Questões de Concurso
Sobre gêneros jornalísticos em jornalismo
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A respeito da sociologia da comunicação, julgue o item seguinte.
Devido à precária transmissão de mensagens pelas linhas detelégrafo, os jornalistas passaram a redigir textos mais curtose objetivos, o que alterou a forma de noticiar.

A imagem mostra uma das possíveis estruturas de leitura do
texto jornalístico na Web. Apesar de guardar semelhanças
em relação ao texto jornalístico tradicional, essa
representação apresenta um fluxo de leitura diferente, que
interliga diversos eixos de navegação. Essa estrutura é
chamada de
O leitor assíduo de jornais sabe que a reportagem tem um título principal, que deve informar sucintamente o fato relevante, um subtítulo (conhecido no jargão como ‘linha fina’).
Thaís Nicoleti. O dilema dos títulos jornalísticos. Folha de São Paulo. Internet: <http://thaisnicoleti.blogfolha.uol.com.br>.
Outro nome possível para a “linha fina” é
Os problemas climáticos que afetaram a atual safrinha de milho no Brasil levaram a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) a realizar um novo corte, e bastante profundo, em sua estimativa para a produção do grão. No décimo levantamento sobre a temporada 2015/16, divulgado ontem, a autarquia diminuiu em quase 7 milhões de toneladas em relação a maio sua estimativa para a safrinha (em fase de colheita).
O tamanho do ajuste na safrinha surpreendeu o mercado. O volume que passou a ser calculado é 21% menor que o previsto inicialmente pela CONAB (54,62 milhões de toneladas) e que a colheita registrada na segunda safra do ciclo 2014/15 (54,59 milhões). Com o corte, a produção total do grão desta safra deve ficar em 69,14 milhões de toneladas, ante 84,67 milhões em 2014/15. A nova estimativa reverberou na bolsa de Chicago, onde os contratos do cereal de segunda posição de entrega (setembro) subiram após o anúncio e alcançaram US$ 3,5375 por bushel. As cotações cederam antes do fim do pregão, e os papéis fecharam a US$ 3,4175.
No mercado doméstico, o ajuste nos números da CONAB pode abreviar a atual tendência de queda dos preços. Desde o início da colheita da safrinha, no começo de junho, as cotações do grão já caíram mais de 20%, conforme o indicador ESALQ/BM&FBOVESPA, para a casa de R$ 41 a saca de 60 quilos.
Quebra da safrinha de milho supera 20%. In: Valor, 8/7/16 (com adaptações).