Questões de Concurso
Comentadas sobre sistema monetário em economia
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O deflator do produto interno bruto permite analisar empiricamente o crescimento médio dos preços durante determinado período em uma economia.
Os meios de pagamento ampliados são agregados por seus sistemas emissores: o agregado M1 é estabelecido com base nas instituições emissoras de haveres estritamente monetários.
Em uma economia em que 20% dos meios de pagamento são detidos na forma de papel-moeda e 10% dos depósitos à vista são mantidos pelos bancos como reservas, o multiplicador monetário deve ser igual a 4.
Quando um indivíduo utiliza recursos depositados em sua conta corrente para aquisição de certificados de depósitos bancários ocorre destruição de meios de pagamento.
Em um regime com câmbio fixo, a expansão dos gastos do governo implica o aumento da renda e das reservas internacionais de equilíbrio a retração das exportações líquidas.
Se o Banco Central fixa a taxa de juros da economia, o aumento das exportações líquidas proporciona expansão do M1.
As operações de swap cambial reverso efetuadas pelo Banco Central afetam negativamente as reservas internacionais.
A neutralidade da moeda, no curto e no longo prazo, constitui fundamento central da Teoria Quantitativa da Moeda (TQM).
Segundo a equação de Fisher, a taxa de juros nominal paga pelos bancos pode ser alterada em função de variações na taxa de juros real ou na inflação.
A elevação na taxa de redesconto e a redução das alíquotas das reservas compulsórias são formas que o Banco Central utiliza para elevar a quantidade de moeda na economia.
Em comparação à situação de fixação da taxa de juros, quando o Banco Central mantém inalterada a quantidade de moeda, há menos choques reais na volatilidade da renda.
A base monetária é igual ao papel moeda em poder do público.
Um aumento do produto interno bruto real aumenta a demanda por moeda na forma do M1.
O multiplicador monetário é igual à razão entre os depósitos à vista em bancos comerciais e o papel moeda em poder do público
Na situação de armadilha da liquidez, o Banco Central do Brasil perde sua capacidade de estímulo à economia por meio do canal dos juros, permanecendo, contudo, capaz de influenciar a economia pelo canal monetário