Questões de Concurso
Comentadas sobre legislação em saúde em enfermagem
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TIPO A – Ambulância de Transporte: veículo destinado ao transporte em decúbito horizontal de pacientes que não apresentam risco de vida, para remoções simples e de caráter eletivo.
TIPO B – Ambulância de Suporte Básico: veículo destinado ao transporte inter-hospitalar de pacientes com risco de vida conhecido e ao atendimento pré-hospitalar de pacientes com risco de vida desconhecido, não classificado com potencial de necessitar de intervenção médica no local e/ou durante transporte até o serviço de destino.
TIPO C – Ambulância de Resgate: veículo de atendimento de urgências pré-hospitalares de pacientes vítimas de acidentes ou pacientes em locais de difícil acesso, com equipamentos de salvamento (terrestre, aquático e em alturas).
TIPO D – Ambulância de Suporte Avançado: veículo destinado ao atendimento e transporte de pacientes de alto risco em emergências pré- hospitalares e/ou de transporte inter-hospitalar que necessitam de cuidados médicos intensivos. Deve contar com os equipamentos médicos necessários para esta função.
TIPO F – Embarcação de Transporte Médico: veículo motorizado aquaviário, destinado ao transporte por via marítima ou fluvial. Deve possuir os equipamentos médicos necessários ao atendimento de pacientes conforme sua gravidade.
Veículos de Intervenção Rápida – Estes veículos, também chamados de veículos leves, veículos rápidos ou veículos de ligação médica são utilizados para transporte de médicos com equipamentos que possibilitam oferecer suporte avançado de vida nas ambulâncias do Tipo A, B, C e F.
Outros Veículos – Veículos habituais adaptados para transporte de pacientes de baixo risco, sentados (por exemplo, pacientes crônicos) que não se caracterizem como veículos tipo lotação (ônibus, peruas etc.). Este transporte só pode ser realizado com anuência médica.
Na ambulância TIPO D (Suporte Avançado), qual dos itens, a seguir, NÃO será encontrado?
I) A implementação da PNH tem por objetivo reduzir as filas e o tempo de espera com ampliação do acesso e atendimento acolhedor e resolutivo baseados em critérios de risco.
II) Entende-se por Humanização a valorização dos diferentes sujeitos implicados no processo de produção de saúde: usuários, trabalhadores e gestores.
III) A PNH existe desde 2003 para efetivar os princípios do SUS no cotidiano das práticas de atenção e gestão.
Está(ão) correta(s)
I) É importante a identificação dos pacientes corretamente, como, por exemplo, o uso de pulseiras de identificação contendo nome, número de registro, código de barras, entre outros dados.
II) Adoção de medidas para melhorar a atenção aos medicamentos potencialmente perigosos.
III) A comunicação efetiva não está relacionada com os aspectos de segurança do paciente.
IV) A realização do check list para a realização de cirurgia no paciente certo e no local correto.
Está(ão) correta(s):
I. Elaboração de normas para regular as atividades de serviços privados de saúde, tendo em vista a sua relevância pública. II. Administração dos recursos orçamentários e financeiros destinados, em cada ano, à saúde. III. Participação de formulação da política e da execução das ações de saneamento básico e colaboração na proteção e recuperação do meio ambiente. IV. Definição das instâncias e mecanismos de controle, avaliação e de fiscalização das ações e serviços de saúde. V. Acompanhamento, avaliação e divulgação do nível de saúde da população e das condições ambientais. A quantidade de assertivas corretas é:
I. Executar ações assistenciais de enfermagem, inclusive as privativas do Enfermeiro II. Participar da equipe de saúde. III. Participar da programação da assistência de enfermagem.
A quantidade de itens ERRADOS é:
Mariana Lenharo Do G1, em São Paulo. 01.02.2015
Há cerca de dois anos, Diva Moreira Rodrigues, de 77 anos, começou a perder a visão do olho esquerdo. Os médicos diagnosticaram melanona de coroide, tumor que afeta uma camada do globo ocular que fica entre a parte branca do olho e a retina. No caso de Diva, o tratamento capaz de evitar que seu olho tenha de ser totalmente removido por cirurgia é a braquiterapia. Trata-se de um tipo de radioterapia em que uma pequena placa radioativa é implantada no olho do paciente, agindo diretamente na região do tumor. O Hospital São Paulo, onde Diva é atendida, é a única instituição pública que já ofereceu esse tipo de tratamento no país. Porém, desde 2013, a placa não está disponível. O caso de Diva não é o único. O setor de Oncologia Ocular do Hospital São Paulo recebeu no ano passado 424 novos pacientes. Do total, todos aqueles que tinham tumores de até 5 mm poderiam ter sido tratados com braquiterapia. “Pior do que isso é imaginar todos os pacientes que não estão recebendo o tratamento e têm o olho removido", diz o oftalmologista Rubens Belfort. (Disponível em: www.g1. Adaptado) A situação descrita na notícia fere, entre outros aspectos,o princípio do Sistema Único de Saúde – SUS de
I. da União. II. dos Estados. III. dos Municípios.
Está(ão) correta(s) a(s) alternativa(s)