Questões de Concurso
Sobre desenvolvimento e crescimento econômico em economia
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I Entre os instrumentos econômicos utilizados no combate à poluição se destacam os impostos pigouvianos - imposto que, quando acrescido ao preço de um produto, gera uma externalidade negativa tal que o valor cobrado iguala o custo marginal externo dos danos ambientais.
II O sistema de comércio de cotas de poluição é um mecanismo de promoção da eficiência alocativa, pois estabelece um mercado para os direitos de poluir, emitindo créditos ou permissões negociáveis para a poluição. No entanto, tal sistema existe apenas em teoria e muitos acreditam que jamais poderá ser implantado dadas as suas dificuldades operacionais.
III As políticas de promoção da sustentabilidade fazem uso de uma série de instrumentos de comando e controle, especialmente a fixação de padrões que determinam a qualidade do meio ambiente a ser atingida, padrões que especificam o tipo de equipamento e normas e recomendações acerca do método a ser utilizado na produção.
IV As soluções com base em mecanismos de mercado, como impostos e subsídios, são sempre mais eficientes e efetivas que os mecanismos fundamentados em estratégias de comando e controle.
Estão certos apenas os itens
y = k0,5
? = 0,05
onde:
y = produto por trabalhador;
k = estoque de capital por trabalhador;
? = taxa de depreciação.
Supondo a taxa de crescimento populacional igual a zero, a taxa ótima de poupança dada pela "regra de ouro" gera um nível ótimo de investimento por trabalhador igual a:
O modelo da Zona Franca de Manaus está assentado em incentivos fiscais e extrafiscais, que visam propiciar condições para alavancar ou manter o processo de desenvolvimento da área incentivada. Não é passível de isenção a entrada de mercadorias procedentes do estrangeiro que sejam destinadas
Em sua análise dos problemas do subdesenvolvimento, Celso Furtado entendia que os países subdesenvolvidos em seu processo de industrialização, ao adotarem tecnologias intensivas em mão-de-obra adequadas às economias com grandes quantidades de capital, criavam seu próprio mercado consumidor de massa.
Para os estruturalistas, países em desenvolvimento que se especializam na produção de alimentos se beneficiam no longo prazo, uma vez que a demanda por esses produtos é elástica em relação à renda.
A teoria cepalina não depende fundamentalmente da lei da tendência declinante dos termos de troca nos países periféricos de renda mais baixa.
O argumento da indústria infante, de F. List, de que um governo deve proteger algumas indústrias em seus estágios iniciais para que elas possam no longo prazo tentar competir em mercados mundiais mais sofisticados não encontra suporte nas teorias do comércio internacional, o que acaba tornando-o teoricamente frágil.
Segundo a escola estruturalista, a especialização em produção de commodities pode ser uma estratégia interessante para o desenvolvimento econômico de longo prazo, pois permite aos países pobres explorar suas vantagens comparativas.
Nos modelos neoclássicos de crescimento endógeno, os retornos decrescentes de escala associados à acumulação de capital colocam a economia em uma dinâmica de convergência para um estado estacionário de longo prazo.
Na teoria neoclássica do crescimento, especialmente em sua versão de Solow, o que importa para um país crescer mais é o progresso tecnológico, que é uma variável fundamental dessa classe de modelos.
Os modelos de crescimento com restrição do balanço de pagamentos do tipo Thirlwall mostram que um dos limitantes para aumentos da renda no longo prazo é o tipo de estrutura produtiva de um país.
Na visão kaldoriana de longo prazo, dado um estoque de capital e de trabalho, o nível de produção é limitado pelo crescimento da produtividade, que é exógeno.
Para Nicholas Kaldor, que procura estender os princípios keynesianos de curto prazo para a análise de crescimento, o investimento é uma variável exógena no longo prazo.
A crise de alimentos, nos moldes previstos por Thomas Malthus, não se concretizou.
A maior parte da evolução na produção mundial de alimentos nos últimos anos se deve a melhoramentos tecnológicos, e não a aumentos de terras utilizadas para fins agrícolas.
Malthus acreditava que a quantidade fixa de terras existentes no planeta não supriria quantidades suficientes de alimentação à medida que continuasse o crescimento da população mundial.