Questões de Concurso Sobre educação física
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De acordo com o modelo de desenvolvimento motor proposto por Gallahue, Ozmun e Goodway (2013), analise as características a seguir:
• É caracterizado pelas primeiras tentativas do indivíduo de refinar e combinar habilidades de movimento proficientes. Esse é o período em que os aspirantes a atletas aprendem a treinar para aumentar a habilidade na performance.
• Durante esse estágio, o indivíduo torna-se mais consciente de seus valores e de suas limitações físicas, direcionando-se para modalidades esportivas em ambientes recreativos e competitivos. A ênfase está na melhoria da proficiência, sendo a prática fundamental para o desenvolvimento de níveis mais elevados de desempenho.
As características apresentadas correspondem, respectivamente, a quais estágios?
A inclusão escolar de alunos com deficiência na Educação Física requer uma mudança de atitude do professor e a revisão de métodos de ensino. Sassaki (1997) e a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) defendem que a escola deve se adaptar ao aluno, e não o contrário. Na prática docente, isso implica na criação de estratégias que garantam o acesso e a participação efetiva de todos.
Ao receber um aluno com deficiência física (usuário de cadeira de rodas) em uma turma de Ensino Fundamental – Anos Finais durante uma unidade sobre "Esportes de Rede/Parede", o professor, pautado em uma perspectiva inclusiva, deve:
Ao planejar aulas para o Ensino Fundamental, o professor deve considerar que o desenvolvimento motor não é apenas um processo de maturação biológica, mas também de herança cultural.
Sobre os conceitos de Crescimento e Desenvolvimento, assinale a alternativa CORRETA:
O desenvolvimento motor é um processo contínuo e alterado pela interação entre as necessidades da tarefa biológica, a biologia do indivíduo e as condições do ambiente. David Gallahue propõe um modelo de "Ampulheta" para explicar como essas fases se sucedem ao longo da vida. No contexto da Educação Física Escolar, o professor deve identificar em qual fase o aluno se encontra para oferecer estímulos adequados. Um professor que atua nos anos iniciais do Ensino Fundamental (crianças entre 7 e 10 anos) observa que seus alunos estão aprimorando a combinação de habilidades de locomoção, manipulação e estabilização em contextos de jogos adaptados.
De acordo com a taxonomia de Gallahue, essa faixa etária e nível de desempenho caracterizam predominantemente a:
A periodização do treinamento esportivo escolar deve considerar o calendário letivo e a maturidade biológica dos estudantes. No ensino de esportes coletivos, autores como Greco e Benda (1998) sugerem que o processo de ensino-aprendizagem-treinamento deve priorizar a compreensão da lógica do jogo.
Ao estruturar uma unidade de treinamento esportivo escolar baseada no modelo de Iniciação Esportiva Universal, o professor deve priorizar atividades que desenvolvam:
I. A Educação Física se faz protagonista de um corpo “saudável”, como receita de cura para doenças, preguiça, vícios, dentre outros.
II. A Educação Física se ocupará de um corpo anátomo-fisiológico que deveria ser estudado, explicado com base nas ciências biológicas (positivismo).
III. A Educação Física, historicamente, considerou o corpo em sua dimensão social, antropológica, formando o sujeito integral, crítico e reflexivo.
IV. A Educação Física foi utilizada para a educação higiênica, de assepsia dos corpos, desenvolvimento de aptidões físicas, bem como para melhorar e regenerar a raça.
Está(ão) CORRETA(AS):
A abordagem Crítico-Superadora discute e sistematiza uma proposta de avaliação para o processo de ensinoaprendizagem da Educação Física. Para os autores dessa abordagem, a avaliação não é um fim em si mesma, mas um momento de reflexão sobre o projeto pedagógico e a realidade social. Na abordagem Crítico-Superadora, a avaliação assume um caráter de "constatação” e “salto" qualitativo.
Isso significa que o ato de avaliar deve:
Durante uma aula de Educação Física sobre "Esportes de Invasão", o professor observa que os alunos mais habilidosos centralizam as ações do jogo, enquanto os demais ficam excluídos. Para intervir, o professor interrompe a atividade e propõe uma roda de conversa onde os alunos devem discutir as regras e sugerir modificações que garantam a participação de todos, refletindo sobre como o esporte pode ser adaptado para ser mais inclusivo.
Essa postura pedagógica, que privilegia o diálogo, a construção coletiva das regras e a leitura crítica das relações de poder dentro do jogo, visando a autonomia do aluno, está fundamentada na: