Questões de Concurso Sobre educação física
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(Adaptado de Tenório, Kadja Michele Ramos, et al. "Organização dos saberes escolares na educação física à luz da perspectiva crítico-superadora." Ciências do Esporte, Educação Física e Produção do Conhecimento em 40 (2020): 57-76.)
As abordagens críticas ou progressistas da Educação Física,
SOARES, C. L. et al Metodologia do Ensino de Educação Física – São Paulo: Cortez, 1992.
Acerca do trato da cultura corporal na escola, os autores da obra defendem que os conteúdos
(FONSECA, Michele Pereira de Souza da; RAMOS, Maitê Mello Russo. Inclusão em movimento: discutindo a diversidade nas aulas de educação física escolar. In: PONTES JUNIOR, José Airton de Freitas (Org.). Conhecimentos do professor de educação física escolar [livro eletrônico]. Fortaleza, CE: EdUECE, 2017, p 184-208.)
De acordo com a reflexão das autoras, são estratégias importantes a serem adotadas na Educação Física escolar para promover a inclusão:
(Rede de Pesquisa Solidária da Universidade de São Paulo. Disponível em: https://redepesquisasolidaria.org/wpcontent/uploads/2020/09/boletimpps_22_28agosto.pdf ).
A pandemia foi uma experiência inédita e inesperada para os habitantes do planeta, delicada, complexa, sem “preparação prévia”, que afligiu a humanidade desde o final de 2019, e nos confrontou com o desconhecido. No entanto, com seu ineditismo, a pandemia acabou por exacerbar, radicalizar e dar visibilidade a problemas e opressões estruturais em escalas mundial e nacional bastante conhecidos, há muito, problemas que ao longo da história não foram objeto de políticas públicas de enfrentamento para sua superação – o racismo e suas nefastas consequências para todas as vidas humanas; a iníqua distribuição de renda; a desigualdade de acesso aos bens da educação, da cultura, da saúde, da economia. E a pandemia trouxe também problemas sociais novos.
(Adaptado de VAGO, Tarcísio Mauro. Uma polifonia da Educação Física para o dia que nascerá: sonhar mais, crer no improvável, desejar coisas bonitas que não existem e alargar fronteiras. In CARVALHO, Rosa Malena de Araújo; PALMA, Alexandre; CAVALCANTI, André dos Santos Souza. (organizadores). Educação Física, soberania popular, ciência e vida. Niterói : Intertexto, 2022. p. 38-54)
Sobre a relação entre a Educação Física e os persistentes problemas sociais brasileiros, Taffarel (2022) reflete que:
(CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989).
Segundo Cavalcanti (2023) os movimentos históricos que buscam a superação da realidade social segregadora não iniciaram hoje. Os saberes emancipatórios produzidos pelos africanos e pelos afro-brasileiros nos ajudam a construir outras formas de resistência.
Sobre a Educação Física o autor explica que
(MEDINA, João Paulo S. . Apresentação: a história que não se conta… In: CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989, p.9-10).
De acordo com Castellani Filho (1989), discorrer sobre a história da Educação Física no Brasil passa, necessariamente, pela análise da influência das instituições militares na constituição desta disciplina no contexto escolar. Segundo o autor é correto afirmar que
(1) Testes isocinéticos. (2) Testes isométricos. (3) Testes isoinerciais. (4) Testes de força máxima.
( ) Nestes testes, as contrações musculares são realizadas contra um objeto imóvel, sem que haja movimentação de articulações, resultando em um menor comprimento de fibra e alongamento de componentes elásticos do músculo. ( ) Envolvem medidas de torque, potência e trabalho em uma amplitude de movimento pré-determinada, seguindo uma velocidade constante. ( ) Refere-se à maior quantidade de carga externa que pode ser desenvolvida em um ciclo de alongamentoencurtamento. ( ) Envolvem ações musculares concêntricas e excêntricas, movimentando uma carga externa fixa contra a gravidade, com utilização de máquinas ou pesos livres, sendo também conhecidos como testes isotônicos.
I. Relações: inserindo-a na rede de relações inverídicas, de linguagens e de representações imutáveis que lhes estão impostas. II. História: compreendendo a pessoa como resultado de um percurso dentro de presente, passado e futuro. III. Contexto: posicionando-a em função do cenário real, em relação vital com um ambiente que pode se modificar. IV. Sentido: inserindo-a numa lógica de sentidos e significados, deslocando o olhar que a reduz a diagnóstico, compreendendo a expressão de signos que, lidos num determinado contexto, querem sempre dizer algo.
Está CORRETO o que se afirma: