Questões de Concurso Sobre economia
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O oligopólio constitui uma estrutura de mercado em que as empresas consideram, em suas decisões, as ações de suas concorrentes.
A curva de oferta do monopolista é formada a partir de sua capacidade de influenciar o preço de mercado do bem.
A expectativa de elevação futura do preço de certo bem ou serviço pode implicar a redução da oferta desse bem no presente e, assim, deslocar a curva de oferta.
Ao contrário da curva de demanda, a curva de oferta mostra uma relação entre os preços e o desejo de produzir bens e serviços. Nesse caso, mantendo-se outras variáveis constantes, o aumento no preço de mercado do bem tende a elevar o lucro das empresas.
Suponha que um profissional recém-formado em economia pretenda pedir demissão da firma em que trabalha para atuar como autônomo em um escritório de consultoria, e, para isso, calcule os custos que envolverão o funcionamento do escritório e os custos de deixar de receber o salário do emprego atual. Nessa situação, as despesas efetuadas com sua formação, como livros e mensalidade escolar, devem ser ponderadas, pois representam custos de oportunidade.
Considerando-se os custos de produção, verifica-se que, na análise da curva de oferta, um preço maior não implica necessariamente maior produção, visto que não se pode garantir que o custo unitário do produto (ou custo médio) se mantenha constante.
A relação entre preço e quantidade demandada é direta, logo o valor da elasticidade-preço da demanda será sempre negativo.
A demanda por um bem é influenciada por uma série de variáveis, como renda e preferências, por exemplo, portanto, considerando-se constante o preço do bem, as mudanças nessas variáveis implicam o deslocamento da curva de demanda para a direita ou para a esquerda, segundo o tipo de efeito observado.
Como o sinal da elasticidade-renda da demanda depende do tipo de bem, na avaliação de um bem normal, a elasticidade será negativa.
A elasticidade se refere à curva de demanda como um todo, de modo que é correto afirmar que a demanda é elástica ou inelástica.
As finanças públicas voltam-se à gestão das operações relacionadas à receita, à despesa, ao orçamento e ao crédito público, bem como se orientam à obtenção, à distribuição, à utilização e ao controle dos recursos financeiros.
De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, devem ser apurados os resultados fiscais primário e nominal.
O déficit público de pleno emprego corresponde à diferença entre as receitas e os gastos estimados em um contexto econômico de níveis normais de desemprego e de utilização da capacidade produtiva.
A dívida líquida do setor público é a soma das dívidas interna e externa do setor público com o setor privado, incluindo a base monetária e excluindo os ativos do setor público, tais como as reservas internacionais e os valores das privatizações.
O déficit nominal resulta da diferença entre os gastos totais e as receitas totais, enquanto o déficit primário resulta da diferença entre os gastos não financeiros e as receitas não financeiras.
O déficit operacional é uma unidade de medida utilizada em períodos de inflação estável.
A garantia de um controle tributário responsável e a promoção de uma gestão centralizada, por meio da intensificação da arrecadação de tributos, consistem objetivos da política fiscal.
A necessidade de financiamento do setor público (NFSP) corresponde ao conceito de déficit nominal, referindo-se à variação da dívida fiscal líquida entre dois períodos de tempo.
Em monopólios naturais com economias de escala, o Estado regulador é responsável por fixar as tarifas, igualando-as ao custo marginal da empresa, o que faz a empresa operar com lucro aceitável, do ponto de vista da sociedade.
Empresas monopolistas escolhem o nível de preço e o nível de produção que maximizam seu lucro total.