Questões de Concurso
Comentadas sobre alimentação parenteral em enfermagem
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( ) A jejunostomia é uma via de acesso central para a nutrição parenteral.
( ) A Terapia de Nutrição Parenteral (TNP) pode ser administrada por via periférica ou central conforme a osmolaridade da solução.
( ) Assegurar a manutenção e permeabilidade da via de administração da nutrição parenteral está entre as competências do enfermeiro.
( ) A TNP por via periférica é indicada para soluções que têm osmolaridade maior que 700 mOsm/L.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Com relação aos cuidados de enfermagem na administração de medicamentos e soluções, julgue o item a seguir.
Não deve ser utilizado cateter periférico para infusão contínua de produtos vesicantes, nutrição parenteral com mais de 10% de dextrose ou outros aditivos que resultem em osmolaridade final acima de 900 mOsm/L, ou qualquer solução com osmolaridade acima de 900 mOsm/L.
Dieta enteral – 1.200 ml – correr das 09:00 às 24:00
Diante da prescrição, o volume que será infundido será:
Alimentação Parenteral e Formas Farmacêuticas
Considere as seguintes afirmativas sobre alimentação parenteral e formas farmacêuticas:
2. Formas farmacêuticas sólidas, como comprimidos e cápsulas, não são ideais em situações de emergência devido à necessidade de absorção gastrointestinal, que pode ser lenta e variável, especialmente em condições de perfusão inadequada (Allen, 2014).
3. Emulsões lipídicas são componentes cruciais da NPT, fornecendo ácidos graxos essenciais e calorias adicionais, e devem ser cuidadosamente monitoradas para prevenir complicações metabólicas, como hipertrigliceridemia (Shils et al., 2006).
4. A compatibilidade entre componentes de uma fórmula de NPT deve ser rigorosamente avaliada para evitar precipitação, interações adversas e garantir a estabilidade da mistura, essencial para a segurança e eficácia do tratamento (Trissel, 2012).
5. A forma farmacêutica de um medicamento pode influenciar significativamente sua estabilidade, absorção e biodisponibilidade, aspectos que devem ser considerados no desenvolvimento e na escolha da forma de apresentação do fármaco (Ansel et al., 2012).
Alternativas: