Questões de Concurso Sobre teorias da comunicação em jornalismo

Foram encontradas 1.720 questões

Q385792 Jornalismo
A respeito dos estudos canadenses de comunicação, assinale a alternativa que NÃO faz parte do pensamento de Marshall McLuhan..
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Q385791 Jornalismo
“Quem? diz o quê? em qual canal? para quem? com quais efeitos?”. Estas questões dão base à Teoria da Comunicação de escola funcionalista e foram elaboradas pelo(s) autor(es)
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Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: INSS Prova: FUNRIO - 2014 - INSS - Analista - Publicidade |
Q382800 Jornalismo
Nos anos 40 e 50, na história da sociologia funcionalista da mídia, colocou-se em questão o princípio mecanicista lasswelliano do efeito direto e indiferenciado bem como o argumento tautológico sobre o “efeito massificador” da “sociedade de massa”. Um elemento novo surgido nesta análise, chama-se
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Ano: 2014 Banca: FUNRIO Órgão: INSS Prova: FUNRIO - 2014 - INSS - Analista - Jornalismo |
Q380704 Jornalismo
Em anos recentes, os blogs se transformaram em importantes ferramentas de comunicação. Um dos grandes atrativos dessa ferramenta é a simplicidade da operação, já que suas páginas contam com espaços para os comentários (os posts) e templates prontos, sendo que estes últimos são
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Q380701 Jornalismo
Para Dominique Wolton, a sociedade da informação impôs-se em menos de vinte anos com um sucesso considerável, legitimado pela prospectiva, pelas indústrias da comunicação, pelos tecnocratas e por um certo discurso de engenheiros e pelas mídias. Junto ao surgimento dessa sociedade, se fortalece a presença de uma ideologia técnica, que possui entre seus efeitos:
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Q380695 Jornalismo
A representação esquemática do processo comunicacional elaborado pelos engenheiros de telecomunicações Shannon e Weaver preocupava-se com a utilização eficiente dos meios ou canais disponíveis, conseguindo-se um máximo de informação e um mínimo de ruído. Esse modelo baseia-se na
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Q380693 Jornalismo
Muniz Sodré é considerado um dos mais importantes teóricos brasileiros de comunicação. No início de sua carreira acadêmica na década de 1970, escreveu um ensaio, em forma de livro, sobre a cultura de massa no Brasil, no qual analisa os Programas do Chacrinha e o ridículo da sociedade de consumo. Essa obra intitula-se
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Q379691 Jornalismo
A respeito dos grupos que se formam na sociedade, é correto afirmar que
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Q379683 Jornalismo
Herman e Chomsky afirmam que: 1) a estrutura de propriedade da mídia; 2) a procura do lucro e a importância da publicidade; 3) a dependência dos jornalistas de fontes governamentais e de fontes do mundo empresarial; 4) as ações punitivas dos poderosos; 5) a ideologia anticomunista dominante entre a comunidade jornalística norte-americana (Adaptado de: www.ec.ubi.pt/ec), são responsáveis
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Q379662 Jornalismo
O Manual de Jornalismo da EBC - Empresa Brasil de Comunicação considera que jornalismo é espaço público por onde são transferidas informações relevantes, com potencial para alterar a realidade, que se sucedem no tempo e no espaço, objeto de interesse da coletividade e abrangidos pelos seus critérios de cobertura. Esse conceito, defendido pela empresa, tem relação com valores defendidos atualmente por um filósofo que entende que o espaço público é o lugar de formação das opiniões e das vontades públicas como legitimadores do poder. O nome desse filósofo, autor da Teoria do Agir Comunicativo é
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Q379654 Jornalismo
O autor de Capitalismo Parasitário concorda com Jodi Dean quando este defende que A comunicação funciona de maneira fetichista: como negação de uma desautorização ou castração política mais fundamental o fetiche tecnológico é ‘político” possibilitando-nos continuar o resto de nossas vidas aliviados de culpa porque poderíamos não estar fazendo nossa parte, e seguros na crença de que somos, afinal de contas, cidadãos informados e engajados..... Este trecho está no livro Vida para consumo, do sociólogo polonês
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Q379653 Jornalismo
Entre as teorias do jornalismo, há uma que considera que as notícias são distorcidas, não por vontade dos jornalistas ou dos proprietários de veículos jornalísticos, mas porque elas refletem a realidade que é distorcida pelas próprias fontes entrevistadas pelos jornalistas. Essa teoria é chamada de Teoria
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Q379652 Jornalismo
Para Niklas Luhmann, a “improbabilidade da comunicação” situa-se em três níveis fundamentais. São eles a
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Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Jornalista |
Q376992 Jornalismo
Um ato de comunicação prevê a junção de dados externos e internos à linguagem. Os externos NÃO podem ser caracterizados por
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Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Jornalista |
Q376983 Jornalismo
Uma característica das sociedades marcadas pelo domínio da oralidade primária é a(o)
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Ano: 2014 Banca: CEFET-MG Órgão: CEFET-MG Prova: CEFET-MG - 2014 - CEFET-MG - Jornalista |
Q376976 Jornalismo
Conforme modelo proposto por Lasswell, citado por Matos (2009), um dos mais antigos e úteis formatos para se descrever o processo de comunicação é separá-lo em partes. São elas:
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Q1643936 Jornalismo
O sociólogo Warren Breed publicou, em 1955, um artigo no qual defende que o jornalista se conforma mais com as normas editoriais da política editorial da organização − empresa − jornalística para a qual trabalha do que com as crenças pessoais. Ele afirma que o jornalista acaba “socializado” na política editorial por uma sucessão sutil de recompensas e punições. Esta análise é conhecida como teoria
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Q1643934 Jornalismo

No seu texto Codificação/Decodificação, Stuart Hall propõe uma forma de analisar o processo comunicativo diversa da tradicionalmente usada em modelos lineares. O autor afirma:


O processo, desta maneira, requer, do lado da produção, seus instrumentos materiais − seus ‘meios’ − bem como seus próprios conjuntos de relações sociais (de produção) − a organização e combinação de práticas dentro dos aparatos de comunicação. Mas é sob a forma discursiva que a circulação do produto se realiza, bem como sua distribuição para diferentes audiências. Uma vez concluído, o discurso deve então ser traduzido − transformado de novo − em práticas sociais, para que o circuito ao mesmo tempo se complete e produza efeitos. Se nenhum ‘sentido’ é apreendido, não pode haver ‘consumo’. Se o sentido não é articulado em prática, ele não tem efeito.

(Hall, Stuart. Codificação/Decodificação. In: Da Diáspora − Identidades e Mediações Culturais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011. p. 366)


Nesta percepção, o que faz a transmissão televisiva de um evento histórico ser passível de significação, e não de transmissão completa do real, é

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Q1643933 Jornalismo
Em Sociologia da Comunicação, Philippe Breton e Serge Proulx afirmam que o desenvolvimento das técnicas de comunicação, desde a escrita cuneiforme, envolve uma invenção em dois sentidos: do ponto de vista técnico e, por outro lado, o social e político. A partir desta abordagem, o que prepara o terreno propício a uma invenção e determina posteriormente a amplitude e a orientação que ela seguirá é
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Q1643931 Jornalismo
Nos Estados Unidos, na década de 1910, buscou-se construir a Comunicação como uma ciência social de bases empíricas. Uma escola que se desenvolveu na academia nesse contexto colocou um enfoque microssociológico sobre os modos de comunicação na organização da comunidade. Tal enfoque se harmonizava com uma reflexão sobre o papel da ferramenta científica na resolução dos grandes desequilíbrios sociais. Esta Escola chama-se
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Respostas
1201: D
1202: C
1203: A
1204: D
1205: B
1206: E
1207: B
1208: E
1209: D
1210: A
1211: B
1212: C
1213: A
1214: D
1215: D
1216: B
1217: A
1218: A
1219: E
1220: B