Questões de Concurso Sobre enfermagem

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Q3338483 Enfermagem
É de fundamental importância os profissionais de enfermagem que atuam no Centro Cirúrgico terem conhecimentos sobre os fatores de risco que contribuem para desencadear a Infecção de Sítio Cirúrgico (ISC) e aplicar medidas preventivas que possam reduzir as taxas de infecção. Entretanto, inúmeras variáveis interferem no desencadeamento da infecção, como o próprio paciente, o pessoal, o ambiente, os materiais e os equipamentos. Cada variável deve ser considerada de acordo com sua ordem de importância, dependendo das próprias condições do paciente e dos procedimentos realizados; contudo, é difícil apontar a causa que desencadeou.
Estudos demonstraram que a aplicação das melhores práticas pode prevenir a ISC, como:
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Q3338482 Enfermagem
Os produtos para a saúde usados nos procedimentos diagnósticos e terapêuticos, incluindo os utilizados no Centro Cirúrgico, podem ser classificados segundo seu potencial de transmissão de infecções. Em 1960, Spaulding propôs uma classificação dividida em três categorias de artigos: críticos, semicríticos e não críticos. Esta classificação tem sido utilizada pelo CDC e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 6 Precauções para controle e prevenção da infecção no Centro Cirúrgico e limpeza do ambiente 107 n.15, publicada pela ANVISA em 2012, substituiu a terminologia “artigos” por “produtos para a saúde”, ficando a classificação de risco para transmissão de infecção dividindo os produtos para saúde em:

I. Críticos: são aqueles utilizados em procedimentos invasivos que penetram a pele e mucosas adjacentes, tecidos subepiteliais, e sistema vascular, em contato direto com os tecidos humanos não colonizados.
II. Semicríticos: são os que entram em contato com pele não íntegra ou mucosas íntegras colonizadas.
III. Não críticos: são aqueles que entram em contato com a pele íntegra ou não entram em contato direto com o paciente.

Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que são exemplos de produtos para saúde: 
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Q3338481 Enfermagem
Atualmente as Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) estão intimamente relacionadas ao tema segurança do paciente, exercendo forte pressão sobre as organizações de assistência à saúde. São consideradas eventos adversos que geram várias consequências deletérias, como elevação dos custos da assistência, aumento do tempo de internação, aumento da morbidade e da mortalidade.
Diversas instituições públicas e privadas, internacionais e nacionais, somam esforços publicando orientações para a prevenção e o controle das infecções, norteando ações básicas a serem adotadas pelos profissionais da saúde. No ambiente do centro cirúrgico os profissionais de saúde se deparam com a necessidade de utilizar as precauções padrão, assim como as precauções com base em transmissão. São equipamentos de proteção individual utilizados na proteção padrão: 
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Q3338480 Enfermagem
O papel do enfermeiro na sala de Recuperação pósanestésica (SRPA) é imprescindível, sendo fundamental na garantia de um cuidado seguro no momento pós-operatório, sendo assim possui como atribuições: A admissão do paciente; monitoramento hemodinâmico; checagem de curativos, drenos e cateteres; instalação de medicamentos e drippings, de acordo com a gravidade do paciente; avaliação contínua e transferência para a unidade de internação ou residência de acordo com o tipo de intervenção cirúrgica. É de suma importância que o enfermeiro aplique o índice de Aldrete e Kroulik. Esse índice baseia-se na avaliação dos sistemas cardiovascular, respiratório, nervoso central e muscular.
No caso pacientes ambulatoriais como a alta se dará para a residência, aplica-se o índice de Aldrete e Kroulik ampliado, que consiste na: 
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Q3338479 Enfermagem
No Brasil, a Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização (SOBECC) nasceu em setembro de 1991, com a missão de “colaborar com o desenvolvimento técnico-científico e divulgar as melhores práticas para atuação da enfermagem perioperatória, além de propor recomendações referentes às áreas de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização”. As publicações trimestrais da Revista da SOBECC e a publicação das Práticas Recomendadas, periodicamente revisadas, atualizadas e reeditadas, são meios que ajudam a atingir essa missão.
Apesar das recomendações da AORN e da SOBECC em relação à adoção de um modelo de assistência para nortear as ações dos enfermeiros no Centro Cirúrgico (CC), a grande maioria dos CC dos hospitais brasileiros ainda não adota um modelo formal.
Em 2009, o Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) publicou a Resolução n. 358, que determina a utilização do Sistema de Assistência de Enfermagem (SAE) em todas as instituições de saúde (públicas e privadas), em que ocorre o cuidado profissional de enfermagem. Essa resolução estimula a implantação do Processo de Enfermagem (PE) pelos enfermeiros que atuam no Centro Cirúrgico nos três períodos de experiência cirúrgica (período pré-operatório imediato; período transoperatório; e período pós-operatório imediato), desenvolvendo as seguintes etapas: 
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Q3338478 Enfermagem
Terminologia cirúrgica é o conjunto de termos que expressam o segmento corpóreo afetado e a intervenção realizada para tratar a afecção. A utilização de uma terminologia apropriada fornece definição de termos cirúrgicos, descreve os tipos de cirurgias e facilita o preparo de instrumentais e equipamentos para cada tipo de procedimento cirúrgico.

I. Prefixo Colo - Relativo ao cólon. II. Prefixo Colpo - Relativo à cartilage. III. Prefixo Entero - Relativo ao intestino delgado IV. Prefixo Espleno - Relativo à vesícula V. Sufixo Bradi - Lento VI. Sufixo Cele - Relativo tumor; hérnia

Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
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Q3338477 Enfermagem
De acordo com a duração do ato cirúrgico, as cirurgias são classificadas em porte I, porte II, porte III e porte IV. Geralmente, quanto maior a duração do procedimento, maior é o porte da cirurgia e maior o risco de o paciente apresentar complicações no período pós-operatório. O tempo de duração das cirurgias com base no porte cirúrgico, podemos afirmar:

I. Cirurgias de porte I têm até 2 horas de duração. II. Cirurgias de porte II duram, em média, de 2 a 4 horas. III. Cirurgias de porte III têm duração de 4 a 6 horas. IV. Cirurgias de porte IV são aquelas cuja duração ultrapassa 6 horas.

Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
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Q3338476 Enfermagem
O sistema de eletro cirurgia monopolar é um equipamento composto de gerador, eletrodo ativo e eletrodo dispersivo (eletrodo de retorno). Nesse modelo, a corrente elétrica retorna para o gerador em vez de ser devolvida ao fio terra, após ter atravessado o corpo do paciente. Caso a placa se desconecte durante o procedimento, um sistema de segurança faz com que o gerador deixe de enviar a corrente, evitando queimaduras na pele do paciente. Portanto, é de crucial importância o papel do enfermeiro na prevenção de eventos adversos na utilização da placa neutra ou eletrodo dispersivo. A esse respeito, é correto afirmar que:
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Q3338475 Enfermagem
A expressão tempos de cirurgia caracteriza a sequência de procedimentos utilizada na manipulação dos tecidos e vísceras durante o ato operatório, sendo identificada por quatro tempos básicos, são eles respectivamente:
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Q3338474 Enfermagem
Com o avanço tecnológico e a evolução do edifício hospitalar, especificamente na CME - a partir das últimas décadas do século XX - surgiu a necessidade de um aprimoramento das técnicas e dos processos de limpeza, preparo, esterilização e armazenamento de materiais e roupas. Como consequência, a CME torna-se centralizada, com a supervisão de um enfermeiro e passa a ser definida como uma unidade de apoio técnico a todas as unidades assistenciais, responsável pelo processamento dos materiais, como instrumental e roupas cirúrgicas e a esterilização dos mesmos. De acordo com a RDC nº. 50 (ANVISA, 2004), as condições ambientais necessárias ao auxílio do controle da infecção de serviços de saúde dependem de pré-requisitos de diferentes ambientes existentes na CME e suas atividades.

I. Área de lavagem e descontaminação: Receber, conferir e anotar a quantidade e espécie do material recebido; desinfetar e separar os materiais; verificar o estado de conservação do material; proceder a limpeza do material e encaminhar o material para a área de preparo.
II. Área de preparo de materiais: Revisar e selecionar os materiais, verificando suas condições de conservação e limpeza; preparar, empacotar ou acondicionar os materiais e roupas a serem esterilizados e encaminhar o material para esterilização devidamente identificado.
III. Área de esterilização: Executar o processo de esterilização das autoclaves, conforme instruções do fabricante: observar os cuidados necessários com o carregamento e descarregamento das autoclaves; fazer o controle microbiológico e de validade dos produtos esterilizados e manter junto com o serviço de manutenção, os equipamentos em bom estado de conservação e uso.
IV. Área de armazenagem e distribuição de materiais e roupas esterilizados: Estocar o material esterilizado; proceder à distribuição do material às unidades e registrar saída do material.

Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que: 
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Q3338472 Enfermagem
No Centro Cirúrgico, um técnico de enfermagem verifica a indicação da instalação de uma sonda vesical de demora em um bebê, sem que haja urgência ou emergência. Prontamente, e sem contactar o enfermeiro responsável, ele realiza o procedimento. Diante desse cenário, o conceito ético que melhor descreve a ação do técnico de enfermagem é: 
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Q3338471 Enfermagem
A Enfermagem é comprometida com a produção e gestão do cuidado prestado nos diferentes contextos socioambientais e culturais em resposta às necessidades da pessoa, família e coletividade. Atua com autonomia e em consonância com os preceitos éticos e legais, técnico-científico e teórico-filosófico. Considerando o Código de Ética do Profissional de Enfermagem é correto afirmar que:
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Q3338469 Enfermagem
A perspectiva do adoecimento crônico não aparece como uma prerrogativa dos ciclos de vida a que pertencem os adultos. A transição epidemiológica, fruto de inúmeros fatores que resultam de alterações em indicadores sociais e de saúde, contribui para o surgimento de uma “nova pediatria”. Essa “nova pediatria” é formada pelo contingente de crianças e adolescentes com doenças crônicas e dependentes de tecnologia, aquelas que vivem com quadros neurológicos decorrentes de eventos perinatais e o segmento que nasceu com síndromes genéticas variadas e doenças raras. A relação com este segmento provoca a necessidade de ressignificação do cuidado de enfermagem, onde a cura não é possível; e traz aos profissionais uma necessidade de resiliência no momento da morte. Com base nesse ,as ferramentas que poderiam ser trabalhadas com os profissionais de enfermagem com o intuito de ressignificar a perda e luto no ambiente pediátrico são:
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Q3338467 Enfermagem
O profissional de enfermagem desempenha um papel crucial no combate ao capacitismo, não apenas reconhecendo e evitando atitudes capacitistas, mas também compartilhando esse conhecimento com outros profissionais de saúde e população em geral. Dentre as seguintes opções, NÃO é considerada uma atitude capacitista a:
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Q3337897 Enfermagem
Nas últimas décadas, a sociedade brasileira vem demostrando certa preocupação com pacientes diabéticos virem a desenvolver outras doenças que possam aumentar a taxa de mortalidade (FALUDI et al., 2017).

Dentre as condições que agravam o quadro clínico dessas pessoas, houve uma maior preocupação para os(as)
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Q3335556 Enfermagem
A Organização Mundial de Saúde (OMS), considera cuidados paliativos a prevenção e alívio do sofrimento de pacientes adultos e pediátricos e suas famílias que enfrentam problemas associados a doenças potencialmente fatais, incluindo o sofrimento físico, psicológico, social e espiritual dos pacientes e de seus familiares. O Cuidado Paliativo Pediátrico tem como um de seus princípios norteadores: 
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Q3335555 Enfermagem
Para a alta hospitalar de recém-nascidos termo, potencialmente saudáveis, o enfermeiro deve assegurar algumas práticas clínicas pré-alta, EXCETO:
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Q3335554 Enfermagem
O tratamento da hidrocefalia, em geral, é cirúrgico e engloba a colocação de uma Derivação Ventriculoperitoneal (DVP) para drenar o excesso de líquor para o peritônio. São intervenções de enfermagem no pós-operatório de instalação da DVP, EXCETO a:
Alternativas
Q3335553 Enfermagem
São cuidados de enfermagem a uma criança hospitalizada com traqueostomia, EXCETO:
Alternativas
Q3335552 Enfermagem
Uma consideração importante ao cuidar de uma criança com colostomia é que:
Alternativas
Respostas
15301: D
15302: X
15303: D
15304: A
15305: C
15306: A
15307: E
15308: C
15309: A
15310: X
15311: E
15312: E
15313: A
15314: B
15315: D
15316: D
15317: C
15318: A
15319: B
15320: C