Questões de Concurso
Sobre teorias da comunicação em jornalismo
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No livro: O espírito do tempo (1962), o autor afirma que a cultura de massa “é uma realidade que não pode ser tratada a fundo senão com um método, o da totalidade. Não é admissível que se acredite poder reduzir a cultura de massa a uma série de dados essenciais que permitam distingui-la da cultura tradicional ou humanista”. Esse autor e o respectivo livro são considerados “fundadores” de uma importante teoria da comunicação.
A afirmação correta para o nome do autor e a sua teoria é
“Com a evolução das tecnologias digitais, principalmente a expansão da internet, ocorreram importantes mudanças nos processos comunicacionais em que os receptores passaram a ser, também, emissores das mensagens. Surge a comunicação hipermidiática que é caracterizada por processos descentralizados de mediação social, da qual o jornalismo colaborativo é exemplo”.
(BALDESSAR, M.J. et al. Jornalismo colaborativo: produção de notícias do cidadão repórter no iReport.com da CNN. http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2009/resumos/R4-1658-2.pdf).
Sobre jornalismo colaborativo é correto afirmar:
(...) “a mídia coloca a agenda de discussão. Isto significa que ao redor de 80% dos temas e assuntos que são falados no trânsito, no trabalho, em casa, nos encontros sociais etc., são colocados à discussão pela mídia” (GUARESCHI, P.A. O direito humano à comunicação: pela democratização da mídia. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013).
O trecho acima refere-se a uma das teorias de comunicação mais conhecida como:
Sobre os processos de significação na Fotografia, leia o trecho a seguir.
“As fotografias, e em particular as fotografias instantâneas, são muito instrutivas porque sabemos que, sob certos aspectos, elas se parecem exatamente com os objetos que representam. Porém, essa semelhança deve-se na realidade ao fato de que essas fotografias foram produzidas em tais circunstâncias que eram fisicamente forçadas a corresponder detalhe por detalhe à natureza.”
(PEIRCE apud DUBOIS, 1990:49)
Na classificação peirceana dos signos em relação ao objeto representado, a primeira e a segunda frase se referem, respectivamente, a
Uma das grandes preocupações de gestores de comunicação organizacional está na disseminação de informações distorcidas e inverídicas que circulam nas mídias digitais, com velocidade cada vez maior, e que podem causar grandes danos à imagem de pessoas e instituições.
Esse tipo de informação é conhecido como:
Os computadores permitem destacar palavras-chave de um texto (highlight), utilizando cores.
De acordo com os princípios da boa redação jornalística, o uso de highlights nos textos nas mídias sociais é considerado:
Dentre alguns sites que se notabilizaram por atuar na área de fact-checking, pode-se citar o norte-americano Snopes. Boatos na internet, notícias publicadas em jornais menos conhecidos do público ou até mesmo lendas urbanas, por exemplo, são apurados à exaustão para que seja verificada a sua veracidade. No Brasil, algumas empresas de comunicação também encamparam a ideia da checagem de fatos em prol de uma prática jornalística que preze pelo conteúdo com credibilidade. No entanto, pode haver risco quando a autonomia dos grupos de comunicação que possuem fact-checkers está comprometida por interesses ideológicos e mercadológicos.
Assim, para manter a independência editorial, Snopes considera peremptório que:
O sistema pictográfico gravado em um notório artefato arqueológico egípcio pressupunha o compartilhamento de um código entre emissor e receptor a fim de possibilitar a comunicação. Atribuiu-se ao linguista francês Jean-François Champollion, em meados do século 19, a decifração daqueles caracteres simbólicos da escrita hieroglífica. Para tanto, ele utilizou os fragmentos de um texto de caráter religioso, presentes na Pedra de Roseta.
De acordo com o modelo matemático da informação, proposto por Shannon e Weaver, é correto concluir que, para ser efetiva, a troca de mensagem entre emissor e receptor requer:
Don Tapscott, no livro A hora da geração digital: como os jovens que cresceram usando a internet estão mudando tudo, das empresas aos governos, trata a imersão digital como algo ainda desconhecido, mas sinaliza algumas observações.
A esse respeito, assinale a alternativa INCORRETA.
Segundo Jenkins (2014), no modelo de mudança de distribuição para circulação, o público não é visto mais como simplesmente um grupo de consumidores de mensagens pré-construídas, mas como pessoas que estão moldando, remixando, reconfigurando e compartilhando conteúdos de mídia.
Para retratar isso, o autor cunhou o termo que ficou conhecido como: