Questões de Concurso Comentadas sobre jornalismo

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Ano: 2015 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: CS-UFG - 2015 - UFG - Jornalista |
Q999022 Jornalismo

Francisco Karam (2007), em seu texto “A antiguidade greco-romana, o lead e a contemporânea narrativa jornalística”, afirma que, ao contrário do que preconizam alguns manuais, o lead não é prerrogativa exclusiva do jornalismo norte-americano ou inglês. A esse respeito, leia o texto a seguir.


“Em Roma, filósofos retomam a tradição grega da Retórica, entre eles o exímio orador Marco Túlio Cícero. Os retores, entre os quais Platão, Aristóteles e Protágoras (cerca de 400 anos antes da era cristã), na Grécia Antiga, já haviam consolidado a ideia de que o discurso deveria ser bem articulado e acessível às massas. A técnica (technikós) já representava a habilidade em fazer, a arte de fazer e, hoje, situa-se como o ‘conjunto de regras práticas ou procedimentos adotados em um ofício de modo a se obter os resultados visados’. A persuasão, que integra o processo de argumentação retórica, já envolvia um modelo de organização do discurso que expunha os fatos, os demonstrava e concluía.

No discurso, para os filósofos gregos e, posteriormente, para os filósofos, oradores e juristas romanos antigos, havia já três qualidades essenciais: a brevidade, a clareza e a verossimilhança”. Para que a exposição fosse completa, exigia-se, no entanto, alguns elementos essenciais. Cícero, em Inventione, relacionou os aspectos essenciais para que o texto se tornasse completo. Para o famoso orador romano, era preciso responder as perguntas quem? O quê? Onde? Como? Quando? Com que meios ou instrumentos? E por quê?

TEMÁTICA REVISTA ELETRÔNICA. Disponível em:<www.insite.pro.br/2007/18.pdf> . Acesso em: 12 maio 2015. (Adaptado).


Nessa perspectiva, o lead, mais do que designação de um ritmo e uma técnica de produção do discurso jornalístico, implica um sentido filosófico, caracterizando a

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Q999021 Jornalismo
O lead se caracteriza por ser o relato principal de um fato, hierarquizado pelo que é mais importante ou mais interessante. A estrutura interna do lead, segundo Lage (2002, p. 31), como proposição completa, está nucleada em sintagma verbal, contém um sujeito, complementos do verbo e quatro ou cinco circunstâncias. A ordenação desses elementos, que começa pelo sintagma nominal ou circunstancial mais importante, caracteriza o lead
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Q999020 Jornalismo
No jornalismo impresso, a entrevista, além de técnica de apuração, dependendo do tratamento (edição) que sofre, torna-se, ela própria, um gênero jornalístico. Pereira Junior (2006, p. 109) apresenta quatro formas básicas de edição de entrevistas. O tipo de entrevista em que o jornalista assume o lugar de ghost writer da fonte consultada é a seguinte:
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Q999016 Jornalismo
A resenha ou a crítica é o gênero jornalístico que se ocupa da apreciação de obras de arte e produtos da indústria cultural com o objetivo de orientar tanto a fruição quanto o consumo. Segundo Piza (2003), uma boa resenha deve conter as mesmas características de um texto jornalístico no que tange à clareza, objetividade e coerência. Deve conter, também, informações sobre a obra, bem como analisar minimamente as qualidades do produto e ir além do objeto analisado. Fraser Bond (apud Melo, 2003) apresenta quatro modalidades de resenhas. São elas:
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Q999014 Jornalismo
Traquina (2005) defende que o estudo do jornalismo constitui campo científico e esboça teorias que o definem. Para ele, a teoria do espelho
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Q999012 Jornalismo
Na categoria Jornalismo Opinativo, segundo Melo (2003, p.113), há um gênero que surgiu como “tentativa de quebrar o monopólio opinativo editorial” e realiza “uma apreciação valorativa de determinados fatos”. Nesse caso, o jornalista tem a oportunidade de emitir suas próprias opiniões, que não representam, necessariamente, a opinião da empresa jornalística, devendo responsabilizar-se por elas. O gênero em questão é
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Q999011 Jornalismo

Leia a definição a seguir.


Material pago veiculado sob a forma de matéria jornalística e muitas vezes produzido por assessores de imprensa sob a encomenda de agências de publicidade.

DUARTE, Jorge. Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003. p. 251.


A descrição apresentada refere-se ao seguinte produto:

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Q999010 Jornalismo

Leia os textos a seguir.

                    Atualização do Facebook e Twitter da UFG


Mantidos pela Ascom, o Facebook/UFG (criado em fevereiro de 2012) e o Twitter/UFG (criado em julho de 2009) destinam-se à divulgação de novidades sobre serviços, ensino e pesquisa. As notícias postadas são curtas e objetivas. A partir de 2014, os comentários dos internautas são quantificados e analisados pela Ascom, de modo a levantar as preferências do usuário. A Ascom também passou a estudar a linguagem específica destes veículos para adequação do conteúdo, de forma a ter maior alcance das notícias nessas redes. Em setembro de 2014, a UFG chega a 42 mil curtidas no Facebook e 25,3 mil seguidores no Twitter.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS. Disponível em:<http://www.ascom.ufg.br /up/84/o/Apresenta%C3%A7%C3%A3o_dos_servi%C3%A7os_da_Ascom_final_site.pdf  . Acesso em: 5 abr. 2015.


               Jornalismo profissional domina as redes sociais


O jornalismo profissional predominou entre os links compartilhados por usuários de redes sociais nas eleições de outubro. É o que mostra levantamento feito pela Folha a partir de postagens com links no Facebook e no Twitter durante dez dias ao final do pleito brasileiro, quando as redes sociais registraram recordes de interação entres seus participantes.

FOLHA DE S. PAULO. 9 nov. 2014. Disponível em:<http://www1.folha.uol.com.br/ poder/2014/11/1545424-jornalismo-profissional-domina-redes-sociais.shtml>. Acesso em: 5 abr. 2015.


Os textos apresentados indicam que 

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Q999009 Jornalismo
Assessorias de comunicação precisam gerir crises institucionais. É atribuição de um comitê de crise:
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Q999008 Jornalismo
O artigo de opinião é um formato específico do jornalismo impresso. Seu equivalente nos meios audiovisuais é a
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Q999007 Jornalismo
Nas assessorias de comunicação, trabalham de forma integrada profissionais de Relações Públicas, Publicidade e Jornalismo. Na distribuição de tarefas nesse processo, cabe exclusivamente ao jornalista
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Q999006 Jornalismo
Entre os critérios de aproveitamento de releases, destacam-se o grau de interesse público, a capacidade em ser novidade, ter exclusividade da informação, disponibilidade e fazer adequação. Estes dois últimos critérios, referem-se
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Q999005 Jornalismo
Cada vez mais usual nas assessorias de comunicação, a preparação de fontes para lidar com repórteres e a qualificação do relacionamento com a imprensa é conhecido por
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Q999001 Jornalismo

Leia a descrição a seguir.


São a maneira mais prática de editar imagens que chegam de última hora e também porque possibilitam dinamismo ao telejornal. Permitem que um número maior de notícias ilustradas seja divulgado, tendo em vista que podem ocupar o mesmo tempo da nota (geralmente entre vinte e trinta segundos). Esse formato combina o texto lido, ao vivo, pelo apresentador, com cenas que são inseridas por cima, sem a necessidade de gravar o off de maneira prévia. A exibição das imagens é simultânea à narração e o jornalista pode fazer alterações no texto de última hora e a reedição das cenas também é mais rápida. Possibilita, inclusive, a inserção de fotografias, quando ainda não se possui imagens em movimento dos fatos.

SIQUEIRA, Fabiana Cardoso de; VIZEU, Alfredo. Jornalismo em transformação: as escolhas dos formatos das notícias na TV. In: COUTINHO, Iluska; MELLO, Edna; PORCELLO, Flávia; VIZEU, Alfredo. (Orgs.). Telejornalismo em questão. Florianópolis: Insular, 2014.


A descrição apresentada refere-se ao seguinte formato de notícia:

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Q999000 Jornalismo
Se para Theodor Adorno e Max Horkheimer os meios de comunicação do início do século XX, em especial o rádio e o cinema, eram responsáveis pela industrialização e mecanização da cultura, Marshall McLuhan via nas mídias elétricas e eletrônicas um ideal de transformação, pois
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Q998999 Jornalismo
No Brasil, o serviço de TV para a internet recebe o nome de:
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Q998998 Jornalismo
Carlos Tourinho (2009) afirma que uma “transgressão” usada pelas emissoras de TV brasileiras em seus telejornais é o “repórter-abelha”. Esse profissional é quem
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Q998997 Jornalismo
Fontes jornalísticas oficiosas são aquelas que
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Q998995 Jornalismo
Em setembro de 2008, o site de um diário carioca deixou de lado o complemento on-line em seu nome, passando a utilizar a mesma nomenclatura do jornal impresso. A ação dessa empresa representa
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Q998994 Jornalismo
O jornalismo impresso seguiu uma série de inovações contínuas ao longo dos séculos. Uma delas foi a implantação do lead, no Brasil, nos anos 1950. Antes do formato da “pirâmide invertida”, com destaque para o primeiro parágrafo, o recurso textual mais utilizado era o seguinte:
Alternativas
Respostas
6501: A
6502: B
6503: C
6504: A
6505: B
6506: C
6507: B
6508: D
6509: B
6510: B
6511: A
6512: D
6513: C
6514: B
6515: D
6516: A
6517: A
6518: C
6519: B
6520: B