Questões de Concurso
Sobre orçamento no planejamento e controle de obras na engenharia civil em engenharia civil
Foram encontradas 2.672 questões
Julgue o item subsequente.
A redução do desperdício na obra é uma vantagem da
alvenaria estrutural.
De acordo com a tabela abaixo de levantamento de materiais para estrutura de uma obra:

Considerando um acréscimo de 10% em aço,
concreto e fôrmas, determine o valor do
orçamento total necessário para a aquisição
dos itens da tabela:
Massa Específica dos Materiais Empregados

I. Gráficos de pizza - são simples e fáceis de gerar o cronograma de construção. Pouco utilizado no planejamento do canteiro de obras, por não levar em consideração nem a data de início e nem a data de término das etapas de obra.
II. Gráficos de barras - são a maneira mais simples e fácil de gerar o cronograma de construção. É amplamente utilizado devido à sua simplicidade e capacidade de adaptação a numerosos eventos. Um gráfico de barras é formado com uma lista de atividades, especificando a data de início, a duração da atividade e a data de conclusão de cada atividade, e depois é plotada em uma escala de tempo do projeto.
III. Método do caminha crítico - a partir de uma grande lista de atividades, cada atividade é ligada às atividades anteriores e subsequentes, especificando que cada atividade tem pelo menos uma outra que deve ser concluída antes de iniciar a seguinte.
IV. Planejamento Q – é um planejamento qualitativo, ou seja, não importa a quantidade de serviço a ser executado em casa etapa e sim qual será esse serviço.
– custo de propriedade: depreciação, remuneração do capital e seguros e impostos;
– custo de manutenção: material rodante/pneus, partes de desgaste e reparos em geral; e
– custo de operação: combustível, filtros e lubrificantes e mão de obra de operação.
Com base no conceito de custo horário de um equipamento e nos parâmetros acima descritos, julgue o item.
O cálculo do custo horário produtivo compreende todas as parcelas de custo de propriedade, manutenção e operação, exceto aquelas já contempladas no custo horário improdutivo.
– custo de propriedade: depreciação, remuneração do capital e seguros e impostos;
– custo de manutenção: material rodante/pneus, partes de desgaste e reparos em geral; e
– custo de operação: combustível, filtros e lubrificantes e mão de obra de operação.
Com base no conceito de custo horário de um equipamento e nos parâmetros acima descritos, julgue o item.
O cálculo do custo horário improdutivo de um equipamento não considera o custo horário de mão de obra de operação, sendo composto de parcelas de depreciação, remuneração do capital e seguros e impostos.
– custo de propriedade: depreciação, remuneração do capital e seguros e impostos;
– custo de manutenção: material rodante/pneus, partes de desgaste e reparos em geral; e
– custo de operação: combustível, filtros e lubrificantes e mão de obra de operação.
Com base no conceito de custo horário de um equipamento e nos parâmetros acima descritos, julgue o item.
A remuneração do capital representa o custo de aplicação de capital, próprio ou captado de terceiros, aplicado na aquisição do equipamento. Contudo, para a obtenção do custo horário de oportunidade de capital (R$/h), o conhecimento da vida útil do equipamento não se faz necessário, sendo demandados somente as variáveis de taxa de juros ao ano e o total de horas trabalhadas por ano.
– custo de propriedade: depreciação, remuneração do capital e seguros e impostos;
– custo de manutenção: material rodante/pneus, partes de desgaste e reparos em geral; e
– custo de operação: combustível, filtros e lubrificantes e mão de obra de operação.
Com base no conceito de custo horário de um equipamento e nos parâmetros acima descritos, julgue o item.
O custo de depreciação de um equipamento compreende parâmetros relacionados à vida útil, ao valor de aquisição, ao valor residual e ao total de horas trabalhadas por ano desse equipamento.
O Sistema de Custos Referenciais de Obras (SICRO) prevê, entre os diversos serviços, a uti lização de fôrmas de tábua de pinho
com reaproveitamento de três vezes para execução de dispositivos de drenagem, conforme ilustrado nas imagens a seguir,
extraída e adaptada do caderno técnico do SICRO ‑ Fôrmas.

De acordo com sua metodologia, o primeiro uso das fôrmas considera perda de 10% de material e, para cada nova uti lização, acréscimo de 5% de perda. Tal consideração de perdas aplica‑se para as tábuas de madeira, porém, para os pregos, não se deve considerar reaproveitamento. Considere‑se, ainda, que a fôrma compreende:
– tábuas de pinho distribuídas pelo perímetro do dispositi vo, com dois laterais de 1,40 x 2,00 m e dois de 1,65 x 2,00 m, e dois laterais de 1,25 x 1,80 m e dois de 1,00 x 1,80 m;
– cinco gravatas externas espaçadas em 0,50 m, compostas individualmente de quatro tábuas com seção de 2,5 x 10,0 cm, sendo duas com comprimento de 1,85 m e duas com comprimento de 2,10 m;
▪ cinco gravatas internas espaçadas em 0,45 m, compostas individualmente de quatro tábuas com seção de 2,5 x 10,0 cm, sendo duas com comprimento de 1,20 m e duas tábuas com comprimento de 0,95 m;
▪ dezesseis pregos por gravata.
Caso o cálculo seja realizado considerando cinco uti lizações, o consumo equivalente de tábuas (E = 2,5 cm e L = 10 cm), em m/m2 , será reduzido em 40%.