Questões de Concurso
Sobre demais legislações em engenharia mecânica
Foram encontradas 342 questões
I. Nas proximidades de portas ou áreas de circulação. II. Nas proximidades de aberturas e vãos. III. Nas proximidades de transposições de níveis. IV. Onde houver risco de queda de objetos ou materiais. V. Acima e a partir da plataforma principal.
Nos termos da NR 18, devem ser considerados:
1. Classe de risco 1. 2. Classe de risco 2. 3. Classe de risco 3. 4. Classe de risco 4.
( ) Risco individual elevado para o trabalhador e com probabilidade de disseminação para a coletividade. Podem causar doenças e infecções graves ao ser humano, para as quais nem sempre existem meios eficazes de profilaxia ou tratamento. ( ) Risco individual elevado para o trabalhador e com probabilidade elevada de disseminação para a coletividade. Apresentam grande poder de transmissibilidade de um indivíduo a outro. Podem causar doenças graves ao ser humano, para as quais não existem meios eficazes de profilaxia ou tratamento. ( ) Baixo risco individual para o trabalhador e para a coletividade, com baixa probabilidade de causar doença ao ser humano. ( ) Risco individual moderado para o trabalhador e com baixa probabilidade de disseminação para a coletividade. Podem causar doenças ao ser humano, para as quais existem meios eficazes de profilaxia ou tratamento.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna, de cima para baixo.
existirem normas técnicas para qualquer produto ou serviço
colocado no mercado de consumo, é obrigatória a conformidade
desses produtos ou serviços com os requisitos da norma, sob pena
de responsabilidade para o fornecedor/prestador de serviços. No
caso de elevadores elétricos de passageiros, as normas em vigor no
Brasil são a NBR NM 207/1999, da ABNT, e a NR-12 (Norma
Regulamentadora de Máquinas e Equipamentos), do Ministério do
Trabalho e Emprego.
I alarme de emergência.
II sistema de intercomunicação com a portaria do edifício.
III dispositivo que permita a reversão do movimento do fechamento das portas.
IV botão para, em caso de emergência, promover a parada imediata da cabina.
V lâmpadas para iluminação de emergência.
Estão certos apenas os itens
existirem normas técnicas para qualquer produto ou serviço
colocado no mercado de consumo, é obrigatória a conformidade
desses produtos ou serviços com os requisitos da norma, sob pena
de responsabilidade para o fornecedor/prestador de serviços. No
caso de elevadores elétricos de passageiros, as normas em vigor no
Brasil são a NBR NM 207/1999, da ABNT, e a NR-12 (Norma
Regulamentadora de Máquinas e Equipamentos), do Ministério do
Trabalho e Emprego.
Em pouco mais de dois séculos após a Primeira Revolução Industrial (século 18), a busca por acúmulo de dinheiro ou de capital possibilitou um grande processo de industrialização que, claro, trouxe benefícios incríveis para a humanidade. No entanto, nossa civilização chegou ao limite e atualmente produz mais destruição que riqueza.
Há décadas, cientistas e analistas têm apontado que o nosso avanço econômico é produzido à custa de um preço muito alto. A gigantesca oferta de bens e serviços – inimaginável pelas gerações anteriores – é simplesmente insustentável em termos de meio ambiente.
Desde a publicação, em 1962, do clássico Primavera Silenciosa, da jornalista americana Rachel Carson, o assunto é debatido em diversas reuniões internacionais patrocinadas pela ONU. O Relatório Bruntland – mais conhecido como Nosso Futuro Comum –, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Maior Ambiente em 1987, conceitualiza a ideia de economia sustentável e defende a urgência de sua adoção. Ao contrário da economia predatória, que utiliza os recursos como se fossem infindáveis, a versão sustentável considera o impacto da produção sobre o ambiente, anulando-o. Atualmente, um movimento em favor da economia sustentável vem se desenvolvendo e apresentando propostas alternativas ao atual modelo corporativo que guia a economia. A “economia verde” tem seu espaço e grandes distribuidoras começam a embarcar na tendência.
Na obra Designing the Green Economy the Post industrial Alternative to Corporate Globalization (Planejando a Economia Verde, a Alternativa para a Globalização Corporativa), o autor Brian Milani, do Programa de Negócios e Ambiente, da Faculdade de Estudos Ambientais da Universidade de York, em Toronto (Canadá) define economia verde como a “economia do mundo real – o mundo do trabalho, das necessidades humanas, dos materiais disponíveis na Terra e como todos esses mundos devem se combinar de forma harmoniosa”.
Tal alternativa propõe uma mudança de paradigma, pois enfatiza a qualidade em vez da quantidade, a regeneração – de indivíduos, comunidades e ecossistemas –, em vez do acúmulo de riqueza ou de materiais. Para Milani, a economia verde não tem a ver com “valor de troca” ou dinheiro, mas com “valor de uso”. “A definição industrial ou capitalista de riqueza sempre esteve relacionada ao acúmulo de dinheiro ou de recursos”, escreveu o autor. Quaisquer valores de uso gerados, isto é, benefícios sociais, são secundários, pois o objetivo principal é lucro. “Um mundo pós-industrial precisa de uma economia de qualidade, em que tanto o dinheiro como os materiais tenham um status de meios para se obter um fim”. Nesse sentido, a economia verde considera a necessidade do meio ambiente de forma semelhante à necessidade humana.
A economia industrial foi constituída sobre a depredação do meio e o desperdício de recursos. É, portanto, tremendamente ineficiente. O capitalismo pressupõe que os produtos tenham uma vida útil pequena, para gerar mais consumo. “Não há justificativa para produzirmos uma quantidade tão grande de lixo tóxico ou mais mão-de-obra desqualificada do que qualificada, ou, em momentos de crise, desfazer-se dos funcionários em vez que reduzirmos os recursos para a produção. São ineficiências econômicas que só podem ser corrigidas se usarmos os meios mais eficazes para fazermos tudo”, afirma Milani. De acordo com o economista “verde” Paul Hawken, nossas crises sociais e ambientais não são problemas de gerenciamento, mas de objetivo. “Precisamos consertar o sistema inteiro”.
A implementação da economia verde não é simples. A transformação ecológica está intimamente relacionada à mudança social. Tanto o setor público como o privado devem passar por uma modificação que leve o mercado a expressar valores econômicos e sociais, em vez de buscar a obtenção de lucro a qualquer custo. Como toda mudança de paradigma, esse processo é lento. Milani afirma que o caminho deverá ser percorrido pelas empresas “pioneiras”, que deverão iniciar a mudança da “paisagem econômica” e preparar o terreno para que surjam empresas mais ecológicas e socialmente inclusivas.
Tanto o conteúdo como a forma da economia verde se opõe diametralmente ao modelo industrial corrente. A agricultura orgânica ou sustentável, os produtos fabricados de forma ambientalmente correta, as lâmpadas e os eletrodomésticos que duram mais e consomem menos energia oferecem alternativas viáveis e que não deixam de ser lucrativas. Estas alternativas atraem cada vez mais consumidores e consolidam a economia verde como tendência.
(Revista “Aquecimento Global” – Coleção Especial. Edições 4 e 5. Pág. 14)
Assinale a alternativa em que se verifica o emprego de linguagem conotativa:
O limite de tolerância para um agente químico representa a concentração máxima desse agente no ambiente de trabalho, que não pode ser excedida em momento algum da jornada laboral.
A Norma ABNT NBR 13103 aplica-se à instalação de aparelhos em ambientes residenciais, atendendo a certos limites. Sobre esses limites, considere as seguintes afirmações:
I. O limite é de 80 kW (1146,67 kcal/min), para aparelhos de circuito aberto de exaustão natural.
II. O limite é de 859,84 kcal/min para aparelhos de circuito aberto de exaustão natural.
Sobre as duas afirmações anteriores, assinale o correto.