Questões de Concurso
Sobre cálculos farmacêuticos em farmácia
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As concentrações percentuais de iodo e hidrocortisona nessa formulação são, correta e respectivamente,
Os cálculos farmacêuticos são fundamentais na manipulação de medicamentos, pois garantem a precisão das dosagens, a segurança do paciente e a eficácia do tratamento. Esses cálculos envolvem a conversão de unidades de medida, ajustes nas fórmulas e cálculos relacionados à preparação de medicamentos.
Assinale a alternativa CORRETA sobre os cálculos farmacêuticos aplicados à manipulação.
( ) Para formas farmacêuticas semissólidas, é obrigatória a expressão da concentração em massa por unidade de massa, conforme o sistema internacional de unidades (SI).
( ) Para medicamentos contendo insumos vegetais, a concentração deve ser expressa de acordo com o derivado vegetal específico.
( ) Para formas farmacêuticas líquidas e semissólidas, a quantidade total deve ser expressa em unidades farmacotécnicas por embalagem.
( ) Para as formas farmacêuticas pó e suspensão para uso inalatório, a expressão da concentração deve ser descrita considerando a massa de cada insumo farmacêutico ativo em miligrama (mg) ou micrograma (mcg) por acionamento.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I - Tanto do ponto de vista da segurança do paciente como da transmissão da informação sobre quantidades, é importante conhecer e usar os símbolos Sistema Internacional de Unidades (SI) corretos e atuais. Dois exemplos podem ajudar a ilustrar isso: a abreviação “Gm” era algumas vezes usada como símbolo para grama, mas no SI esse é o símbolo para gigametro; a abreviação “gr” tem, geralmente, sido mal utilizada e interpretada como grama, mas é o símbolo para o grão apotecário que equivale a 64,8 mg. O g minúsculo sem o ponto é o único símbolo aceitável para grama.
II - Dentro desse contexto, é essencial que todos os profissionais da saúde conheçam e utilizem os símbolos SI corretamente.
O procedimento para o doseamento da espironolactona é assim descrito na farmacopeia brasileira: pesar, com exatidão, cerca de 50 mg da amostra e dissolvê-los em álcool metílico; completar o volume para 250 mL com o mesmo solvente; em seguida, diluir a solução com álcool metílico até a concentração de 0,001% (p/v); preparar solução padrão na mesma concentração, utilizando o mesmo solvente; medir as absorvâncias das soluções resultantes em 238 nm, utilizando a ́lcool metílico para ajuste do zero; calcular o teor de espironolactona na amostra a partir das leituras obtidas.
Com base no procedimento descrito, julgue o seguinte item.
Para se obter uma solução 0,001% (p/v), é preciso diluir a primeira solução em um fator de 20 vezes.
Considerando a necessidade de preparo de 1 L de uma solução aquosa de luminol a 0,02% (p/v), julgue o item a seguir.
Na hipótese apresentada, a quantidade de luminol a ser utilizada é 200 mg.
Considerando a necessidade de preparo de 1 L de uma solução aquosa de luminol a 0,02% (p/v), julgue o item a seguir.
Por meio da referência “a 0,02% (p/v)” expressa-se a massa do soluto em relação ao volume da solução.
Antes de formular um medicamento à base de clorofila, o profissional coletou 4 ml da solução estoque em etanol e registrou o espectro de absorção eletrônica, sem diluição. A imagem apresenta o resultado médio.

Sabendo que a cubeta utilizada apresenta 1 cm de caminho óptico, que o máximo de absorção foi de 0,30 unidades de absorbância e que o coeficiente de absortividade molar da clorofila (ελ = 665 nm) em etanol é de 150.000 L/(mol.cm), a concentração da solução estoque etanólica é de:
Nitroprussiato de sódio 50mg (ampola com 25mg/mL-2mL) Soro glicosado 5% 248 mL Infundir a 6mL/h
Com isso, assinale a alternativa CORRETA.
Protocolo de dessensibilização ORAL com beta-lactâmico (a partir de apresentação de 400.000UI/5mL )
• Preparo: reconstituir o conteúdo do frasco com 60mL de água. Utilizar esta solução A para as etapas 11, 12, 13 e 14.
• Para as etapas 8, 9 e 10, uma solução deve ser preparada da seguinte maneira: retirar 2mL da solução A e diluir com 14mL de água, resultando em uma solução B.
• Para as etapas 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7, uma solução C deve ser preparada da seguinte maneira: retirar 2mL da solução B e diluir com 18mL de água.
• Após a finalização dos passos acima, observe o paciente por 30 minutos.
• As doses terapêuticas adicionais podem então ser administradas pela via escolhida, em intervalos de dosagem normais.
A concentração das soluções A, B e C é, nessa ordem, em UI/mL:
Paciente recebe uma prescrição de soro glicofisiológico 250mL, 1x ao dia, em uma infusão com velocidade de 40mL/hora, contínuo. A equipe de enfermagem relata que possui equipos para infusão do soro, em microgotas por minuto (60 microgotas equivalem a 1mL).