Questões de Concurso
Sobre hipertensão arterial sistêmica em enfermagem
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No que se refere aos fatores que levam a erros comuns na avaliação da pressão arterial, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Repetição das avaliações com muita rapidez.
II – Insuflação muito lenta.
III – Braço não apoiado.
I. O atendimento de emergência hipertensiva são situações que requerem o controle imediato dos níveis pressóricos, especialmente para diminuir o risco de lesão aguda em órgão alvo.
II. A queimadura é dos fatores que pode desencadear uma crise hipertensiva.
III. Keith-Wagener propôs uma escala de estadiamento em 4 graus da retinopatia hipertensiva.
IV. Na abordagem inicial da crise hipertensiva deve se estabelecer como cuidado manter o paciente em repouso, em local tranquilo e preferencialmente com baixa iluminação.
A partir dos parâmetros pressóricos apresentados por esse paciente, assinale a alternativa que indica corretamente os valores de: Pressão Arterial Sistólica (PAS), Pressão Arterial Diastólica (PAD), Pressão de Pulso (PP) e Pressão Arterial Média (PAM).
Sobre as ações de enfermagem que devem ser adotadas pelo enfermeiro, assinale a alternativa incorreta.
Acerca dos cuidados de enfermagem relacionados ao paciente hipertenso e(ou) com diabetes melito, julgue o próximo item.
Entre as ações específicas da equipe de enfermagem no
controle da hipertensão destacam-se: incentivar o
autocuidado, realizar visitas domiciliares, visando reforçar a
utilização da medicação, e ajudar o paciente a criar rotinas e
hábitos para a tomada da medicação, de acordo com a sua
realidade e as suas necessidades.
Acerca dos cuidados de enfermagem relacionados ao paciente hipertenso e(ou) com diabetes melito, julgue o próximo item.
Manter a pressão arterial controlada no individuo diabético é
essencial para a proteção renal, pois reduz a albuminúria,
além de ser importante para diminuir o risco de acidente
vascular encefálico (AVE) e de hipertrofia ventricular
esquerda (HVE).
O acompanhamento pré-natal visa garantir que a mulher e o bebê tenham uma gestação e um parto sem nenhuma complicação, prevenindo e diagnosticando precocemente doenças e problemas que podem se agravar, além de orientar a mulher sobre temas importantes referentes à maternidade. Acerca desse tema, julgue o item que se segue.
Gestantes que busquem atendimento em unidade básica de
saúde com pressão arterial maior que 160 ×110 mmHg, ou
pressão arterial maior que 140 × 90 mmHg acompanhada de
cefaleia, epigastralgia, escotomas e reflexos tendíneos
aumentados, devem ser encaminhadas com urgência à
maternidade.
A Pressão Arterial - PA - medida em um indivíduo com 35 anos e valores 142/91 mmHg é classificada como:
A hipertensão arterial sistêmica (HAS) apresenta alta morbimortalidade, com perda importante da qualidade de vida, o que reforça a importância do diagnóstico precoce. De acordo com a classificação da pressão arterial para adultos maiores de 18 anos, um indivíduo com PA sistólica de 138 mmHg e diastólica de 88 mmHg, apresenta:
É importante que o(a) Enfermeiro(a) conheça as principais interações de anti-hipertensivos com outros medicamentos e substâncias que podem ser prescritos ou utilizados pelo paciente hipertenso, para otimizar a assistência. Dessas interações, está correta a descrita em:
Das classes de anti-hipertensivos disponíveis para uso clínico, no Brasil, temos:
I – Alfabloqueadores – bloqueadores alfa-1 adrenérgicos.
II – Bloqueadores do receptor AT1 da angiotensina II.
III – Bloqueadores dos canais de cálcio.
Representam essas classes de fármacos:
Para uma criança hipertensa, a técnica em enfermagem macerou, 25 mg de captopril, e diluiu em 30 mL de água filtrada. Dessa diluição, ela administrou 10 mL. Qual a dosagem prescrita?
A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial (PA). Associa-se, frequentemente, a alterações funcionais e/ou estruturais dos órgãos-alvo (coração, encéfalo, rins e vasos sanguíneos) e a alterações metabólicas, com consequente aumento do risco de eventos cardiovasculares fatais e não fatais. Dentre os fatores de risco para o desenvolvimento de HAS, são não modificáveis: