Questões de Concurso
Comentadas sobre educação física no ambiente escolar em educação física
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Considerando o quadro acima, estão corretos os itens
O corpo ali exibido em movimento constante despertava o riso, o temor e, sobretudo, a liberdade. Havia uma inteireza lúdica na gestualidade de cada personagem: o anão, o palhaço, o acrobata, a bailarina. Esta inteireza não cabia na sociedade cindida, fundada e erigida pelo pensamento burguês. A atividade física fora do mundo do trabalho deveria ser útil ao trabalho. A atividade livre e lúdica, encantatória do acrobata devia ser redesenhada no imaginário popular. Em seu lugar e a partir daquele universo gestual, nasceriam as ‘séries de exercícios físicos’, pensados, exclusivamente, a partir de grupos musculares e de funções orgânicas, a serem aplicados com finalidades específicas, úteis, e não como mero entretenimento. (SOARES, Carmen Lúcia. Imagens da educação no corpo: estudo a partir da ginástica francesa do século XIX. Campinas: Autores Associados, 2002).
Considere as afirmativas abaixo, a partir do excerto. I. Visto com os olhos da Modernidade, o circo representa uma total ausência de utilidade. II. A ressignificação das práticas circenses em exercícios físicos recorreram aos conhecimentos científicos sobre o corpo. III. As práticas circenses eram desregradas, brincalhonas e sem sentido prático, uma ofensa à racionalidade científica que buscava moldar a racionalidade.
Está correto o que se afirma em
Figuram dentre as principais críticas a essa proposta as assertivas abaixo, EXCETO:
Como o de costume, na reunião com os familiares, me apresentei e expliquei um pouco sobre o trabalho que realizaríamos nas aulas de educação física durante aquele semestre. Ao terminar a minha apresentação logo uma mãe levantou a mão e perguntou: “Não vai ter esse negócio de funk aqui na escola, não é professora?” E eu respondi que o ritmo funk é uma forma de expressão de um grupo social que merece ser abordado na escola sim, e ainda afirmei que existe um grupo que constrói essa manifestação da cultura corporal que ajuda a compor a diversidade cultural brasileira. Dessa forma, a inclusão das possibilidades de dançar o funk acrescentaria aos nossos estudos a possibilidade de conhecimento da diversidade cultural brasileira. Como o objetivo do trabalho não era aprofundar o estudo sobre o funk, expliquei um pouco aos pais sobre as diferenças existentes dentro desse ritmo, e que nós estudaríamos naquele momento seria uma vertente chama Funk Comedi, no qual as letras das músicas são apenas brincadeiras e que não trazem palavrões, apelo sexual ou referência ao tráfico ou uso de drogas. Ao final da reunião, algumas mães da mesma sala me procuraram para dizer que eu estava certa, pois o ritmo funk está em toda a parte da sociedade e não há como fingirmos que ele não existe. Acredito que as falas dessas mães legitimaram um pouco mais o meu trabalho, e me ajudaram no discurso para enfrentar as posições contrárias a presença desse ritmo que vinham de dentro da própria escola. (JCJM, 2013)
Na aula seguinte, fomos à quadra vivenciar a ginástica rítmica − GR. Combinamos, inicialmente, que a vivência dos gestos seria de acordo com que cada aluno e aluna achasse melhor. Apresentei, de maneira bem breve, os aparelhos: corda, maça, bola, arco e fita. Assim, trabalharam em duplas, trios, grandes grupos e individualmente. A escola dispunha de corda, bambolê e bola. A fita foi confeccionada por mim com fita de cetim e palitos de churrasco e a maça foi substituída por pinos de boliche de plástico. (...) Visando à ressignificação dos saberes concernentes à GR, propus que a turma assistisse a um vídeo que contrapôs a ideia de que a GR seria uma prática exclusivamente feminina, conforme apontado pelo Comitê Olímpico Internacional. O vídeo mostrava uma GR praticada por homens com outros tipos de materiais. Minha intenção com essa atividade foi desestabilizar as representações e significações que reforçavam a GR como território exclusivamente feminino. Durante o vídeo, um aluno percebeu que os gestos daquela GR masculina lembravam gestos característicos das artes marciais. Então, discutimos sobre as gestualidades “impressas” nos corpos das pessoas em que a GR feminina é caracterizada por movimentos “leves, sincronizados e delicados” e a GR masculina é caracterizada por movimentos “precisos, fortes e incisivos”. (JLOJ, 2016)
A partir dos fragmentos, extraídos de relatos de experiência elaborados por professores, é INCORRETO afirmar:
(SCHNEIDER, Omar; LOCATELLI, Andrea Brandão. Educação Física, educação e escolarização. Vitória: UFES-NEAD, 2013)
O fragmento acima é uma clara alusão ao contexto em que
“Todos os alunos devem estar atrás de uma linha pre-determinada, sendo demarcadas outras três linhas paralelas a dois metros de distância uma da outra. Ao sinal do professor, os alunos devem correr, tocar na primeira linha e voltar para a linha de largada o mais rápido possível. Em seguida, devem correr até a segunda, tocá-la e voltar para a linha de largada, e assim sucessivamente, até tocarem em todas as linhas.”
A utilização dessa atividade estimula o desenvolvimento da
“Considerando-se que os jogos são uma forma de aproximar diferenças, raças, credo religioso e diferenças sociais; considerando-se que os jogos interclasses poderão dar vazão ao estresse do aluno acumulado durante o período letivo anual; considerando-se que, para a criança e o adolescente, o esporte é, acima de qualquer situação, saudável; a realização de jogos interclasses na unidade escolar é necessária porque promove o trabalho de equipe, bem como ajuda a desenvolver o fair-play, o que poderá contribuir decisivamente nas ações coletivas e para a realização de trabalhos na unidade escolar ou na sala de aula”.
O trecho lido refere-se à parte da redação de um projeto que recebe o nome de
Um professor de Educação Física, ao realizar uma atividade de “golzinhos” com seus alunos, atividade derivada da modalidade futebol na qual se joga com espaço e metas reduzidos e sem a utilização de goleiros, geralmente praticada nas ruas, seu principal objetivo nessa aula é
Ao elaborar o Plano de Ensino de Educação Física para o Ensino Fundamental, o professor Rodrigo apresenta aos seus alunos a proposta de ensino e aprendizagem da modalidade atletismo, tomando por base a obra de Darido e Souza Jr. (2007), que propõe sistemática de ensino de vivências de brincadeiras de corridas, pesquisa sobre provas atléticas, produções,
A estratégia de ensino adotada pela professora Valéria é denominada, por Hildebrandt-Stramann (2003), de aulas
Diante desse quadro, a Educação Física deverá