🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Comentadas sobre economia

Foram encontradas 14.098 questões

Q2384717 Economia
Um governo implementou um programa de treinamento para trabalhadores em uma indústria específica visando melhorar suas habilidades. Uma amostra de 6 indivíduos foi selecionada para avaliar o impacto do programa.
Os resultados de cada indivíduo i estão apresentados na seguinte Tabela:

Imagem associada para resolução da questão


Na Tabela,
• Yi 1 representa o resultado para o indivíduo i, caso ele participe do programa.
• Yi 0 representa o resultado para o indivíduo i, caso ele não participe do programa.
• Di = 1 indica que o indivíduo i foi tratado (participou do programa) e 0 caso contrário.

Qual o Efeito Médio do Programa – EMP (Average  Treatment Effect - ATE) e o Efeito Médio do Programa sobre os Tratados – EMPT (Average Treatment Effect for the Treated - ATT)?
Alternativas
Q2384696 Economia
Ruas com iluminação pública diminuem o risco de crimes, segundo experimento
Escuridão favorece o fator surpresa da ação criminosa e dificulta a identificação de sua autoria


Se a escuridão favorece o fator surpresa da ação criminosa e dificulta a identificação de sua autoria, a principal hipótese é que o aumento da visibilidade permitido pela iluminação pública acabaria com essas vantagens, diminuindo os riscos de se cometer um crime.
Um experimento realizado em parceria com a polícia metropolitana de Nova York apontou para uma redução de 36% nos crimes ocorridos durante a noite em ruas que receberam iluminação pública extra por um período de seis meses, entre março e agosto de 2016.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/brasil/ruas-com-iluminacao-publica-diminuem-o-risco-de-crimes-segundo-experimento-1.2209834. Acesso em: 2 jan. 2024. Adaptado.

Com base nessa experiência, o prefeito de uma determinada cidade resolveu implementar um programa de expansão do número de postes em uma localidade rural da cidade, com problemas de iluminação pública, que é considerada um bem público. A prefeitura também conseguiu inferir, a partir de uma pesquisa, a média do benefício marginal da instalação de postes de iluminação para 3 grupos de moradores com o mesmo tamanho (predisposição a pagar), conforme a Tabela seguinte: 

Imagem associada para resolução da questão


Sabe-se que, para a prefeitura, o custo de instalação de cada poste é de R$ 16,00.

Nesse contexto, conclui-se que,
Alternativas
Q2382977 Economia
Considere o texto sobre desigualdade de renda no Brasil.

Uma das características mais marcantes da economia brasileira é o seu elevado grau de desigualdade de renda, embora de comportamento variável. De fato, é possível identificar, durante o último quarto de século, três períodos com dinâmicas inteiramente distintas: (a) de 1981 a 1989, em que houve um contínuo crescimento do grau de desigualdade; (b) de 1989 a 1993, caracterizado por uma alta volatilidade e por um pico da desigualdade; e (c) de 1993 a 2005, marcado por um persistente declínio do grau de desigualdade. Nesse último longo período é possível destacar, ainda, o último quinquênio (2001-2005) como um período de nítida aceleração na queda de desigualdade de renda, como mostram pesquisas do Ipea.
FERREIRA, F. et al. Ascensão e queda da desigualdade de renda no Brasil: uma atualização para 2005. In: BARROS, L. et al. (org.). Desigualdade de renda no Brasil: uma análise da queda recente. Brasília, DF: Ipea, v. 1, 2006, p. 359. Adaptado.

No terceiro período mencionado no texto, identifica-se como um fator responsável pela redução da desigualdade de renda a(o)
Alternativas
Q2382969 Economia
Dentre os principais fatores que favorecem à Coordenação Oligopolista de maneira a viabilizar a formação de cartéis, destacam-se:  
Alternativas
Q2382967 Economia
As hipóteses subjacentes ao Modelo Estrutura-Conduta- -Desempenho permitem identificar as seguintes tendências relativas à análise do comportamento de diferentes mercados: 
Alternativas
Q2382965 Economia
Um consumidor, maximizador de sua função utilidade, gasta toda a sua renda comprando, a preços de mercado, quantidades positivas de 10 bens. Os preços são todos positivos, e 9 deles diminuem em 10%, sendo que, no caso de um dos bens, o bem Z, o preço não se altera. Na sua nova posição de equilíbrio maximizador de utilidade, o consumidor compra a mesma quantidade de Z que comprava inicialmente, antes da mudança de preços.
Logo, o(a) 
Alternativas
Q2382964 Economia
Uma empresa maximizadora de lucro produz 10.000 toneladas de minério/ano, exportando-as ao preço de mercado de R$ 600,00/tonelada, o qual a empresa toma como dado. Seu custo total médio, nesse nível de produção, é de R$ 500,00/tonelada.
Nesse contexto, verifica-se que o(a)
Alternativas
Q2382963 Economia
Uma empresa maximizadora de lucro produz petróleo e exporta parte da produção, tomando o preço internacional de petróleo como dado. Também vende outra parte da produção no mercado interno, onde é monopolista. Os compradores dos mercados, externo e interno, são separáveis, permitindo à empresa vender internamente petróleo a preço diferente do praticado no mercado externo (usando-se a taxa de câmbio adequada, para fazer a comparação).
Em uma situação como essa, a empresa NÃO
Alternativas
Q2382962 Economia
Três empresas maximizadoras de lucro vendem o mesmo produto, cobrando preços iguais. Elas podem diferir em termos de localização, cada uma decidindo ficar ou no centro da cidade ou no subúrbio. O lucro anual de qualquer uma das empresas que se localize no subúrbio será de 13 unidades monetárias (u. m.); mas, se uma empresa se localizar no centro, seu lucro anual será de (20 - 2 C) u. m., onde C é o número dessas empresas localizadas no centro (C pode ser 3,2,1 ou 0).
Sendo assim, conclui-se que, caso as empresas
Alternativas
Q2382961 Economia
A Figura abaixo mostra uma caixa de Edgeworth, ilustrando as possibilidades de trocas entre 2 pessoas, W e Y, envolvendo 2 bens, arroz e feijão, cujas quantidades são representadas nos eixos horizontal e vertical da caixa. As pessoas desejam consumir os dois bens, e suas curvas de indiferença, traçadas a partir das duas origens, 0w e 0y, se tangenciam; os pontos de tangência definem a curva de contrato, representada pela linha cheia de 0w a 0y. O ponto P mostra a alocação inicial de arroz e feijão entre as duas pessoas W e Y.  

Imagem associada para resolução da questão

Após negociarem até alcançarem uma alocação de bens eficiente, no sentido de Pareto, a distribuição final de arroz e feijão, entre as pessoas W e Y, é representada por um ponto na caixa como
Alternativas
Q2382960 Economia
A relação entre o passageiro e o motorista de táxi é como a do principal e seu agente. O passageiro não conhece os itinerários possíveis tanto quanto o motorista; e para ambos há o risco de congestionamento de trânsito, levando a gastos extras de combustível e tempo para o motorista, e de tempo para o passageiro. O pagamento da corrida envolve uma “bandeirada”, que é um valor fixo inicial, e mais um valor variável com a distância e o tempo da viagem. Suponha que passageiro e motorista possam negociar a proporção relativa da “bandeirada” e do valor variável, aumentando um e reduzindo o outro, ou vice-versa, de acordo com uma tabela fornecida pelo órgão regulador. Suponha ainda que ambos, motorista e passageiro, sejam avessos ao risco.
Nessas condições, um
Alternativas
Q2382959 Economia
Desde meados da década de 1980, registra-se uma quantidade expressiva de acordos de integração regional. Considerando-se os estágios em que se encontram esses acordos, na atualidade, associe a forma de integração regional ao respectivo acordo efetivamente firmado.

I - North American Free Trade Agreement (NAFTA)
II - Mercado Comum do Sul (Mercosul)
III - União Europeia
IV - Zona do Euro

P - União aduaneira
Q - Área de livre-comércio
R - Acordo de preferências comerciais
S - Mercado comum
T - União monetária

As associações corretas são:
Alternativas
Q2382957 Economia
A mensuração dos impactos decorrentes dos Acordos de Livre-Comércio envolve um conjunto de informações, como as dotações de fatores dos países, as tecnologias utilizadas, os níveis de produtividade, as rendas per capita, dentre outras informações. No entanto, baseando-se em pressupostos e hipóteses mais simples, as teorias de comércio internacional permitem indicar os impactos esperados desses Acordos.
Considere, então, que o Brasil e a União Europeia formem dois blocos distintos e sejam abundantes, respectivamente, em recursos naturais e em capital. Admita, adicionalmente, que suas economias possuam apenas dois setores produtivos: o primário, considerado o setor intensivo em recursos naturais, cujas empresas produzem produtos agropecuários e funcionam sob condições de concorrência perfeita; e o manufatureiro, considerado o setor intensivo em capital, cujas empresas operam com elevadas economias de escala, produzem bens manufaturados diferenciados e funcionam sob condições de concorrência monopolística.
Caso o Brasil e a União Europeia adotem um Acordo de Livre-Comércio em que todas as barreiras ao intercâmbio recíproco de produtos primários e de bens manufaturados sejam eliminadas, de acordo com o modelo teórico de Krugman, o
Alternativas
Q2382956 Economia
As regras multilaterais de comércio, sob a égide da Organização Mundial do Comércio (OMC), preveem a aplicação de instrumentos da política comercial, por parte de um país-membro, sempre que suas indústrias sejam prejudicadas por práticas consideradas desleais, efetivadas por outro parceiro. No caso de um subsídio considerado acionável, por exemplo, a legislação da OMC permite que um país-membro prejudicado adote medidas de retaliação, sempre que houver comprovação de que os danos causados a um determinado setor produtivo tenham origem no uso do referido subsídio, aplicado por seu parceiro comercial.
O direito de um país-membro adotar uma alíquota ad valorem à importação, com o objetivo de neutralizar o uso de subsídios acionáveis, aplicado por seu parceiro comercial, é denominado
Alternativas
Q2382955 Economia
Considerem-se válidas as hipóteses inerentes aos modelos de vantagem absoluta (Adam Smith) e de vantagem comparativa (David Ricardo), na explicação dos fluxos e dos ganhos de comércio recíprocos internacionais. A Tabela informa os coeficientes técnicos hipotéticos de produção (expressos em horas de trabalho por unidade) das indústrias de calçados (por par) e de vestuário (por unidade), no Brasil e no México. Considere-se, ainda, que sejam nulos os custos de transporte entre os dois países.

Imagem associada para resolução da questão

Com base nas hipóteses inerentes aos modelos de comércio internacional apresentados por Smith e Ricardo, o(s)
Alternativas
Q2382954 Economia
Nas teorias neoschumpeterianas de comércio internacional, a determinação do padrão de comércio e a avaliação dos impactos do livre-comércio sobre os países em desenvolvimento são radicalmente distintas dos modelos de comércio tradicionais ou mesmo da nova teoria de comércio internacional (new trade theory).
Nos modelos neoschumpeterianos de comércio, o padrão quantitativo (volume e participação) e qualitativo (tipos de bens exportados e importados) de inserção de um país no comércio internacional depende, fundamentalmente, 
Alternativas
Q2382953 Economia
De acordo com a teoria clássica da taxa de juros, na versão de Wicksell (teoria dos fundos emprestáveis), políticas monetárias expansionistas
Alternativas
Q2382951 Economia
De acordo com a hipótese da instabilidade financeira, formulada por Hyman Minsky,
Alternativas
Q2382950 Economia
Em conhecido trecho da Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, Keynes expõe as dificuldades de se estabilizarem as taxas de juros de mercado em situações de crise.

Um aumento da taxa monetária de juros retarda a produção de riquezas em todos os ramos em que ela é elástica, sem estimular a produção da moeda (que, por hipótese, é perfeitamente inelástica). A taxa monetária de juros, determinando o nível de todas as demais taxas de juros de mercadorias, refreia o investimento para produzir essas mercadorias, sem poder estimular o investimento necessário para produzir moeda que, por hipótese, não pode ser produzida [...]. Quer isso dizer que o desemprego aumenta porque as pessoas querem a Lua; os homens não podem conseguir emprego quando o objeto de seus desejos (isto é, o dinheiro) é uma coisa que não se produz e cuja demanda não pode ser facilmente contida. O único remédio consiste em persuadir o público de que Lua e queijo verde são praticamente a mesma coisa, e a fazer funcionar uma fábrica de queijo verde (isto é, um Banco Central) sob o controle do poder público.
KEYNES, J. M. Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda. São Paulo: Nova Cultural, 1996, p.229. Adaptado.

No trecho mencionado, Keynes reconhece o papel do Banco Central na estabilização da economia nos períodos que se seguem às crises monetário-financeiras. Apesar disso, o autor não viveu para testemunhar as políticas monetárias não convencionais, como as taxas de juros nominais próximas de zero (Zero Lower Bound) e as políticas de afrouxamento monetário (Quantitative Easing - QE), adotadas pelo Banco Central dos Estados Unidos (Federal Reserve Bank - FED) e pelo Banco Central Europeu, nos anos imediatamente após a crise financeira global de 2008.
Com respeito ao QE, o principal objetivo do FED e do Banco Central Europeu, alinhado com a concepção de Keynes sobre a determinação das taxas de juros, foi
Alternativas
Q2382949 Economia
Em macroeconomia, o papel das expectativas e o conceito de incerteza são elementos fundamentais não apenas na determinação do nível do produto e do emprego, como também na explicação das flutuações cíclicas nas economias capitalistas. No trecho seguinte, Keynes explicita seu entendimento acerca do termo “incerteza” em economia.

Por conhecimento incerto, não pretendo distinguir o que é conhecido como certo do que é, apenas, provável. Neste sentido, o jogo da roleta não está sujeito à incerteza; nem sequer à possibilidade de se ganhar na loteria. Ou, ainda, a própria esperança de vida é apenas moderadamente incerta. O sentido em que estou usando o termo [incerteza] é aquele segundo o qual a perspectiva de uma guerra europeia é incerta, o mesmo ocorrendo com o preço do cobre e a taxa de juros daqui a vinte anos ou a obsolescência de uma nova invenção [...]. Sobre esses problemas, não existe qualquer base científica para cálculos probabilísticos. Simplesmente, nada sabemos a respeito.
KEYNES, J. M. The general theory of employment. The Quarterly Journal of Economics, v. 51, n. 2, February, 1937, p.213-214, (tradução nossa). Adaptado.

De acordo com Keynes, diante da incerteza futura, os agentes econômicos tomam decisões relevantes, baseando-se
Alternativas
Respostas
1481: C
1482: C
1483: C
1484: D
1485: E
1486: D
1487: D
1488: C
1489: E
1490: B
1491: C
1492: A
1493: D
1494: E
1495: E
1496: A
1497: A
1498: D
1499: B
1500: A