante ainda no caso de um remédio barato e acessível como é a Aspirina, que pode ser comprada, no Brasil, sem a necessidade de receita médica: a automedicação é sempre um risco.
"[O ácido acetilsalicílico] é facilmente encontrado e vendido nas farmácias e, por conta dessa facilidade de acesso, esse medicamento acaba sendo usado de maneira inadequada, o que pode trazer efeitos adversos como problemas gastrointestinais, toxicidade renal e hepática", alerta à BBC News Brasil o farmacêutico Jean Leandro dos Santos, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp). "É sempre muito importante que haja orientação de um profissional de saúde no momento da indicação de um medicamento, como é o caso da Aspirina. O uso incorreto desses fármacos tem potencial [de consequência] grave.
É importante que a população seja sempre orientada, no momento da decisão de utilizar um medicamento, mesmo que seja de fácil aquisição, isento de prescrição e de acesso direto na farmácia" completa o especialista, que também é coordenador do grupo de pesquisa e desenvolvimento de novos fármacos na Unesp e membro da American Chemical Society (ACS).
Mas se a Aspirina tem 125 anos, sua história é derivada de uma substância — esta, sim, encontrada na natureza — utilizada pelo ser humano há pelo menos 2,4 mil anos. Trata-se do ácido salicílico.
Mas, afinal, como a Aspirina funciona?
"[Ela] inibe de maneira irreversível uma enzima no organismo responsável pela formação de prostaglandinas, que são substâncias que causam dor, e tromboxano, substância que causa fenômenos trombóticos", explica à BBC News Brasil o médico Gilberto de Nucci, professor na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
"Essa característica da inibição, irreversível, se deve à capacidade do acetilsalicílico de acetilar essa enzima, cujo nome é ciclo-oxigenase", completa Nucci, que é membro da Academia Nacional de Medicina, da Academia Nacional de Farmácia e da Academia Brasileira de Ciências.
Santos detalha que essa enzima "é responsável pela produção de mediadores que regulam o funcionamento e o equilíbrio de vários órgãos",
"Frente a uma inflamação ou quadro febril, esses mediadores são produzidos em excesso, e esse aumento de produção acaba aumentando o quadro inflamatório e sensibilizando os terminais receptivos responsáveis pela dor", explica o farmacêutico.
O "pulo do gato" de Hoffmann foi, de acordo com Santos, "uma estratégia bastante simples", na qual ele "fez uma reação química de acetilação do ácido salicílico, levando à formação do ácido acetilsalicílico".
"A introdução desse grupamento é responsável pela redução das propriedades indesejadas que o ácido salicílico tinha", completa.
Durante muito tempo, no entanto, esse mecanismo de ação do medicamento era desconhecido. Sabia-se que funcionava por conta da experiência prévia com o extrato do chorão. Mas não se entendia exatamente como o fármaco agia no organismo.
"Isso só foi descoberto depois. E rendeu um Nobel para o descobridor", destaca Herrmann.
Os méritos são do farmacêutico britânico John Vane (1927-2004), ganhador do prêmio Nobel em 1982, anos após demonstrar o mecanismo de ação do ácido acetilsalicílico.
A Aspirina começou a perder o posto de analgésico preferido depois que foram desenvolvidos outros fármacos destinados a aliviar a dor, como o paracetamol, em 1956, e o ibuprofeno, em 1962.
Segundo Herrmann, hoje o medicamento é mais utilizado na prevenção de doenças cardiovasculares do que para aliviar a dor.
"No Brasil, hoje, como analgésico se usa muito mais o paracetamol, a dipirona e outros, que têm menos efeitos danosos para o estômago", diz ela.
"O uso da Aspirina é principalmente na prevenção de eventos cardiovasculares e também na prevenção de alguns tipos de câncer."
Santos explica que essas outras indicações acabaram sendo descobertas apenas com o uso.
"Com a própria utilização, foram observados tais efeitos. Isso normalmente acontece com a pesquisa clínica, quando são percebidos efeitos adicionais do uso de um remédio", afirma.
No caso, constatou-se que, como a Aspirina inibe a ciclo-oxigenase, também previne ou inibe a formação de trombos.
Por isso, sua ingestão, em dosagens menores, passou a ser recomendada para alguns pacientes com histórico de doenças cardiovasculares, como forma de prevenir infarto e acidente vascular cerebral (AVC).
Mais recentemente, algumas pesquisas indicaram que o medicamento pode ser eficaz na prevenção de alguns tumores cancerígenos, por conta de seu papel inibidor de mediadores fisiológicos.
Para o professor Santos, é importante lembrar que, "embora seja um fármaco conhecido há mais de 100 anos, ainda há muitas pesquisas buscando a compreensão de seus mecanismos".
"Ainda é uma fonte de inspiração para o desenvolvimento de novos compostos, novos fármacos. Embora centenário, [o ácido acetilsalicílico] ainda é capaz de prover novas ideias, desenvolvimento de novas formulações, medicamentos e associações em que ele é combinado a outras substâncias", acrescenta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c720903py31o
João deu entrada na emergência com crise renal e, após a anamnese, o médico decidiu administrar dipirona intravenosa. Mesmo após a administração do analgésico, o paciente prosseguiu sentindo dor e, portanto, foram administradas duas outras classes de analgésicos: analgésico simples e opioide fraco. E, com isso, a dor cessou.
Sabendo-se que há algumas espécies botânicas que podem reduzir o efeito dos analgésicos, é correto afirmar que a espécie provável utilizada por João, antes da crise renal e omitida na anamnese, foi
A respeito do Ciclo de Assistência Farmacêutica na Atenção Básica, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
Dispensação é o ato profissional farmacêutico de proporcionar um ou mais medicamentos a um paciente, em resposta a apresentação de ____________________. Neste ato o farmacêutico informa e orienta o paciente sobre o uso adequado do medicamento. São elementos importantes da orientação, entre outros, a ênfase no cumprimento da dosagem, a influência dos alimentos, a interação com outros medicamentos, o reconhecimento de reações adversas potenciais e as condições de conservação dos produtos.