Questões de Concurso
Sobre fundamentos macroeconomicos em economia
Foram encontradas 1.588 questões
Julgue o item seguinte, a respeito das características da economia brasileira e das relações comerciais e financeiras do Brasil com outros países.
A elevação do risco Brasil impacta positivamente as despesas
com o pagamento de juros sobre o estoque da dívida externa.
Os gráficos a seguir mostram as despesas previdenciárias de diversos países em relação ao PIB, tomando-se como referência a razão de dependência, e a estimativa de evolução da própria razão de dependência no Brasil e na Europa.

Acerca das informações e dos gráficos mostrados, julgue o item a seguir.
As projeções da razão de dependência no Brasil indicam que
o gasto público com saúde tende a crescer mais que o gasto
associado à educação.
Os gráficos a seguir mostram as despesas previdenciárias de diversos países em relação ao PIB, tomando-se como referência a razão de dependência, e a estimativa de evolução da própria razão de dependência no Brasil e na Europa.

Acerca das informações e dos gráficos mostrados, julgue o item a seguir.
Ainda que introduzida uma idade mínima universal para
aposentadoria no Brasil, os gastos previdenciários como
proporção do PIB tendem a crescer como resultado do
processo de envelhecimento da população e da própria
estrutura da previdência no Brasil, baseada na solidariedade.
Os gráficos a seguir mostram o resultado primário e o resultado nominal do setor público no Brasil, em proporção do PIB, assim como a dívida líquida do setor público, também tendo o PIB como base.

Acerca das informações e dos gráficos apresentados e considerando os conceitos de contabilidade fiscal, julgue o item subsecutivo.
A diferença entre resultado primário e resultado nominal indica
a despesa com os juros reais incidentes sobre a dívida líquida
do setor público.
Acerca dos instrumentos de política econômica, julgue o item a seguir.
As alterações promovidas pelo governo federal nas regras de
remuneração das fontes de recursos dos empréstimos do
BNDES, aproximando-as, no médio prazo, ao custo de
endividamento do Tesouro Nacional, qualifica-se como uma
política fiscal contracionista, na medida em que reduz os
subsídios implícitos ao setor produtivo.
Acerca dos conceitos de teoria econômica, julgue o item subsequente.
Os governos devem usar as políticas monetária e fiscal com o
objetivo de estabilizar a economia como um todo; assim, se a
economia estiver em recessão severa, o governo poderá gerir
a procura agregada por intermédio do aumento do déficit
orçamentário.
O pressuposto que o nome “poupança externa” sugere é que o déficit em conta corrente se somaria à poupança interna dos países, e, assim, sua taxa de investimento (que é decisiva para o desenvolvimento econômico) aumentaria. Entretanto, essa tese, ou a afirmação de que “os países ricos em capital devem transferir seus capitais para os países pobres em capitais” é tão verdadeira quanto a de que a terra é plana... Parece ser verdadeira, mas é essencialmente falsa. Quando um país decide aceitar essa proposta de “crescimento com poupança externa”, a primeira consequência é a apreciação da taxa de câmbio. Em seguida, do lado da oferta, ocorre o aumento artificial dos salários, e, em consequência, o aumento do consumo interno. Dada a propensão marginal elevada a poupar existente nos países em desenvolvimento, o aumento do consumo e a correspondente redução da poupança interna são grandes, de forma que diminui a poupança interna, e a poupança externa em grande parte a substitui, ao invés de se constituir em um acréscimo à poupança interna.
BRESSER-PEREIRA, L.C. Déficits, Câmbio e Crescimento. O Estado de São Paulo, 07/03/2010. Disponível em <http://www.estadao.com.br/noticias/geral,deficits-cambio-e-crescimento,520633>. Acesso em 27 fev. 2018. Adaptado.
O texto sugere que a estratégia de crescimento com poupança externa, perseguida pelo Brasil nas últimas décadas, tende a apreciar a taxa de câmbio da moeda brasileira, em relação ao dólar, em termos reais.
Esse resultado é avaliado negativamente porque
Os dados seguintes são relativos às despesas agregadas, registradas no Brasil, em 2015 (valores correntes, expressos em R$ bilhões), de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE):
Consumo das famílias 3.835
Consumo da administração pública 1.186
Formação bruta de capital fixo 1.069
Exportação de bens e serviços 773
Importação de bens e serviços 843
Variação de estoques - 25
Disponível em: <IBGE,https://ww2.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/pib/pib-vol-val_201703_8.shtm>.
Acesso em: 26 fev. 2018.
De acordo com os dados apresentados, o valor do produto
interno bruto (PIB) a preços de mercado, em 2015, em
R$ bilhões, foi de
As previsões de produto potencial feitas com base no cenário para 2018 mostram que, mesmo com a aceleração do crescimento, o PIB ainda chegaria ao final do período abaixo de seu potencial, o que corrobora o cenário de inflação abaixo da meta no ano que vem.
SOUZA JÚNIOR, J.R.C. Indicador Ipea de produto potencial. Carta de Conjuntura Ipea, de 20 de dezembro de 2017. Disponível em <http://www.ipea.gov.br/cartadeconjuntura/index.php/tag/hiato-do-produto/> Acesso em: 27 fev. 2018.
De acordo com as condições conjunturais da economia brasileira descritas no texto, o cenário prospectivo para o final de 2018 indicaria um hiato do produto
Admita que i seja a taxa de juros de curto prazo no Brasil (a meta anual da taxa SELIC); i*, a taxa de juros de curto prazo nos Estados Unidos (utilizada como indicador da taxa de juros anual internacional); e, a taxa de câmbio R$/US$ no mercado à vista no Brasil; e eF , a taxa de câmbio R$/US$ negociada no mercado a termo para 360 dias, usada como indicador da expectativa de variação cambial ao longo desse período. Admita, hipoteticamente, que o risco-Brasil seja nulo, e que os indicadores informados, hoje, sejam:
i* = 1,50% a.a.;
e = R$ 3,20/US$;
eF = R$ 3,29/US$
Com base nesses indicadores e considerando-se válida
a hipótese da paridade a descoberto da taxa de juros, a
taxa de juros de curto prazo i (meta anual da taxa SELIC),
no Brasil, deveria ser hoje de
É possível que ocorra um processo de estagnação e até mesmo desindustrialização em países com grande abundância de recursos naturais, como, por exemplo, o Petróleo. Esse problema econômico é conhecido como “Doença Holandesa”.
Um dos motivos para que esse processo ocorra, dentre outras razões, é porque, ao
A maneira como os países que possuem maiores emissões com impacto no aquecimento global lidam com o trade-off segurança energética e mudança climática é fundamental para o contexto energético e ambiental no mundo. As intervenções desses estados nacionais no plano energético, através das suas políticas, terão um peso muito grande no futuro da energia e da evolução do aquecimento global e dos seus efeitos em termos da mudança climática.
JUNIOR, H.Q. et al. Org. Economia da Energia: fundamentos econômicos, evolução histórica e organização industrial. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. n.p. Adaptado.
O trecho acima se refere ao papel fundamental das políticas de alguns países desenvolvidos.
Uma das características das matrizes energéticas desse grupo é que alguns desses países
Um país apresenta um déficit na conta corrente de seu balanço de pagamentos.
Sendo assim, conclui-se que, nesse país,
Uma empresa exportadora brasileira vai receber US$ 20 milhões em dezembro de 2018, conforme contrato que assinou com um comprador estrangeiro de seus produtos.
Como há incerteza a respeito da cotação cambial R$/US$ em dezembro de 2018, para garantir um valor mínimo em reais, essa empresa atua no mercado de opções de dólar
As empresas nacionais e estrangeiras que avaliam os riscos de entidades governamentais e privadas, e de seus projetos de investimento, são importantes porque alteram, com as suas classificações de risco, diversas variáveis da economia.
Dentre as variáveis listadas abaixo, aquela que NÃO sofre alteração é(são) o(s)
A matriz energética de um país, de uma região, ou mesmo do mundo, mostra a importância relativa das diversas fontes de energia.
O exame das matrizes, brasileira e mundial, sugere que, quantitativamente, a (s)
Segundo a teoria da renda permanente como determinante dos gastos reais com bens de consumo, um aumento, em certo período, de 10% na renda real das pessoas faria com que aumentassem seus gastos reais com bens de consumo, digamos, em 5%.
Se a renda real continuasse 10% mais alta, período após período, as pessoas
Em um modelo macroeconômico com choques aleatórios, todos os agentes econômicos estão perfeitamente informados e formam suas expectativas de forma racional. Não há, também, nenhuma rigidez de salários e de preços, os quais se ajustam instantaneamente para equilibrar seus respectivos mercados.
Nessas condições, a