Questões de Concurso
Sobre farmacologia na enfermagem em enfermagem
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O G. biloba apresenta componentes com riscos tóxicológicos que podem ser eliminados por meio de técnica adequada.
O uso de G. biloba concomitantemente a outros tipos de medicamento deve ser acompanhado por um médico, porque, entre outros motivos, pode impedir o fator de agregação plaquetária.
O G. biloba é usado há milênios, mas nem sempre teve os mesmos fins medicinais.
O G. biloba é uma planta com cerca de 170 milhões de anos, chamada de fóssil vivo.
Uma mulher com 62 anos de idade e diagnóstico de síndrome nefrótica apresentou há um mês início gradual de edema, sem associação com horário, pior nos membros inferiores, evoluindo para a anasarca. Refere, ainda, piora do caráter espumoso, já existente, da urina, sem aumento do débito urinário. Relata, também, piora da ingestão alimentar, com quadros de náuseas pós-prandiais e astenia, e que não houve mudanças no hábito intestinal; refere ganho de peso e nega uso irregular dos medicamentos. O exame físico indica abdome globoso, com sinais de ascite, fígado e baço impalpáveis. Edema importante nos membros inferiores e superiores e nas regiões periorbitária, e facial. Pressão arterial de 145 mmHg × 75 mmHg, frequência cardíaca de 68 batimentos por minuto, frequência respiratória de 18 incursões por minuto, temperatura de 36,2 ºC, peso corporal de 76,8 kg e altura de 1,65 m. Faz uso regular de medicamentos: furosemida 20 mg (uso intravenoso), prednisona 40 mg, losartan 50 mg, espironolactona 25 mg, omeprazol 20 mg (uso intravenoso) e enalapril 10 mg uma vez ao dia.
Quando o medicamento administrado foi calculado na dose necessária para manter os níveis desejáveis de medicamento na corrente sangüínea e nos tecidos, durante o tratamento, é porque foi levada em consideração a prescrição que se refere à dose:





