Questões de Concurso
Sobre índice de desenvolvimento humano em economia
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A respeito dos principais indicadores do desenvolvimento brasileiro, julgue o item seguinte.
Considerando a interpretação de indicadores de desigualdades, analise as afirmativas a seguir:
I. Considerando a metodologia do cálculo do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), um país A, mesmo apresentando um Produto Interno Bruto (PIB) per capita maior que o do país B, pode apresentar um IDH inferior ao do país B.
II. Calculado a partir do campo de variação C da Curva de Lorenz, o Coeficiente de Gini, ou Índice de Gini, varia entre zero e um. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para o Brasil, o índice de Gini da distribuição dos rendimentos mensais de todas as fontes passou de 0,611, em 2000, para 0,575, em 2010. Isso representa um aumento da concentração da renda no país e, portanto, uma deterioração da estrutura da repartição da renda no Brasil e uma elevação das desigualdades durante esse período.
III. Em um gráfico no qual a população, em valores percentuais e acumulados, está representada no eixo das abscissas e as rendas, em valores percentuais e acumulados, estão representadas no eixo das ordenadas, quanto maior for a proximidade entre a reta de equidistribuição e a Curva de Lorenz, maior será o grau de concentração da renda e, portanto, menos igualitária será a estrutura da repartição da renda.
É CORRETO o que se afirma em
1. RGPS urbano 2. RGPS rural 3. RPPS federal
( ) Apresenta elevado déficit, que tende a ser amenizado ao longo dos anos com a introdução do regime complementar, possibilitando migração dos contribuintes do regime antigo e sendo compulsório para os novos contribuintes. ( ) Permite a aposentadoria por idade, mesmo que não tenha contribuído ao longo do ciclo de trabalho. ( ) Sofreu diversas reformas ao longo dos anos, como a introdução do fator previdenciário que limita o benefício para aposentadorias precoces.
Assinale a opção que mostra a relação correta, segundo a ordem apresentada.
A respeito do bem-estar econômico, considere:
I. Amplamente relacionado à forma com que os indivíduos valorizam as temáticas humanas, sociais e econômicas, o bem-estar pode ser vislumbrado sob diferentes aspectos, no entanto, todos intimamente atrelados entre si. Uma das formas de se observar o bem-estar é através da dimensão econômica, cujo enfoque é direcionado aos elementos que proporcionam maior nível de comodidade econômica e satisfação individual ou coletiva.
II. O PIB per capita ganhou o status de indicador de bem-estar econômico a partir da década de 1950, sobretudo devido às seguintes vantagens: ser facilmente calculado através de base de dados disponíveis na maior parte dos países; permitir a comparabilidade entre estes; incluir em sua extensão variáveis que captam a distribuição de renda, a expectativa de vida, o nível de gastos desagregados, o estoque de recursos naturais, o nível de desemprego, o estoque de capital humano, entre outras características que são de extrema importância à mensuração do nível de bem-estar econômico de uma sociedade.
III. O Índice de Desenvolvimento Humano − IDH, elaborado por Amartya Sen e Mahbub ul Haq, nos anos 1970, busca refletir outros aspectos, que não os estritamente econômicos, em sua composição.
IV. O bem-estar econômico depende de uma ampla gama de variáveis, as quais podem ser agrupadas em quatro dimensões: fluxos de consumo pessoal; estoques de riqueza; distribuição de renda; e seguridade econômica.
V. A necessidade de se conhecer o nível de bem-estar de uma sociedade, assim como mensurar os resultados de uma política focalizada, fez com que surgissem e fossem disseminados diversos instrumentos estatísticos de medição, os chamados “indicadores econômicos e sociais”.
Está correto o que se afirma APENAS em
De acordo com os últimos dados sobre mobilidade de educação e renda no Brasil (IBGE, 2016), a renda dos filhos ainda depende fortemente da educação dos pais. Por exemplo, a percentagem de filhos de analfabetos que ganham mais do que 5 salários mínimos é de apenas 3%, ao passo que entre os filhos de universitários esse percentual atinge 46%.
Esses dados indicam que:
Mais investimento em educação, menos crimes. Esse foi o resultado da tese de doutoramento da economista Kalinca Léia Becker, defendida no campus de Piracicaba da Universidade de São Paulo. Em números: aumento de 1% nos investimentos em educação reduz a criminalidade em 0,1%. O objetivo do estudo era comparar a atuação pública na área da educação com a diminuição da agressividade dos alunos, e pensar o ensino e a escola como fatores importantes para reduzir a criminalidade a médio e longo prazos. Foi analisada a influência do gasto em educação com a redução da taxa de homicídios, a partir de dados nacionais dos anos de 2001 e 2009. Depois, Kalinca avaliou os ambientes escolares, utilizando dados das Provas Brasil de 2007 e 2009. “O primeiro ensaio fornece uma análise ampla e agregada do impacto dos gastos com a educação na redução da taxa de homicídios, enquanto o segundo volta-se para dentro da escola, analisando como os vários fatores do ambiente escolar podem prevenir a manifestação do comportamento violento”, contou a pesquisadora, segundo a Agência USP.
(Disponível em: http://veja.abril.com.br/educacao/mais-investimento-em-educacao-menos-crimes-aponta-pesquisa/. Acesso em 15/02/2017).
Através deste tipo de estudo pode-se concluir que:

O gráfico precedente mostra a distribuição e a projeção da população residente no Brasil, por grupos de idade. Com base nessas informações, julgue o próximo item. Os números projetados indicam que o estabelecimento de uma idade mínima para a aposentadoria pode contribuir para manter a razão de dependência em 2060 próxima daquela verificada em 2014 e, por consequência, permitir a redução do déficit previdenciário.
Com relação aos indicadores sociais brasileiros, julgue o item subsequente.
O aumento na proporção de jovens de dezoito a vinte e quatro
anos de idade que frequenta o ensino superior, verificado no
período entre 2004 e 2014, conforme dados do IBGE, é
explicado tanto pela melhora das condições de renda, que
permitiu a postergação da sua entrada no mercado de trabalho,
como pelo aumento do financiamento estudantil reembolsável
e não reembolsável e das políticas de reservas de vagas.
Dessa forma, o IDH é uma medida comparativa usada para classificar os países pelo seu grau de desenvolvimento humano em desenvolvidos, em desenvolvimento ou subdesenvolvidos. Trata-se de uma medida que sintetiza o desenvolvimento de um país, estado, município ou região. Pode-se afirmar que o IDH
Considere a charge abaixo.

Considerando-se a economia brasileira contemporânea, a análise da charge sugere que
Nesse sentido, constata-se que,
Observe a tabela abaixo, que apresenta dados das variáveis X e Y.
A reta de regressão para os dados apresentados é expressa por:
Os custos híbridos podem integrar um projeto de viabilidade econômico-financeira. Um dos exemplos de custos híbridos são os custos de manutenção, pois são compostos de uma parte fixa e de uma parte variável. Embora exista a recomendação da compilação dos custos já separados a priori em fixos e variáveis, nem sempre é possível realizar tal tarefa. Assim, para fazer a separação, pode-se utilizar qual técnica relacionada a seguir?
Analise as assertivas e assinale a alternativa correta. Em um modelo de regressão linear simples, os valores observados de X e Y nem sempre serão iguais aos valores de X’ e Y’ estimados pela reta de regressão. Assim, haverá sempre alguma diferença, e essa diferença pode significar
I. que as variações de Y não são perfeitamente explicadas pelas variações de X.
II. que existem outras variáveis das quais Y depende.
III. que os valores de X e Y são obtidos de uma amostra específica que apresenta distorções em relação à realidade.
I - tamanho da população II - esperança de vida ao nascer III - nível de educação alcançado IV - nível de renda per capita
O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos países foi concebido e é aplicado pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Das quatro variáveis listadas acima, o IDH é uma medida que combina dados de
A evolução do Índice de Desenvolvimento Humano ocorrida entre os anos 2000 e 2010 representou uma alteração positiva nos indicadores de renda, saúde e educação, mas não foi suficiente para colocar o Brasil no grupo de países com bom índice de desenvolvimento humano.