Questões de Concurso
Sobre principais teorias e escolas em jornalismo
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Ortega y Gasset, 1930, p. 8. In: Mauro Wolf.
Teorias das Comunicações de Massa.
A visão da massa como reduto de ignorantes permeou, sobretudo, a visão da teoria
Mauro Wolf. Teorias das comunicações de massa.
São Paulo: Martins Fontes, 2008.
A esse setor da população, que influencia os demais, Paul Lazarsfeld, Bernard Berelson e Hazel Gaudet deram o nome de
Walter Benjamin, em seu texto A obra de arte na era da reprodutibilidade técnica, defende que “com a reprodutibilidade técnica, a obra de arte se emancipa, pela primeira vez na história, de sua existência parasitária, destacando-se do ritual. A obra de arte reproduzida é cada vez mais a reprodução de uma obra de arte criada para ser reproduzida. (...) No momento em que o critério da autenticidade deixa de aplicar-se à produção artística, toda a função social da arte se transforma. Em vez de fundar-se no ritual, ela passa a fundar-se em outra práxis: a política”.
Benjamin, um dos principais teóricos do movimento
que foi chamado de Escola de Frankfurt, ou
Teoria Crítica para alguns pesquisadores, acreditava
na obra de arte produzida em massa e para as
massas como veículo de transformação social, desde
que não estivesse sob o domínio das grandes
empresas capitalistas. Já Adorno e Horkheimer, também
teóricos da Escola de Frankfurt, responsáveis
pela criação do termo indústria cultural, possuíam
uma visão mais crítica da massificação da arte. De
acordo com estes autores, no texto A indústria cultural:
o esclarecimento como mistificação das massas,
capítulo do livro Dialética do Esclarecimento, tal crítica
consiste que a indústria cultural:
Em O Narrador, considerações sobre a obra de Nikolai Leskov, Walter Benjamin afirma que:
Cada manhã recebemos notícias de todo o mundo. E, no entanto, somos pobres em histórias surpreendentes. A razão é que os fatos já nos chegam acompanhados de explicações. Em outras palavras: quase nada do que acontece está a serviço da narrativa, e quase tudo está a serviço da informação. Metade da arte narrativa está em evitar explicações.
(In: Obras Escolhidas, v. I − Magia e Técnica, Arte e Política. São Paulo: Brasiliense, 1985, p. 203)
De acordo com este autor, a informação
1. Agenda Setting.
2. Gatekeeping.
3. Newsmaking.
( ) Inclui todas as formas existentes de controle da informação, que podem ocorrer na seleção, codificação das mensagens, difusão, programação etc.
( ) Estabelece-se nos âmbitos da cultura profissional dos jornalistas e da organização do trabalho e seus processos produtivos.
( ) Determina ao público uma relação do que deve ser discutido, posicionado, descrevendo os mass media como projetores da realidade exterior.
A sequência está correta em
Sobre jornalismo colaborativo, a partir das premissas do livro "Webjornalismo – Política e Jornalismo em Tempo Real" – (Borges, 2009), é uma tendência de desenvolvimento da internet enfatizar a troca de informações e a colaboração dos internautas em sites e serviços virtuais.
Está correto afirmar que
“Em menos de dois meses, três realities shows de culinária surgiram na programação brasileira: ‘Master Chef’, ‘Cozinha sob Pressão’ e ‘Chef Ver Mais’. As atrações fazem parte da grade de Band, SBT e RIC TV, respectivamente.”
Percebe-se que os realities shows sobre culinária invadiram a TV aberta, formato já presente na TV a cabo. Portanto, nota-se que há a presença de um conceito que defende a ideia de que os consumidores de notícias tendem a considerar mais importantes os assuntos veiculados na imprensa, sugerindo que os meios de comunicação agendam nossas conversas. Ou seja, a mídia nos diz sobre o que falar e pauta nossos relacionamentos. É correto afirmar que este conceito é conhecido como