Questões de Concurso
Sobre macroeconomia em economia
Foram encontradas 6.301 questões
Níveis elevados de inflação aumentam os níveis de senhoriagem em relação ao produto interno bruto (PIB) e conduzem à expansão da razão entre dívida e PIB, comprometendo, assim, a sustentabilidade da dívida pública.
Em relação ao endividamento externo, na década de 90 do século passado, predominavam as captações privadas. Somente no final dessa década começou a haver uma reversão dessa tendência, com a ampliação da participação do setor público na dívida externa total.
O Fundo Monetário Internacional permite que as nações menos avançadas possam financiar o seu desenvolvimento econômico por meio do acesso a empréstimos de longo prazo, contraídos a taxas de juros inferiores àquelas praticadas pelo sistema bancário privado.
Em uma economia globalizada, taxas de juros elevadas em um país, ceteris paribus, atrairão mais capital estrangeiro, provocando, assim, a apreciação da moeda nacional e a redução das exportações e do PIB.
A dívida líquida consolidada do DF, cujo limite de endividamento, determinado pelo Senado Federal, corresponde a duas vezes a receita corrente líquida, é composta por dívida mobiliária, dívida contratual e precatórios.
A mensuração calculada com base na forma chamada abaixo da linha consiste no levantamento de dois valores: o primeiro referente a todas as despesas executadas e o segundo, a todas as receitas realizadas durante determinado período; o déficit ou superávit público será determinado por meio da diferença desses valores.
Considere:
Md = demanda por moeda
P = nível geral de preços
Y = renda agregada
r = taxa de juros
Considere ainda:
Demanda real por moeda: Md/P = 0,3.Y – 20.r
Relação IS: Y = 650 – 1.000.r
Renda real de pleno emprego = 600
Considerando todas essas informações e supondo
ainda que o nível geral de preços seja igual a 1, pode-se
afi rmar que a oferta real de moeda no equilíbrio de pleno
emprego é igual a
Suponha:
c = papel moeda em poder do público/M1
d = 1 - c
R = encaixes totais dos bancos comerciais / depósitos a vista
M1 = meios de pagamentos
B = base monetária
M1 = m.B
c = d
Considere que no período 1 o valor para R foi de 0,5 enquanto que no período 2 esse valor passou para 0,6. Considerando que não houve variações nos outros coeficientes de comportamento, pode-se afirmar que o valor de m apresentou, entre os períodos 1 e 2:
Considere válida a seguinte restrição orçamentária intertemporal de dois períodos para uma nação hipotética:
C1 + C2/(1+r) = Q1 + Q2/(1+r)
Onde C1 e C2 são os valores para o consumo no período 1 e 2 respectivamente.
Q1 e Q2 as rendas dos períodos 1 e 2 respectivamente.
Considerando que essa economia hipotética "respeita" essa restrição e mantém relações comercial e financeira com o resto do mundo, é incorreto afirmar que:
Considere as seguintes informações para uma economia hipotética (em unidades monetárias):
Variação de estoques: 50.
Poupança líquida do setor privado: 270.
Depreciação: 30.
Déficit do balanço de pagamentos em transações correntes: 100.
Saldo do governo em conta corrente: 300.
Com base nessas informações e considerando as identidades macroeconômicas básicas decorrentes de um sistema de contas nacionais, é correto afirmar que a formação bruta de capital fixo dessa economia foi de:
Considere as seguintes informações para uma economia hipotética (em unidades monetárias):
Exportações de bens e serviços não fatores: 200
Importações de bens e serviços não fatores: 300
Renda líquida enviada ao exterior: 100
Com base nessas informações e considerando as identidades macroeconômicas básicas decorrentes de um sistema de contas nacionais, é correto afirmar que essa economia hipotética apresentou:
Considere os seguintes dados:
Consumo autônomo: 500
Investimento: 300
Gastos do Governo: 200
Exportações: 200
Importações: 100
Renda agregada: 5.500
Com base nessas informações e considerando uma função consumo keynesiana linear, pode-se afirmar que o valor da propensão marginal a consumir é de:
