Questões de Concurso Sobre engenharia florestal

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Ano: 2009 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Parauapebas - PA
Q1201839 Engenharia Florestal
Os processos agroquímicos de produção agrícola são práticas típicas que se caracterizaram por privilegiar uma mercadoria ou um produto isolado, pela dominância da racionalidade econômica, e o grande comércio. Observe as características abaixo: 

I - Busca adaptar plantas e animais à tecnologia ao invés de adaptar a tecnologia aos processos naturais de produção. 
II - Tender a trazer todos os insumos de fora do estabelecimento agrícola ao invés de produzi-los. 
III - Não considerar o conhecimento local, desprezando todo conhecimento que estiver fora dos parâmetros da ciência modema. 

Identifique a alternativa correta, a seguir, quanto aos processos agroquímicos:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Palhoça - SC
Q1200749 Engenharia Florestal
Texto 1
A Amazônia não é só Paisagem!
Há duas décadas, ao pensar Amazônia, acudia-nos a figura da floresta exuberante, infinitamente verde, a cobrir mais da metade do território brasileiro. Como a maioria dos brasileiros, sequer pensávamos na terra; o que nos vinha à mente era um mapa desenhado em uma folha de papel ostentando grande parte pintada de verde: esta era a floresta amazônica.
Faz pouco mais de 20 anos que essa antiga imagem mudou. A sociedade, em geral, e os governos passaram a preocupar-se com a questão ambiental e a floresta vem se tornando dia a dia mais colorida, menos verde e mais tangível. Esse fato está a demandar muita preocupação da parte dos países que a detêm e também do mundo todo. A pressão internacional, no que se refere à preservação de um ambiente que possui uma das maiores biodiversidades do planeta, é grande, o que tem provocado a cobiça de muitos que, por ignorarem a realidade da região, vêem nela o eldorado do mundo. […]
A história é rica e bem conhecida. No entanto, ressalta-se que o entendimento dessas riquezas e desse eldorado se diferencia à medida que se penetra na região e nela se descobrem suas marcas, sua alma, a alma dos que a habitam. A visão de quem observa a floresta de dentro, a visão daquele que nela vive, revela e traduz um olhar minucioso, capaz de descobrir suas principais riquezas e seu principal potencial como verdadeiro eldorado, ao menos no que se refere ao seu próprio desenvolvimento e à sua população humana. […].
O Brasil não conhece essa Amazônia real, porque sua realidade não é avaliada, tampouco divulgada. A Amazônia tem vida política, religiosa, comercial, industrial. Por isso também polui, também invade, também cresce desordenadamente e sua população sobrevive em favelas nas periferias das cidades. Nela também há violência, como em qualquer outra região do país. Há, porém, um aspecto que a torna diferente das demais regiões. Essa diferença resulta tanto de sua configuração geofísica como da história de sua colonização. Nela, são os rios que imperam e são esses rios os detentores do ritmo de vida do homem, dos bichos e da própria floresta. Nesse mesmo rio está o principal meio de comunicação, de locomoção e de subsistência do amazônida. É nesse rio que está a delimitação do mapa de habitação e desenvolvimento da região. Lembre-se de que a relação do homem com o rio é tão intensa que chega a ser poética.
Vera Maria Fonseca de Almeida-Val http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S000967252006000300012&script=sci_arttext, acessado em 15/11/2009. Texto adaptado para fins de prova.
Com base no texto 1, identifique se são verdadeiras ( V ) ou falsas ( F ) as afirmativas abaixo.
( ) Em: “Há, porém, um aspecto que a torna diferente das demais regiões.” (quarto parágrafo), há uma idéia de oposição em relação a informações já apresentadas no texto.
( ) O período: “A sociedade, em geral, e os governos passaram a preocupar-se com a questão ambiental e a floresta vem se tornando dia a dia mais colorida, menos verde e mais tangível.” (segundo parágrafo) não traz nenhuma indicação de elementos que estejam em relação de adição.
( ) Em: “A Amazônia tem vida política, religiosa, comercial, industrial. Por isso também polui, também invade, também cresce desordenadamente e sua população sobrevive em favelas nas periferias das cidades.” (quarto parágrafo), a expressão sublinhada pode ser substituída por entretanto sem prejuízo das relações semânticas entre os dois períodos.
( ) Em: “Como a maioria dos brasileiros, sequer pensávamos na terra; o que nos vinha à mente era um mapa desenhado em uma folha de papel ostentando grande parte pintada de verde: esta era a floresta amazônica.” (primeiro parágrafo), a oração sublinhada retoma a idéia de como os brasileiros viam a floresta amazônica.
( ) Em “A visão de quem observa a floresta de dentro, a visão daquele que nela vive, revela e traduz um olhar minucioso, capaz de descobrir suas principais riquezas e seu principal potencial como verdadeiro eldorado, ao menos no que se refere ao seu próprio desenvolvimento e à sua população humana.” (terceiro parágrafo), não há nenhuma expressão que traga noção de restrição.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, assinalada de cima para baixo.
Alternativas
Q1199606 Engenharia Florestal
O solo é a base do trabalho na agricultura orgânica. Vários resíduos são reintegrados ao solo para que sejam decompostos e transformados em nutrientes para as plantas. Essa fertilização ativará a vida no solo. Os micro-organismos, além de transformarem a matéria orgânica em alimento para as plantas, tornarão a terra porosa, solta, permeável à água e ao ar. Sobre a adubação e os adubos orgânicos, observe as afirmativas abaixo e marque a verdadeira:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Palhoça - SC
Q1184411 Engenharia Florestal
Texto 1
A Amazônia não é só Paisagem!
Há duas décadas, ao pensar Amazônia, acudia-nos a figura da floresta exuberante, infinitamente verde, a cobrir mais da metade do território brasileiro. Como a maioria dos brasileiros, sequer pensávamos na terra; o que nos vinha à mente era um mapa desenhado em uma folha de papel ostentando grande parte pintada de verde: esta era a floresta amazônica.
Faz pouco mais de 20 anos que essa antiga imagem mudou. A sociedade, em geral, e os governos passaram a preocupar-se com a questão ambiental e a floresta vem se tornando dia a dia mais colorida, menos verde e mais tangível. Esse fato está a demandar muita preocupação da parte dos países que a detêm e também do mundo todo. A pressão internacional, no que se refere à preservação de um ambiente que possui uma das maiores biodiversidades do planeta, é grande, o que tem provocado a cobiça de muitos que, por ignorarem a realidade da região, vêem nela o eldorado do mundo. […]
A história é rica e bem conhecida. No entanto, ressalta-se que o entendimento dessas riquezas e desse eldorado se diferencia à medida que se penetra na região e nela se descobrem suas marcas, sua alma, a alma dos que a habitam. A visão de quem observa a floresta de dentro, a visão daquele que nela vive, revela e traduz um olhar minucioso, capaz de descobrir suas principais riquezas e seu principal potencial como verdadeiro eldorado, ao menos no que se refere ao seu próprio desenvolvimento e à sua população humana. […].
O Brasil não conhece essa Amazônia real, porque sua realidade não é avaliada, tampouco divulgada. A Amazônia tem vida política, religiosa, comercial, industrial. Por isso também polui, também invade, também cresce desordenadamente e sua população sobrevive em favelas nas periferias das cidades. Nela também há violência, como em qualquer outra região do país. Há, porém, um aspecto que a torna diferente das demais regiões. Essa diferença resulta tanto de sua configuração geofísica como da história de sua colonização. Nela, são os rios que imperam e são esses rios os detentores do ritmo de vida do homem, dos bichos e da própria floresta. Nesse mesmo rio está o principal meio de comunicação, de locomoção e de subsistência do amazônida. É nesse rio que está a delimitação do mapa de habitação e desenvolvimento da região. Lembre-se de que a relação do homem com o rio é tão intensa que chega a ser poética.
Vera Maria Fonseca de Almeida-Val http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S000967252006000300012&script=sci_arttext, acessado em 15/11/2009. Texto adaptado para fins de prova.
De acordo com as normas de regência e concordância verbal, analise os enunciados abaixo.
I. Na frase: “A visão de quem observa a floresta de dentro, a visão daquele que nela vive, revela e traduz um olhar minucioso […]” (terceiro parágrafo), o verbo traduzir é intransitivo.
II. Na frase: “Faz pouco mais de 20 anos que essa antiga imagem mudou” (segundo parágrafo), o verbo fazer pode ficar tanto no singular quanto no plural, já que seu sujeito denota tempo percorrido.
III. A frase “Há, porém, um aspecto que a torna diferente das demais regiões” (quarto parágrafo), pode ser reescrita, sem desvio da norma culta da língua, como: “Existe, porém, vários aspectos que a tornam diferente das demais regiões”.
IV. Na frase: “A pressão internacional, no que se refere à preservação de um ambiente” (segundo parágrafo), o verbo referir é transitivo indireto.
V. Em: “Lembre-se de que a relação do homem com o rio é tão intensa que chega a ser poética” (quarto parágrafo), se trocarmos o complemento do verbo lembrar por das relações do homem com o rio, esse verbo deve passar para o plural.
Assinale a alternativa que indica todos os enunciados corretos.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNIPAMPA
Q1181582 Engenharia Florestal
A fruticultura é uma das atividades agrícolas mais importantes no Brasil, considerando-se tanto o volume de frutas produzidas quanto a importância socioeconômica dessa atividade, que, dependendo da forma de manejo dos pomares, podas, raleio, tratos fitossanitários e colheita, demanda muita mão de obra. A bananicultura e a citricultura destacam-se entre as frutas mais produzidas no país. Acerca dos cuidados fitotécnicos e do manejo dessas culturas, julgue os item subsequente.
A filoxera é uma patogenia radicícola que ataca principalmente citros e videira. Como medida eficiente para seu controle, indica-se a utilização de porta-enxertos resistentes.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNIPAMPA
Q1181581 Engenharia Florestal
A fruticultura é uma das atividades agrícolas mais importantes no Brasil, considerando-se tanto o volume de frutas produzidas quanto a importância socioeconômica dessa atividade, que, dependendo da forma de manejo dos pomares, podas, raleio, tratos fitossanitários e colheita, demanda muita mão de obra. A bananicultura e a citricultura destacam-se entre as frutas mais produzidas no país. Acerca dos cuidados fitotécnicos e do manejo dessas culturas, julgue os item subsequente.
Na produção comercial de frutos sem sementes, as tangerinas dos diversos grupos (satsumas, mexeriqueiras ou clementinas), tanto quanto as melancias e uvas, são obtidas pela frutificação de plantas tetraplóides que foram polinizadas por plantas diplóides, em pomares em que plantas de diferentes níveis de ploidia estão intercaladas.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1181535 Engenharia Florestal
Economia verde
Em pouco mais de dois séculos após a Primeira Revolução Industrial (século 18), a busca por acúmulo de dinheiro ou de capital possibilitou um grande processo de industrialização que, claro, trouxe benefícios incríveis para a humanidade. No entanto, nossa civilização chegou ao limite e atualmente produz mais destruição que riqueza.
Há décadas, cientistas e analistas têm apontado que o nosso avanço econômico é produzido à custa de um preço muito alto. A gigantesca oferta de bens e serviços – inimaginável pelas gerações anteriores – é simplesmente insustentável em termos de meio ambiente.
Desde a publicação, em 1962, do clássico Primavera Silenciosa, da jornalista americana Rachel Carson, o assunto é debatido em diversas reuniões internacionais patrocinadas pela ONU. O Relatório Bruntland – mais conhecido como Nosso Futuro Comum –, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Maior Ambiente em 1987, conceitualiza a ideia de economia sustentável e defende a urgência de sua adoção. Ao contrário da economia predatória, que utiliza os recursos como se fossem infindáveis, a versão sustentável considera o impacto da produção sobre o ambiente, anulando-o. Atualmente, um movimento em favor da economia sustentável vem se desenvolvendo e apresentando propostas alternativas ao atual modelo corporativo que guia a economia. A “economia verde” tem seu espaço e grandes distribuidoras começam a embarcar na tendência.
Na obra Designing the Green Economy the Post industrial Alternative to Corporate Globalization (Planejando a Economia Verde, a Alternativa para a Globalização Corporativa), o autor Brian Milani, do Programa de Negócios e Ambiente, da Faculdade de Estudos Ambientais da Universidade de York, em Toronto (Canadá) define economia verde como a “economia do mundo real – o mundo do trabalho, das necessidades humanas, dos materiais disponíveis na Terra e como todos esses mundos devem se combinar de forma harmoniosa”.
Tal alternativa propõe uma mudança de paradigma, pois enfatiza a qualidade em vez da quantidade, a regeneração – de indivíduos, comunidades e ecossistemas –, em vez do acúmulo de riqueza ou de materiais. Para Milani, a economia verde não tem a ver com “valor de troca” ou dinheiro, mas com “valor de uso”.   “A definição industrial ou capitalista de riqueza sempre esteve relacionada ao acúmulo de dinheiro ou de recursos”, escreveu o autor. Quaisquer valores de uso gerados, isto é, benefícios sociais, são secundários, pois o objetivo principal é lucro. “Um mundo pós-industrial precisa de uma economia de qualidade, em que tanto o dinheiro como os materiais tenham um status de meios para se obter um fim”. Nesse sentido, a economia verde considera a necessidade do meio ambiente de forma semelhante à necessidade humana.
A economia industrial foi constituída sobre a depredação do meio e o desperdício de recursos. É, portanto, tremendamente ineficiente. O capitalismo pressupõe que os produtos tenham uma vida útil pequena, para gerar mais consumo. “Não há justificativa para produzirmos uma quantidade tão grande de lixo tóxico ou mais mão-de-obra desqualificada do que qualificada, ou, em momentos de crise, desfazer-se dos funcionários em vez que reduzirmos os recursos para a produção. São ineficiências econômicas que só podem ser corrigidas se usarmos os meios mais eficazes para fazermos tudo”, afirma Milani. De acordo com o economista “verde” Paul Hawken, nossas crises sociais e ambientais não são problemas de gerenciamento, mas de objetivo. “Precisamos consertar o sistema inteiro”.
A implementação da economia verde não é simples. A transformação ecológica está intimamente relacionada à mudança social. Tanto o setor público como o privado devem passar por uma modificação que leve o mercado a expressar valores econômicos e sociais, em vez de buscar a obtenção de lucro a qualquer custo. Como toda mudança de paradigma, esse processo é lento. Milani afirma que o caminho deverá ser percorrido pelas empresas “pioneiras”, que deverão iniciar a mudança da “paisagem econômica” e preparar o terreno para que surjam empresas mais ecológicas e socialmente inclusivas.
Tanto o conteúdo como a forma da economia verde se opõe diametralmente ao modelo industrial corrente. A agricultura orgânica ou sustentável, os produtos fabricados de forma ambientalmente correta, as lâmpadas e os eletrodomésticos que duram mais e consomem menos energia oferecem alternativas viáveis e que não deixam de ser lucrativas. Estas alternativas atraem cada vez mais consumidores e consolidam a economia verde como tendência.
(Revista “Aquecimento Global” – Coleção Especial. Edições 4 e 5. Pág. 14)
Esse texto deve ser considerado como:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1181520 Engenharia Florestal
Economia verde
Em pouco mais de dois séculos após a Primeira Revolução Industrial (século 18), a busca por acúmulo de dinheiro ou de capital possibilitou um grande processo de industrialização que, claro, trouxe benefícios incríveis para a humanidade. No entanto, nossa civilização chegou ao limite e atualmente produz mais destruição que riqueza.
Há décadas, cientistas e analistas têm apontado que o nosso avanço econômico é produzido à custa de um preço muito alto. A gigantesca oferta de bens e serviços – inimaginável pelas gerações anteriores – é simplesmente insustentável em termos de meio ambiente.
Desde a publicação, em 1962, do clássico Primavera Silenciosa, da jornalista americana Rachel Carson, o assunto é debatido em diversas reuniões internacionais patrocinadas pela ONU. O Relatório Bruntland – mais conhecido como Nosso Futuro Comum –, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Maior Ambiente em 1987, conceitualiza a ideia de economia sustentável e defende a urgência de sua adoção. Ao contrário da economia predatória, que utiliza os recursos como se fossem infindáveis, a versão sustentável considera o impacto da produção sobre o ambiente, anulando-o. Atualmente, um movimento em favor da economia sustentável vem se desenvolvendo e apresentando propostas alternativas ao atual modelo corporativo que guia a economia. A “economia verde” tem seu espaço e grandes distribuidoras começam a embarcar na tendência.
Na obra Designing the Green Economy the Post industrial Alternative to Corporate Globalization (Planejando a Economia Verde, a Alternativa para a Globalização Corporativa), o autor Brian Milani, do Programa de Negócios e Ambiente, da Faculdade de Estudos Ambientais da Universidade de York, em Toronto (Canadá) define economia verde como a “economia do mundo real – o mundo do trabalho, das necessidades humanas, dos materiais disponíveis na Terra e como todos esses mundos devem se combinar de forma harmoniosa”.
Tal alternativa propõe uma mudança de paradigma, pois enfatiza a qualidade em vez da quantidade, a regeneração – de indivíduos, comunidades e ecossistemas –, em vez do acúmulo de riqueza ou de materiais. Para Milani, a economia verde não tem a ver com “valor de troca” ou dinheiro, mas com “valor de uso”.   “A definição industrial ou capitalista de riqueza sempre esteve relacionada ao acúmulo de dinheiro ou de recursos”, escreveu o autor. Quaisquer valores de uso gerados, isto é, benefícios sociais, são secundários, pois o objetivo principal é lucro. “Um mundo pós-industrial precisa de uma economia de qualidade, em que tanto o dinheiro como os materiais tenham um status de meios para se obter um fim”. Nesse sentido, a economia verde considera a necessidade do meio ambiente de forma semelhante à necessidade humana.
A economia industrial foi constituída sobre a depredação do meio e o desperdício de recursos. É, portanto, tremendamente ineficiente. O capitalismo pressupõe que os produtos tenham uma vida útil pequena, para gerar mais consumo. “Não há justificativa para produzirmos uma quantidade tão grande de lixo tóxico ou mais mão-de-obra desqualificada do que qualificada, ou, em momentos de crise, desfazer-se dos funcionários em vez que reduzirmos os recursos para a produção. São ineficiências econômicas que só podem ser corrigidas se usarmos os meios mais eficazes para fazermos tudo”, afirma Milani. De acordo com o economista “verde” Paul Hawken, nossas crises sociais e ambientais não são problemas de gerenciamento, mas de objetivo. “Precisamos consertar o sistema inteiro”.
A implementação da economia verde não é simples. A transformação ecológica está intimamente relacionada à mudança social. Tanto o setor público como o privado devem passar por uma modificação que leve o mercado a expressar valores econômicos e sociais, em vez de buscar a obtenção de lucro a qualquer custo. Como toda mudança de paradigma, esse processo é lento. Milani afirma que o caminho deverá ser percorrido pelas empresas “pioneiras”, que deverão iniciar a mudança da “paisagem econômica” e preparar o terreno para que surjam empresas mais ecológicas e socialmente inclusivas.
Tanto o conteúdo como a forma da economia verde se opõe diametralmente ao modelo industrial corrente. A agricultura orgânica ou sustentável, os produtos fabricados de forma ambientalmente correta, as lâmpadas e os eletrodomésticos que duram mais e consomem menos energia oferecem alternativas viáveis e que não deixam de ser lucrativas. Estas alternativas atraem cada vez mais consumidores e consolidam a economia verde como tendência.
(Revista “Aquecimento Global” – Coleção Especial. Edições 4 e 5. Pág. 14)
“É, portanto, tremendamente ineficiente.” ( 8º§) A palavra “ineficiente” significa “ineficaz”. De acordo com o texto, o significado oposto para essa palavra é:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Parauapebas - PA
Q1181167 Engenharia Florestal
A Agroecologia é uma nova abordagem da agricultura que integra diversos aspectos agronômicos, ecológicos e socioeconômicos, na avaliação dos efeitos das técnicas agrícolas sobre a produção de alimentos e na sociedade como um todo. Identifique, a seguir, a alternativa correta relacionada às características desse sistema agrícola:
Alternativas
Q422904 Engenharia Florestal
A Lei nº 9.605/08, conhecida como Lei de Crimes Ambientais, dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. Esta lei estabelece que
Alternativas
Q422897 Engenharia Florestal
Informações gerais, caracterização do empreendimento, área de influência, diagnóstico ambiental da área de influência, com descrição e análise dos fatores ambientais e suas interações, por meio das variáveis que descrevem o estado ambiental, caracterizando a qualidade ambiental, análise dos impactos ambientais, proposição de medidas mitigadoras, programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos devem constar na elaboração dos seguintes documentos:
Alternativas
Q422896 Engenharia Florestal
Comparando-se os capítulos sobre meio ambiente constantes nas Constituições Federal e do Estado de Goiás, é correto afirmar:
Alternativas
Q422895 Engenharia Florestal
O Conselho Nacional do Meio Ambiente definiu como deve ser feita a avaliação de impactos ambientais, criando duas figuras novas (um relatório técnico e um relatório-resumo), além de estabelecer a relação de atividades para as quais sua exigência é obrigatória. Essas figuras e atividades, respectivamente, são
Alternativas
Q422894 Engenharia Florestal
Dentre as premissas do Modelo de Desenvolvimento Sustentável incluem-se o controle do crescimento populacional, a dependência do suprimento externo
Alternativas
Q247393 Engenharia Florestal
Na Amazônia, é comum o cultivo de espécies frutíferas em sistemas agroflorestais (SAF) comerciais multiestratificados. Essas espécies, em geral, são cultivadas por agricultores familiares com fins comerciais e para sua subsistência. Na região de Igarapé-Açu, Pará, o preparo das áreas destinadas aos SAF, ocorre em sua maioria, por meio de derrubada e queima de forma mecanizada, com uso de trator e grades aradoras. Do total de agricultores familiares que adotaram SAF, mais de 50% prepararam suas áreas com grades aradoras. O preparo de área mecanizado tem se intensificado em decorrência da diminuição do tempo de pousio e da baixa fertilidade do solo. O uso de herbicida foi verificado em 68,7% das propriedades com SAF e a eliminação das plantas daninhas é realizada a cada dois meses. O controle de pragas e doenças é feito com o uso de agrotóxicos, sendo 50% com fungicidas e 18,7% com inseticidas.


Thiago Almeida Vieira et al. Sistemas agroflorestais em áreas de agricultores familiares em Igarapé-Açu, Pará: caracterização florística, implantação e manejo. Acta Amaz., Manaus, v. 37, n.º 4, 2007.

Acerca do assunto tratado no texto, e considerando que os inseticidas podem ser classificados em organoclorados, piretróides, organofosforados e carbamatos, julgue o item a seguir.



Considerando que a idéia de SAF esteja sendo muito divulgada, pode-se concluir que as políticas públicas para este setor, sobretudo em termos de divulgação, esclarecimento e capacitação do produtor rural são plenamente exitosas e suficientes.

Alternativas
Q247292 Engenharia Florestal
Com o objetivo de implantar um sistema de manejo florestal sustentado adaptado às pequenas propriedades rurais, estimular o aproveitamento racional da floresta tropical e diversificar a economia dos pequenos proprietários rurais, entre outros, foi desenvolvido, em 1995/1996, pela EMBRAPA um projeto na BR 364 entre o Rio Branco e Porto Velho, em 12 pequenas propriedades rurais de 80 ha cada, com 50% de área de reserva legal do Projeto de Colonização Pedro Peixoto. Para as atividades de manejo, foram considerados: método sistemático de amostragem para o inventário florestal com 5% de intensidade amostral; ciclo mínimo de intensidade de corte de 10 anos, com intensidade de desbaste de 10 m3 /ha, com estimativa de exploração média/ano de 40 m3 de madeira/propriedade, com diâmetro mínimo de corte de 50 cm; tratos culturais necessários para o bom andamento do projeto. A figura a seguir mostra esquematicamente a disposição das parcelas amostrais para o inventário florestal.


Q59_61.png (462×268)


H. J. B. Araújo e L. C. Oliveira. Manejo florestal sustentado em áreas de reserva legal de pequenas propriedades rurais do PC Pedro Peixoto – Acre. Boletim n.º 89, p. 1-8. Centro de Pesquisa Agroflorestal do Acre. Embrapa, 1996.



Considerando as informações e o esquema da figura acima, julgue o item que se segue.



Em um sistema de manejo florestal sustentado em floresta tropical, os tratos culturais são necessários para facilitar o corte da árvore tanto no que concerne ao acesso à sua base quanto no direcionamento de queda e, para isso, basta uma capina utilizando roçadeira mecânica ou capina química com herbicida.

Alternativas
Q247291 Engenharia Florestal
Com o objetivo de implantar um sistema de manejo florestal sustentado adaptado às pequenas propriedades rurais, estimular o aproveitamento racional da floresta tropical e diversificar a economia dos pequenos proprietários rurais, entre outros, foi desenvolvido, em 1995/1996, pela EMBRAPA um projeto na BR 364 entre o Rio Branco e Porto Velho, em 12 pequenas propriedades rurais de 80 ha cada, com 50% de área de reserva legal do Projeto de Colonização Pedro Peixoto. Para as atividades de manejo, foram considerados: método sistemático de amostragem para o inventário florestal com 5% de intensidade amostral; ciclo mínimo de intensidade de corte de 10 anos, com intensidade de desbaste de 10 m3 /ha, com estimativa de exploração média/ano de 40 m3 de madeira/propriedade, com diâmetro mínimo de corte de 50 cm; tratos culturais necessários para o bom andamento do projeto. A figura a seguir mostra esquematicamente a disposição das parcelas amostrais para o inventário florestal.


Q59_61.png (462×268)


H. J. B. Araújo e L. C. Oliveira. Manejo florestal sustentado em áreas de reserva legal de pequenas propriedades rurais do PC Pedro Peixoto – Acre. Boletim n.º 89, p. 1-8. Centro de Pesquisa Agroflorestal do Acre. Embrapa, 1996.



Considerando as informações e o esquema da figura acima, julgue o item que se segue.



A intensidade de corte de 10 m3 /ha pode ser considerada baixa se comparada à média de 30 m3 - 40 m3 da exploração convencional mecanizada na região Amazônica.

Alternativas
Q247290 Engenharia Florestal
Com o objetivo de implantar um sistema de manejo florestal sustentado adaptado às pequenas propriedades rurais, estimular o aproveitamento racional da floresta tropical e diversificar a economia dos pequenos proprietários rurais, entre outros, foi desenvolvido, em 1995/1996, pela EMBRAPA um projeto na BR 364 entre o Rio Branco e Porto Velho, em 12 pequenas propriedades rurais de 80 ha cada, com 50% de área de reserva legal do Projeto de Colonização Pedro Peixoto. Para as atividades de manejo, foram considerados: método sistemático de amostragem para o inventário florestal com 5% de intensidade amostral; ciclo mínimo de intensidade de corte de 10 anos, com intensidade de desbaste de 10 m3 /ha, com estimativa de exploração média/ano de 40 m3 de madeira/propriedade, com diâmetro mínimo de corte de 50 cm; tratos culturais necessários para o bom andamento do projeto. A figura a seguir mostra esquematicamente a disposição das parcelas amostrais para o inventário florestal.


Q59_61.png (462×268)


H. J. B. Araújo e L. C. Oliveira. Manejo florestal sustentado em áreas de reserva legal de pequenas propriedades rurais do PC Pedro Peixoto – Acre. Boletim n.º 89, p. 1-8. Centro de Pesquisa Agroflorestal do Acre. Embrapa, 1996.



Considerando as informações e o esquema da figura acima, julgue o item que se segue.



A disposição das parcelas no esquema da figura representa o método sistemático de amostragem.

Alternativas
Q247289 Engenharia Florestal
A reposição florestal é uma forma, prevista em lei, de recompensar o meio ambiente pela utilização da vegetação natural, devolvendo ao meio o volume de matéria-prima extraída para geração de estoque ou recuperação de cobertura vegetal, sendo obrigatória tanto para pessoa física quanto jurídica. A respeito da supressão florestal nativa e da reposição, julgue o item a seguir.

Segundo o Decreto n.º 5.975/2006, fica isento da obrigatoriedade de reposição florestal aquele que comprovadamente utilizar: resíduos provenientes de atividade industrial; matéria-prima florestal oriunda de: supressão autorizada; PMFS; floresta plantada e não madeireira, salvo disposição contrária.
Alternativas
Q148408 Engenharia Florestal
Imagem 018.jpg

Na tabela acima, são apresentadas classes de sistemas sensores agrupadas segundo características de imageamento específicas. De
acordo com essas características, julgue os itens que se seguem.

Os sensores agrupados na coluna F são conhecidos como sensores hiperespectrais.
Alternativas
Respostas
2881: D
2882: E
2883: D
2884: A
2885: E
2886: E
2887: C
2888: D
2889: B
2890: E
2891: D
2892: B
2893: A
2894: E
2895: E
2896: E
2897: C
2898: C
2899: E
2900: E