Questões de Concurso
Sobre pós-operatório em enfermagem
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O enfermeiro deve atentar para valores de pressão intracraniana aumentada, maiores que 15 mmHg, situação em que devem ser administrado diuréticos, como manitol.
A higiene da criança nesse pós-operatório deve ser feita com a cabeceira do leito a 0º, quando essa paciente estiver com monitoramento da pressão intracraniana.
No pós-operatório de pacientes mastectomizadas, devem ser evitadas medições da pressão arterial, aplicação de injeções e coleta de sangue no membro homólogo à região mastectomizada.
Entre as alterações pós-cirúrgicas nas lesões tumorais hipotalâmicas, pode ocorrer diabetes insípido devido a secreção diminuída do hormônio antidiurético, hiponatremia e perda excessiva de água livre e de eletrólitos.
A troca da bolsa coletora de ileostomia no período pós- operatório somente deve ser realizada 72 horas após a cirurgia
A irrigação da colostomia visando a promoção da eliminação de fezes é um procedimento não recomendado em pacientes oncológicos.
Em pacientes portadores de colostomia, espera-se que apresentem no pós-operatório, inicialmente, fezes líquidas, evoluindo, após um período de adaptação, para fezes de consistência semilíquida ou semipastosa.
O laringectomizado total poderá alimentar-se ou ingerir líquidos por via oral no período pós-operatório imediato tão logo recobre a consciência.
A paciente submetida a histerectomia deve ser orientada para, no domicílio, lavar a ferida operatória com água e sabão de coco ou neutro, secando-a com toalha limpa, seca e passada.
A fim de evitar o linfedema na paciente que realizou mastectomia com esvaziamento axilar, a enfermagem deve após verificar a pressão arterial, realizar punção venosa no membro superior homolateral à cirurgia de mama.
Considera-se dor aguda a referida por uma paciente no pós- operatório imediato de mastectomia.
A hipotensão arterial é uma complicação pós-operatória que pode ter como causa a dor.
A hemorragia, caracterizada pela perda de sangue grave e rápida, hipotensão e retenção urinária, é uma complicação pós-operatória observável.
A ação de enfermagem na presença de evisceração no pós- operatório deverá ser a de cobrir o local com gaze estéril umedecida.
A avaliação dos sinais vitais, das condições da ferida operatória e do curativo, da localização de drenos, das características das drenagens e da presença de sonda vesical e do volume de urina favorece a prevenção de complicações pós- operatórias. Essa avaliação deve ser feita quando o paciente sai do centro cirúrgico.
Um dos cuidados no pós-operatório é o aquecimento do paciente a fim de evitar a hipotermia, um dos efeitos esperados em pacientes que se submeteram a agentes anestésicos sistêmicos e ao resfriamento da sala cirúrgica.
No pós-operatório imediato, como o paciente se encontra sob os efeitos da anestesia, não devem ser administrados analgésicos de horário, somente se necessário.
O período pós-operatório imediato refere-se às primeiras 48 horas após a cirurgia.