Questões de Concurso
Comentadas sobre doenças crônicas não transmissíveis em enfermagem
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I. Entre outros aspectos, a dor torácica deve ser avaliada quanto: localização, irradiação, fatores que a precipitam e duração.
II. A dor que surge do esforço e melhora com o repouso sugere angina de peito e, portanto, o paciente deve ser encaminhado para atenção médica.
III. O início súbito de dor torácica acompanhada de dispneia é sugestivo de embolia pulmonar ou pneumotórax exigindo da enfermeira procedimentos imediatos de pronto atendimento e acionamento da equipe médica..
As afirmativas I, II e III são respectivamente:
Entre os fatores de risco para a hipoglicemia estão: o uso de altas doses de insulina, história prévia, níveis menores de hemoglobina glicada, maior duração da doença e sexo masculino.
Quadros graves de hipoglicemia incluem alteração de consciência ou do comportamento, convulsões.
À noite é possível ocorrer casos graves, uma vez que a glicemia diminui às 3h-4h da manhã.
Na unidade básica de saúde, a conduta para um quadro de hipoglicemia leve inclui: Tabletes de glicose (15g), 150ml de suco de laranja ou refrigerante comum, uma colher de sopa de açúcar ou mel e reavaliação da situação.
As afirmativas são respectivamente:
I. A tosse é o efeito adverso mais comum na terapia com inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA).
II. Uma das complicações do uso de diuréticos é o risco de quedas, exigindo da enfermeira planejamento de cuidados para evitá-las.
III. Os bloqueadores de canais de cálcio podem aumentar o risco do paciente desenvolver taquiarritmias, exigindo da enfermeira monitoramento dos sinais vitais de 4 em 4 horas.
Assinale a alternativa correta:
I. A cetoacidose é uma complicação potencialmente letal, com índices de mortalidade entre 5% e 15%. Estima-se que 50% dos casos possam ser evitados com medidas simples de atenção.
II. A cetoacidose ocorre particularmente em pacientes com diabetes tipo 2, sendo algumas vezes a primeira manifestação da doença.
III. O quadro clínico consiste em polidipsia, poliúria, enurese, hálito cetônico, fadiga, visão turva, náuseas e dor abdominal, além de vômitos, desidratação, hiperventilação e alterações do estado mental.
IV. A cetose, que antecede a cetoacidose, pode ser manejada em casa, desde que o paciente esteja habituado com o automonitoramento da glicemia. Já a cetoacidose em evolução requer tratamento imediato no local de atendimento usual ou em serviço de emergência.
V. O diabetes tipo 1, que mantém uma reserva pancreática de insulina, raramente desenvolve essa complicação, mas isso pode ocorrer em intercorrências como infarto, AVC ou infecção grave, em que há elevada produção de hormônios contra-reguladores.
I. A hipertensão arterial apresenta custos médicos e socioeconômicos elevados, decorrentes principalmente das suas complicações, tais como: doença cerebrovascular, doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca, insuficiência renal crônica e doença vascular de extremidades.
II. Em indivíduos jovens, a hipertensão decorre, mais frequentemente, apenas da elevação na pressão sistólica, enquanto a partir da sexta década o principal componente é a elevação da pressão diastólica.
III. O método mais utilizado para medida da pressão arterial na prática clínica é o indireto, com técnica auscultatória e esfigmomanômetro de coluna de mercúrio ou aneróide, ambos calibrados.
IV. Na medida da pressão arterial do idoso pode haver menor frequência de hiato auscultatório, que consiste no desaparecimento dos sons na ausculta durante a deflação do manguito, geralmente entre o final da fase I e o início da fase II dos sons de Korotkoff, tal achado pode superestimar a pressão sistólica.
O diagnóstico de HAS é definido quando, em pelo menos três aferições de pressão arterial realizadas em um intervalo mínimo de uma semana entre cada medida, a média aritmética é maior ou igual a 140 mmHg × 90 mmHg.
Embora os sinais clínicos poliúria, polidipsia, polifagia e perda inexplicada de peso estejam exclusivamente presentes na DM tipo 1, para que se estabeleça o diagnóstico diferencial dessa patologia em relação à DM tipo 2, é indispensável a dosagem dos níveis sanguíneos de glicose.
O teste laboratorial que deve ser realizado em paciente com suspeita de DM é a glicemia de jejum, em que se quantifica a glicose sanguínea, normalmente após jejum de oito a doze horas.
A HAS em pacientes jovens está diretamente relacionada à história familiar de acidente vascular encefálico, doença arterial coronariana prematura (homens com idade abaixo de cinquenta e cinco anos e mulheres de até sessenta e cinco anos de idade) e morte prematura e súbita de familiares próximos.