Questões de Concurso
Sobre antropologia forense em medicina legal
Foram encontradas 591 questões
O processo de identificação busca encontrar caracteres próprios e exclusivos de uma pessoa. Um método adequado de identificação humana deve preencher requisitos técnicos e biológicos para ser cientificamente reconhecido. Nesse contexto, a alternativa que indica um desses requisitos técnicos é:
Com base nos tipos de perícias médicas, analise as sentenças a seguir:
I- A perícia sobre cadáver objetiva identificar o corpo, a época da morte e a causa médica.
II- A perícia sobre pessoa natural pode identificar um indivíduo e determinar a ocorrência de crimes sexuais e toxicomanias.
III- A perícia sobre objetos, realizada de forma indireta, avalia documentos, como atestado médico e prontuário de paciente.
Analisadas as sentenças, assinale a alternativa CORRETA:
I. A papiloscopia é uma técnica primária de identificação.
II. A avaliação da arcada dentária é uma técnica primária de identificação.
III. A avaliação de amostras de DNA é uma técnica primária de identificação.
IV. O reconhecimento é uma forma de identificação humana.
É correto o que se afirma em
O Protocolo de Minnesota recomenda a dispensa de exame antropológico quando o contexto da morte for de conhecimento público, visando assegurar o respeito à sensibilidade social e à dignidade das vítimas.
O Protocolo de Istambul fornece diretrizes para documentar sinais físicos e psicológicos de tortura, com base em avaliações médicas e periciais.
O Comitê Internacional da Cruz Vermelha atua de forma neutra, imparcial e independente em zonas de conflito armado, não sendo órgão subordinado à Organização das Nações Unidas (ONU).
A atuação em contextos de direitos humanos exige padronização metodológica, considerando a natureza excepcional dos casos.
Para preservar a neutralidade das nações, a Convenção de Genebra proíbe a identificação de mortos em conflitos armados.
A antropologia forense deve atuar com base na verdade, na justiça e na reparação, o que exige sensibilidade ética e compromisso com as vítimas.
Todos os centros de perícias e institutos médico-legais brasileiros dispõem de laboratórios dedicados a análises em antropologia forense, o que possibilita que as instituições estatais atuem em contextos de violações aos direitos humanos.
A antropologia forense é frequentemente utilizada na exumação de fossas comuns e na identificação de vítimas de regimes autoritários.
A classificação do tipo de desastre é fundamental para avaliar se existe número fixo, identificável e confiável de vítimas.
Os métodos primários, realizados apenas pela equipe de antropologia forense, são utilizados para identificar, de forma inequívoca, vítimas de tragédia de massa.