Questões de Concurso Comentadas sobre atividade física, recreação e lazer em educação física

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Q2005556 Educação Física

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 3.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade,

reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.

Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone. [...]

Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.

Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?

Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.

A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.

Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.

No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.

Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br

São exemplos de esportes de rede, exceto:
Alternativas
Q2005554 Educação Física

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 3.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade,

reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.

Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone. [...]

Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.

Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?

Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.

A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.

Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.

No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.

Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br

Assim como o Levantamento de Peso, é classificado como esporte de marca a modalidade:
Alternativas
Q2005553 Educação Física

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 3.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade,

reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.

Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone. [...]

Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.

Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?

Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.

A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.

Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.

No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.

Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br

A Classe LTA da Canoagem paralímpica é para remadores com deficiência que têm uso funcional da sua pernas, tronco e braços para remar, e quem pode aplicar a força para a placa de pé ou o assento para impulsionar o barco. Remadores LTA elegíveis podem, normalmente, ter uma deficiência equivalente a um dos seguintes procedimentos:


I - Bilateral em torno de amputação de joelho ou quadríceps significativamente prejudicada.

II – Neurológica com comprometimento equivalente a uma lesão completa a nível L3.

III - Paralisia Cerebral Classe 5 (CPISRA).


Está correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q2005552 Educação Física

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Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade,

reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.

Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone. [...]

Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.

Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?

Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.

A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.

Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.

No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.

Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br

Na Canoagem paralímpica, atletas com função de tronco e perna função parcial, capazes de sentar-se com o tronco em posição flexionada para a frente no caiaque e aptas a utilizar pelo menos uma perna / prótese, são classificados na classe: 
Alternativas
Q2005550 Educação Física

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 3.


Memória e excesso de estímulos

Atualmente, o que consideramos problemas de memória podem ser, na verdade,

reflexo de um mundo moderno e cada vez mais acelerado.

Drauzio Varella – 30/04/21


Uma das queixas mais frequentes que os médicos ouvem atualmente é a falta de memória. Antes, você via pessoas de idade se queixando: “Minha memória não é mais como no passado”. Hoje, você vê jovens, mulheres e homens de 30 e poucos anos se queixando de que a memória anda péssima, que não conseguem se lembrar das coisas, que não conseguem guardar mais o número de nenhum telefone. [...]

Nós vamos falar sobre esse problema hoje com um neurologista que é membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), escritor, tem quatro livros publicados e um deles é sobre a memória. Nós vamos conversar com o Dr. Leandro Telles.

Drauzio Varella: Leandro, seja bem-vindo! Eu queria que você começasse pelo básico mesmo: como é que funciona a memória?

Dr. Leandro Telles: É um prazer. Esse tema é importante, moderno, palpitante e a gente tem se debruçado na compreensão justamente da interação entre o cérebro e o novo mundo criado, em parte, por esse mesmo cérebro. A gente vive tempos acelerados, onde o grau de expectativa é bastante alto. Existe, como você muito bem colocou, uma terceirização intelectual. A gente está deixando que outras estruturas façam o papel que antigamente era feito pelo cérebro.

A memória é uma das funções mais nobres, mais complexas, mais diferenciadas do cérebro humano. A memória é a cola do tempo. É o que cria a condição de passado, presente e futuro. É o que dá sentido às atividades vigentes. O cérebro reserva um terço da sua massa encefálica para poder criar essa pequena cicatriz neuronal e fazer a gente sentir de novo, na ausência do estímulo que deu origem. A gente é capaz de ter uma biografia. No fundo, é um grande patrimônio de vida.

Eu sempre falo que a memória não é uma função, é uma sequência de funções. Você precisa de uma boa vivência. Essa vivência precisa ser profunda, complexa, com tempo. Você tem que ter uma boa atenção, uma capacidade de perceber aquele estímulo e atribuir um grau de relevância e depois consolidar essa informação para que ela possa ser carregada por anos, por décadas ou por uma vida inteira. É como se fosse uma corrida de obstáculos, onde você tem várias subfunções.

No fundo, todo mundo fala: “Eu esqueço”. Mas cada um tem um problema em uma área desta cadeia. Às vezes, realmente, a vivência está pobre. Às vezes, o cérebro não está saudável, descansado ou emocionalmente estável. Às vezes, é a atenção que foi sobrecarregada ao extremo. E, às vezes, o problema está, sim, no próprio mecanismo da fixação, como a gente vê nas demências e nas doenças cerebrais mais graves. Mas compreendê-la como uma cadeia de eventos ajuda a entender o tipo de disfunção daquele caso.

Adaptado https://drauziovarella.uol.com.br

São classificação funcional no esporte paraolímpico, exceto: 
Alternativas
Q2005317 Educação Física
Na final de um interclasse de basquete o jogo estava empatado, quando um aluno planejou uma jogada, conduzindo seu time para o ataque com seus dribles, velocidade, habilidade e sendo o mais baixo da equipe. Diante desse fato, o posicionamento desse aluno no jogo era de:
Alternativas
Q2005316 Educação Física
Em uma partida de voleibol sabemos que cada atleta tem a sua posição definida dentro da quadra, mas há uma troca de localização desses jogadores. Essa troca acontece toda vez que a equipe que recebeu o saque recupera a posse de bola. Qual o nome dessa troca de posicionamento? 
Alternativas
Q2005315 Educação Física
Um time que deseja competir em nível internacional precisa dominar um conjunto de seis habilidades básicas, denominadas usualmente sob a rubrica "fundamentos". Elas são: saque levantamento, ataque, bloqueio, defesa e:
Alternativas
Q2005314 Educação Física
Em uma aula de Educação Física foi desenvolvida uma brincadeira que se chama “PEGA PEGA”. Havendo uma explicação de regras, objetivos e no final uma conversa reflexiva sobre a atividade concluída. Com base nessas informações, qual unidade temática foi usada nessa aula?
Alternativas
Q2005313 Educação Física
As Práticas Corporais de Aventura buscam expressões e formas de experimentação corporal, realizando suas práticas em ambientes desafiadores. Como são divididas estas práticas?
Alternativas
Q2005312 Educação Física
Os Esportes de Invasão levam em consideração a quantidade de competidores, a relação com os companheiros de equipe, interação com o ambiente, adversário, o desempenho e objetivos táticos da ação.
Qual dos esportes abaixo apresentam essas características?
Alternativas
Q1997815 Educação Física
“Os objetivos da pedagogia do esporte estão centrados na pessoa e na sua relação com o ambiente esportivo” (VANCINI et.al.. 2015).
Analise as afirmativas abaixo com relação às estratégias de ensino dos esportes coletivos.

1. As brincadeiras são atividades e jogos muito presentes na cultura popular infantil que permitem trabalhar com rigor os aspectos técnicos dos gestos esportivos, além de acentuarem o caráter lúdico da prática esportiva.
2. Os exercícios analíticos, em geral, são realizados individualmente e visam ao aprimoramento de um único fundamento.
3. Os exercícios sincronizados não devem ser usados no ensino dos esportes coletivos.
4. Os jogos pré-esportivos que se aproximam dos jogos esportivos, no entanto, geralmente têm regras mais simples e com caráter lúdico. São importantes no ensino dos esportes coletivos.
5. Não devem ser usados no ensino dos esportes coletivos, simulações de situações reais de jogo.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1997814 Educação Física
“As sociedades contemporâneas distinguem-se, em grande parte das anteriores, pela garantia de que ao indivíduo com qualquer necessidade especial será permitido integrar-se nas diversas metas de funcionamento social sem qualquer barreira psicológica ou física” (MARQUES, CASTRO & SILVA, 2001).
Analise as afirmativas abaixo com relação às atividades físicas adaptadas.

1. É todo o movimento, atividade física e desporto em que a ênfase é colocada sobre os interesses e capacidades das pessoas com condições limitantes, tais como a deficiência, problemas de saúde ou pessoas mais velhas.
2. Pode ser considerada como um corpo de conhecimentos interdisciplinar dedicado à identificação e solução das diferenças individuais em atividade física, adequando-as ao contexto em que elas se desenrolam.
3. Expressa-se exclusivamente em duas dimensões, designadamente a recreativa e a terapêutica.
4. Qualquer que seja o nível de prática desportiva alcançado pela pessoa com deficiência os efeitos positivos da prática se restringem ao campo fisiológico.
5. O desporto não deve ser apenas um simples elemento de competição, mas um meio para tirar a pessoa com deficiência da sua inatividade e fraca iniciativa, um veículo de contacto social e um estímulo para desenvolver várias capacidades, melhorando a sua integração social.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1997812 Educação Física
“Quando uma pessoa desempenha uma habilidade motora, existem várias fontes de informações (feedback) sobre o resultado de uma ação ou sobre o que causou esse resultado” (MAGILL, 2000).
“Consiste na informação apresentada externamente sobre o resultado do desempenho de uma habilidade ou sobre a obtenção da meta do desempenho”.

Que categoria de feedback aumentado está descrito?
Alternativas
Q1997811 Educação Física
“A prática pedagógica pautada na concepção de diversidade favorece o sentido da universalização” (GREGUOL & DA COSTA, 2019).
Analise as afirmativas abaixo com relação às atividades físicas e esportivas para portadores de necessidades especiais.

1. O esporte para pessoas com deficiência visual, como um dos conteúdos da Educação Física, deve estar alicerçado em uma proposta pedagógica que considere somente os aspectos técnicos relativos à modalidade envolvida.
2. Os trabalhos orientados para ampliar as capacidades motoras de pessoas com deficiência intelectual devem ser desenvolvidos apenas com crianças até os oito anos de idade.
3. A atividade física ou esportiva para pessoas com lesão na medula espinhal ajuda a conscientizá-las de que não são doentes e possuem várias possibilidades de sucesso e de superação.
4. As atividades físicas aquáticas em geral não são recomendadas para pessoas com amputação, já que podem traumatizar o membro residual.
5. Indivíduos com paralisia cerebral necessitam de atividades que envolvam jogos e estímulos sensório-motores.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1997804 Educação Física
“As evidências científicas demonstram os efeitos positivos do exercício físico (…)” (AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE, 2018).
Analise as afirmativas abaixo com relação a um programa de exercícios regulares para a maioria dos adultos.

1. Recomendam-se exercícios aeróbicos somente 1 vez por semana.
2. Não se recomendam mais de 20 minutos por dia de exercícios de intensidade leve.
3. 500 a 1000 MET-min por semana são valores de volumes razoáveis para a para um programa de exercícios.
4. Recomendam-se exercícios aeróbicos de intensidade moderada (40 a 59% da frequência cardíaca de reserva) a vigorosa (60 a 89 % da frequência cardíaca de reserva).
5. São recomendados exercícios rítmicos e aeróbicos envolvendo grandes grupos musculares para melhorar a aptidão cardiorrespiratória.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1997800 Educação Física
“Movimento é vida. Tudo o que fazemos no trabalho ou no lazer envolve movimento” (GALLAHUE, OZMUN & GOODWAY, 2013).
Analise as afirmativas abaixo com relação às Capacidades de Movimento Rudimentar de um bebê.

1. É reflexo do aumento do controle motor e da competência do movimento, estimulado por fatores da tarefa e do ambiente, assim como do indivíduo.
2. A base hereditária, assim como as demandas específicas das tarefas do movimento, não têm qualquer efeito sobre a taxa de aquisição das capacidades de movimento rudimentar.
3. Adquirir controle sobre a musculatura, aprender a lidar com a força da gravidade e movimentar-se de modo controlado no espaço são as principais tarefas desenvolvimentais enfrentadas pelo bebê.
4. O período que vai do nascimento até o décimo segundo mês representa um tempo para a prática e o domínio de muitas tarefas rudimentares.
5. Quando faz tentativas grosseiras, mas propositadas, de realização de uma série de tarefas de movimento, o bebê não deve ser estimulado.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1997793 Educação Física
De acordo com as regras oficiais do Futebol de Campo (2022-2023), o que deve acontecer quando um jogador (exceto o goleiro em sua própria área) evita um gol ou uma oportunidade óbvia de gol para a equipe adversária, cometendo uma infração com a mão?
Alternativas
Q1997792 Educação Física
De acordo com as regras oficiais do Futebol de Campo (2022-2023), é correto afirmar sobre as substituições:

1. As substituições podem ser feitas tanto no período entre o final do tempo regulamentar e o início da prorrogação. Essas substituições contarão como oportunidades de substituições.
2. No caso de uma das equipes fazer várias substituições ao mesmo tempo em que o jogo é interrompido, estas contarão como apenas uma oportunidade de substituição.
3. No caso de competições masculinas e femininas em que participem os primeiros times dos clubes da categoria mais alta, ou seleções nacionais absolutas, será permitido o máximo de cinco substituições por equipe.
4. Cada equipe terá, no máximo, quatro oportunidades para realizar as substituições.
5. No caso de ambas as equipes fazerem uma substituição ao mesmo tempo, uma oportunidade de substituição será deduzida da equipe que solicitou primeiro.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q1997791 Educação Física
“Um tiro penal é concedido se um jogador comete uma infração de tiro livre direto dentro de sua área de pênalti” (Federação Internacional de Futsal, 2020).
De acordo com as regras oficiais do Futsal, é correto afirmar com relação a um tiro penal:

1. O jogador que executa o pênalti deve ser claramente identificado.
2. Os jogadores que não sejam o chutador e o goleiro devem estar a pelo menos 5m da marca do pênalti.
3. O jogador que executa o pênalti pode chutar a bola de calcanhar desde que a bola se mova para frente.
4. O chutador não deve jogar a bola novamente até que ela toque em outro jogador.
5. Quando a bola é chutada, o goleiro defensor deve ter pelo menos parte de um pé tocando ou alinhado com a linha de gol.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Respostas
741: B
742: C
743: E
744: D
745: C
746: C
747: B
748: C
749: E
750: A
751: A
752: B
753: B
754: D
755: A
756: E
757: A
758: C
759: A
760: E