Questões de Concurso Comentadas sobre jornalismo
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I. Seja um facilitador no relacionamento do jornalista com as fontes e a instituição. II. Saiba preparar a fonte para que as entrevistas sejam objetivas e claras. III. Peça a leitura antecipada da matéria que o jornalista realizou do assessorado. IV. Alimente ininterruptamente a imprensa com o maior número possível de releases para mantê-la informada.
Está correto o que consta APENAS em
( ) Se porventura ocorrer um desentendimento entre um assessor de imprensa e um jornalista, é papel da assessoria de comunicação se reportar ao editor ou proprietário do veículo para que o problema seja solucionado.
( ) Uma das funções da assessoria de imprensa é organizar entrevistas coletivas, que devem ser solicitadas somente se o assunto tiver realmente interesse público.
( ) A assessoria de comunicação deve agir como um facilitador, interlocutor e mediador nas relações do jornalista com a instituição e as fontes.
( ) A assessoria de imprensa deve produzir cursos de capacitação que desenvolvam midia training, ou seja, um treinamento, na tentativa de otimizar o contato das fontes da empresa com a mídia.
Assinale a sequência CORRETA.
No último caso, o principal cuidado para que a palavra ganhe realce, mas o texto não perca fluência, é:
“O abandono em que se encontram inúmeras praças públicas da Cidade pode se transformar num dos primeiros grandes desafios a serem vencidos pelo futuro prefeito de Mogi, Marcus Melo (PSDB), logo após assumir o comando administrativo da Prefeitura, em janeiro do próximo ano.”
Esse texto é parte de uma matéria não assinada. Foi publicado em 04 de novembro de 2016, em O Diário.
Pelas suas características, é correto afirmar que se trata de
Em 2014, Rogerio Christofoletti e Guilherme L.Triches publicaram uma pesquisa, na Revista Famecos, discutindo um conceito que se apresenta como alicerce de trinta códigos de ética de jornalistas de todo o mundo. Nas considerações finais do trabalho, os autores afirmam que esse conceito representa um valor que é “evocado para sustentar ações, para legitimar práticas e, também, para transgredir normas autoimpostas”. Ele justifica o poder do jornalista em “violar a privacidade alheia, revelar identidades protegidas, publicar informações sobre pessoas mortas, quebrar confidencialidades, pagar por informações, mentir sobre a própria condição de jornalista, gravar áudio e vídeo sem autorização”.
Os autores pesquisaram a relação da ética jornalista com
Uma mulher em Camocim, no litoral oeste do Ceará, chamou atenção neste feriado de finados por um sonho inusitado: celebrar, em vida, o próprio velório. O proprietário da funerária conta que a mulher tentava realizar o desejo há pelo menos cinco anos, mas até então havia sido negado. Neste ano, porém, ele concordou, e, nesta quarta-feira (2), o velório de Vera Lúcia Araújo Silva aconteceu, com direito a caixão, flores e maquiagem.
(G1-CE)
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