Questões de Concurso Sobre farmácia

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Q569107 Farmácia
Os injetáveis são formas farmacêuticas estéreis, livres de pirogênios, destinadas à administração parenteral. A esterilidade dessas formulações é essencial uma vez que entram em contato direto com os tecidos e, por isso, podem causar facilmente infecção. Existem alguns métodos usados para esterilizar produtos farmacêuticos. O método de esterilização deve ser selecionado de acordo com a natureza da preparação e de seus componentes.

(Allen Jr, Loyd V. Ansel H.C. Formas Farmacêuticas e Sistemas de Liberação de Fármacos, 8ª edição, 2007- com adaptações)

Em uma preparação farmacêutica aquosa de grande volume, é mais adequado utilizar a esterilização: 
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Q569104 Farmácia
As exposições ocupacionais a materiais biológicos potencialmente contaminados são um sério risco aos profissionais em seus locais de trabalho. Estudos epidemiológicos mostram que os acidentes envolvendo sangue e outros fluidos orgânicos correspondem às exposições mais freqüentes. No caso de contaminação com material biológico, recomenda-se que:
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Q569103 Farmácia
Alguns fármacos apresentam grande afinidade às proteínas plasmáticas. Um exemplo é o antiretroviral lopinavir que se liga a alfa-glicoproteína e somente cerca de 1% do fármaco permanece na forma livre. Em geral, o plasma sanguíneo é utilizado como amostra para quantificar as concentrações do fármaco e, desta forma, determinar a curva de concentração versus o tempo para a análise de bioequivalência. Em casos como o citado anteriormente, a estratégia de amostragem e quantificação, segundo a legislação para estudos de bioequivalência, deve ser:
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Q568691 Farmácia
A prescrição pediátrica deve ser precisa, segura e eficaz. Isso pode ser difícil porque não há suficientes evidências para embasá-la, o que pode acarretar risco para a criança. Em geral, pediatras, médicos gerais e outros provêm tratamento com base em sua experiência e julgamento, decidindo sobre indicações, dosagens e formulações. As reações adversas a medicamentos em pediatria estão algumas vezes associadas ao uso de medicamentos não-licenciados ou off-label. A respeito dos conceitos sobre esses medicamentos em pediatria pode-se afirmar que: I. são medicamentos prescritos de forma diferente daquela orientada na bula. II. são medicamentos que não são aprovados para uso em criança. III. são medicamentos contra-indicados para uso em criança; IV. são medicamentos manipulados ou modificados, ou sem dosagem específica para crianças.
Assinale:
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Q568690 Farmácia
Dentre as reações medicamentosas graves existem aquelas que estão associadas à pele. A RAM que se caracteriza por um distúrbio sistêmico com envolvimento de pele e membranas mucosas, com o aparecimento de lesões vesículo-bolhosas ulcerativas é chamada de:
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Q568689 Farmácia
É papel dos Centros Regionais de Farmacovigilância receberem e avaliarem as notificações de suspeita de reação adversa. Na avaliação das notificações, alguns critérios devem ser utilizados como: I. a qualidade da notificação quanto aos dados e o diagnóstico. II. a codificação utilizada para os medicamentos, às reações adversas e indicações terapêuticas. III. a relevância do evento para a saúde pública; IV. a avaliação de duplo-relato.
Assinale:
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Q568688 Farmácia
A RDC 04/2009 prevê, no capítulo 7, do artigo 13 ao 16, inspeções em farmacovigiância. Os detentores de registro de medicamentos (DRM) serão submetidos à inspeção em farmacovigilância pelo Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) sempre que houver necessidade de avaliação do cumprimento dessa Resolução. Além disso, as inspeções em farmacovigilância terão como objetivo a avaliação dos sistemas de farmacovigilância das empresas farmacêuticas. Sobre a inspeção em farmacovigilância para detentores de registro de medicamentos não é correto afirmar que:
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Q568687 Farmácia
No intuito de contribuir para o monitoramento da qualidade de medicamentos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), em conjunto com o Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde, Fundação Oswaldo Cruz (INCQS/FIOCRUZ), instituiu o Programa Nacional de Verificação da Qualidade de Medicamentos (PROVEME). São critérios utilizados para a coleta de amostras para a verificação de qualidade: I. medicamentos da rede SUS. II. medicamentos notificados com suspeitas de desvio da qualidade. III. medicamentos de maior custo. IV. medicamentos analisados anteriormente que obtiveram resultado de análise insatisfatória.
Assinale:
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Q568686 Farmácia
Em maio de 2001, foi instituído o Centro Nacional de Monitorização de Medicamentos (CNMM), através da Portaria Ministerial MS nº696, de 7/5/2001. Sobre o CNMM, não é correto afirmar que:
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Q568685 Farmácia
O uso racional de medicamentos parte do princípio que o paciente recebe o medicamento apropriado para suas necessidades clínicas, nas doses individualmente requeridas para um adequado período de tempo e a um baixo custo para ele e sua comunidade. O uso irracional de medicamentos por prescritores e consumidores é um problema muito complexo, o qual necessita da implementação de muitas diferentes formas de intervenções. Dessa forma, o uso racional de medicamentos inclui: I. seguimento dos efeitos desejados e de possíveis eventos adversos conseqüentes do tratamento. II. o não uso de polifarmácia. III. adesão ao tratamento pelo paciente. IV. paciente apropriado, isto é, inexistência de contraindicação e mínima probabilidade de reações adversas.
Assinale:
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Q568684 Farmácia
São considerados tipos de queixa técnica: I. produto com suspeita de desvio da qualidade. II. produto com suspeita de estar sem registro. III. suspeita de empresa sem autorização de funcionamento. IV. suspeita de produto falsificado.
Assinale:
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Q568683 Farmácia
A avaliação risco/benefício não permite:
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Q568682 Farmácia
O NOTIVISA é um sistema informatizado que pode ser acessado no sitio da ANVISA com o propósito de receber as notificações de eventos adversos e queixas técnicas relacionados com os produtos sob vigilância sanitária. Sobre o NOTIVISA pode-se afirmar que: I. subsidia o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) para identificar reações adversas ou efeitos não desejados dos produtos. II. aperfeiçoa o conhecimento dos efeitos dos produtos e, quando indicado, altera recomendações sobre seu uso e cuidados. III. regula os produtos comercializados no País e, de forma geral, promove ações de proteção à Saúde Pública. IV. têm acesso a este sistema, os profissionais de saúde e o cidadão. Assinale:
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Q568681 Farmácia
Em 2001, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) lançou o Projeto dos Hospitais Sentinela que visava a criação de uma rede integrada, atuando nas seguintes áreas:
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Q568680 Farmácia
Não compete às Secretarias Municipais de Saúde a gestão dos Sistemas Nacionais de Vigilância em Saúde e Vigilância Sanitária, no âmbito de seus limites territoriais, de acordo com a política, diretrizes e prioridades estabelecidas a:
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Q568679 Farmácia
O Sistema Nacional de Vigilância Sanitária é coordenado pela ANVISA no âmbito nacional e é integrado por: I. vigilâncias Sanitárias estaduais. II. vigilâncias Sanitárias municipais. III. sistema Nacional de Laboratórios de Saúde Pública, nos aspectos pertinentes à vigilância sanitária. IV. sistemas de informação de vigilância sanitária. Assinale:
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Q568678 Farmácia
Segundo a PORTARIA Nº 3.252, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2009, Art. 2º a Vigilância em Saúde constitui-se de ações de promoção da saúde da população, vigilância, proteção, prevenção e controle das doenças e agravos à saúde. Dentre essas ações, está o conjunto de intervenções individuais, coletivas e ambientais responsáveis pela atuação sobre os determinantes sociais da saúde, denominada:
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Q568677 Farmácia
Não pode ser considerada uma fonte de informação em farmacovigilância:
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Q568676 Farmácia
A avaliação da causalidade compreende a avaliação da probabilidade de que um evento adverso seja conseqüência do uso do medicamento, quando se refere a um caso individual. Algumas categorias de causalidade definidas pela OMS (2005) são descritas a seguir: I. Definida: Trata-se de evento clínico, incluindo-se anormalidades em testes de laboratório, que ocorre em espaço de tempo plausível em relação à administração do medicamento e que não pode ser explicado por doença de base ou por outros medicamentos ou substâncias químicas. II. Possível: Trata-se de evento clínico, incluindo-se anormalidades em testes de laboratório, que se apresenta em período de tempo razoável de administração do medicamento, improvável de ser atribuído a uma doença concomitante ou outros medicamentos ou substâncias químicas, e que apresenta uma resposta clinicamente razoável a suspensão do uso do medicamento. III. Improvável: Trata-se de evento clínico, incluindo-se anormalidades em testes de laboratório, em que a associação temporal com a administração do medicamento torna uma relação causal improvável e em que outros medicamentos, substâncias químicas ou doenças subjacentes propiciam explicações plausíveis. IV. Condicional/Não classificada: Trata-se de evento clínico, incluindo-se anormalidades em testes de laboratório, notificado como sendo um evento adverso, sobre o qual são necessários mais dados para avaliação adequada ou quando os dados adicionais estão sendo analisados.
Assinale:
Alternativas
Q568675 Farmácia
Para o enfrentamento das emergências em saúde pública nas diferentes esferas de gestão, o sistema de saúde conta com uma rede integrada de unidades de alerta e resposta chamada rede CIEVS, que significa:
Alternativas
Respostas
30241: B
30242: D
30243: C
30244: E
30245: A
30246: E
30247: A
30248: C
30249: A
30250: B
30251: E
30252: D
30253: D
30254: C
30255: C
30256: E
30257: C
30258: D
30259: B
30260: A