Questões de Concurso
Sobre distribuição na engenharia elétrica em engenharia elétrica
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Uma subestação possui três transformadores iguais que alimentam quadros gerais de baixa tensão independentes.
No caso de uma alteração na configuração dessa subestação, de modo que todos os transformadores e quadros gerais de baixa tensão fiquem em paralelos, o nível de curto-circuito no barramento de baixa tensão
A figura a seguir apresenta um gráfico das correntes de curto-circuito, em kA, em função das seções dos cabos, em mm2 .

A instalação elétrica tem frequência de 50 Hz e o disjuntor do circuito em questão atua em 0,08 s, quando submetido a uma corrente de curto-circuito.
Sabendo que a corrente de curto-circuito é de 1.000 A, a menor
bitola que esse circuito deve ter é
Em consonância com a Norma Regulamentadora n.º 10, julgue o seguinte item, que se referem a trabalhos que envolvem alta tensão (AT).
O projeto de determinada subestação com tensão de 13,8 kV
com raio de delimitação de 60 cm entre a zona de risco e a
zona controlada atende as prescrições normativas.

A figura acima ilustra configuração típica de uma
subestação de sistemas elétricos de potência. Na entrada da
subestação, há duas linhas de transmissão (LT1 e LT 2). O esquema
evidencia que, mediante adequadas conexões das chaves
seccionadoras na subestação, são alimentados dois transformadores
de potência (TR 1 e TR 2).
A partir dessas informações, julgue o próximo item.
Localizações adequadas para instalação de para-raios nessa
subestação ficam na entrada da subestação, ou seja, na conexão
entre cada linha de transmissão e a subestação, nos locais com
as indicações 4 e 5.

A figura acima ilustra configuração típica de uma
subestação de sistemas elétricos de potência. Na entrada da
subestação, há duas linhas de transmissão (LT1 e LT 2). O esquema
evidencia que, mediante adequadas conexões das chaves
seccionadoras na subestação, são alimentados dois transformadores
de potência (TR 1 e TR 2).
A partir dessas informações, julgue o próximo item.
As indicações 1, 2 e 3 no circuito são referentes,
respectivamente, à chave que secciona a barra, à chave
de by-pass no disjuntor e à chave transversal na entrada
de alimentação para os transformadores.

A figura acima ilustra configuração típica de uma
subestação de sistemas elétricos de potência. Na entrada da
subestação, há duas linhas de transmissão (LT1 e LT 2). O esquema
evidencia que, mediante adequadas conexões das chaves
seccionadoras na subestação, são alimentados dois transformadores
de potência (TR 1 e TR 2).
A partir dessas informações, julgue o próximo item.
A configuração da subestação é do tipo barra principal mais
barra de transferência.

A figura acima ilustra configuração típica de uma
subestação de sistemas elétricos de potência. Na entrada da
subestação, há duas linhas de transmissão (LT1 e LT 2). O esquema
evidencia que, mediante adequadas conexões das chaves
seccionadoras na subestação, são alimentados dois transformadores
de potência (TR 1 e TR 2).
A partir dessas informações, julgue o próximo item.
O fechamento da chave seccionadora 2 possibilita a realização
da manutenção no disjuntor da linha de transmissão LT 1 não
sendo necessário se desligar nenhum dos outros disjuntores
nem o barramento da subestação.
Com relação a disjuntores de potência, julgue o item subsecutivo.
Na especificação sumária de um disjuntor a pequeno volume
de óleo (PVO), é necessário informar a tensão suportável
de impulso, em kV. Caso a opção seja por disjuntor PVO com
montagem fixa, é dispensada a especificação da capacidade
de interrupção nominal, em kA, do disjuntor. Mas, se a opção
for com montagem extraível, a especificação da capacidade
de interrupção nominal é obrigatória.
Com relação a disjuntores de potência, julgue o item subsecutivo.
Ao ser considerada a utilização dos equipamentos para uma
mesma classe de tensão, conclui-se que os disjuntores com
isolação a SF6 têm menor capacidade de interrupção que
os disjuntores a grande volume de óleo.
Com base na figura acima, que ilustra configurações de arranjo de circuito utilizado em sistemas de distribuição de energia elétrica, julgue o item a seguir.
A figura ilustra esquema típico de sistema de distribuição
em arranjo radial com primário em anel.
Com base na figura acima, que ilustra configurações de arranjo de circuito utilizado em sistemas de distribuição de energia elétrica, julgue o item a seguir.
Uma das diferenças básicas entre o tipo de arranjo mostrado
e um arranjo do tipo radial simples é que neste último
os centros de carga são ligados por meio de um único
alimentador conectado à saída da subestação.
Com base na figura acima, que ilustra configurações de arranjo de circuito utilizado em sistemas de distribuição de energia elétrica, julgue o item a seguir.
No esquema mostrado, 70% dos transformadores conectados
aos alimentadores da subestação estão ligados a um único
alimentador do arranjo.
Considerando um sistema de distribuição com arranjo radial simples que opere com regulação de tensão elevada (tensão baixa em relação à nominal) em determinado ponto da rede elétrica, julgue o item subsequente, relativo a arranjos de circuitos em sistemas de distribuição de energia elétrica.
O uso de um único banco de capacitor shunt no local da rede
de distribuição em que é registrada alta regulação de tensão
poderá ser adequado para a correção de tensão, por exemplo,
para elevá-la ao nível próximo do valor nominal; no entanto,
esse equipamento não tem capacidade de realizar regulação de
tensão, devendo, para essa finalidade, ser utilizado outro
equipamento.
Considerando um sistema de distribuição com arranjo radial simples que opere com regulação de tensão elevada (tensão baixa em relação à nominal) em determinado ponto da rede elétrica, julgue o item subsequente, relativo a arranjos de circuitos em sistemas de distribuição de energia elétrica.
O tipo de arranjo radial simples é o mais recomendado para
circuitos de distribuição que atendam a circuitos com longos
alimentadores, demandas elevadas e centros de carga distantes
da subestação do alimentador.
Instalações elétricas industriais podem suportar correntes de sobrecarga ou de curto-circuito durante intervalos de tempo reduzidos, que normalmente são inversamente proporcionais à magnitude dessas correntes. Nesse contexto, uma instalação elétrica industrial pode suportar correntes dessa natureza respeitando a seguinte curva:

Onde:
− t é o intervalo de tempo máximo a que a instalação elétrica pode suportar a corrente I (para correntes maiores ou iguais que as correntes típicas de sobrecarga);
− I é a corrente de sobrecarga ou de curto-circuito a que a instalação elétrica está submetida.
Considerando que essa instalação pode ser protegida por um relé de sobrecorrente cuja corrente mínima de pickup é 200 [A], a
equação que descreve corretamente a curva que deve ser escolhida, para esse dispositivo de proteção, de modo a que ele seja
capaz de proteger a instalação elétrica em questão é
São conhecidas as seguintes grandezas para o circuito de uma carga monofásica, alimentada por um condutor de fase e um condutor de neutro:
− IB = 20,0 [A], como a corrente de projeto do circuito.
− IZ = 30,0 [A], como a capacidade de condução de corrente dos condutores do circuito, em uma dada forma de instalação.
Nessas condições, apresenta corretamente o emprego de dispositivos de proteção contra curtos-circuitos e sobrecargas, considerando a coordenação com os demais elementos do circuito:
