Questões de Concurso
Sobre gêneros jornalísticos em jornalismo
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Em 2005, é difícil de acreditar que todo e qualquer repórter não carregue, além da caneta e do bloco de papel, uma câmera de vídeo. Que todo e qualquer telejornalista – pelo menos o enorme número de recém-formados – não seja capaz de captar imagens adequadamente. E que o videojornalista – a “equipe” de uma só pessoa – ainda seja visto, com frequência, como uma alternativa barata e de qualidade duvidosa. Constata-se facilmente que o videojornalismo, ou videorreportagem, ainda está longe de ser um modo de produção bem aceito pelas maiores empresas de comunicação do país.
NACHBIN, 2005.
Em menos de 20 anos, a formação e o cotidiano dos jornalistas se alteraram significativamente. Mas, o vídeo-jornalismo não é novidade. A TV Gazeta, de São Paulo, já o experimentava no fim da década de 1980.
A época, quem o praticava era chamado de
Olimpíadas 2024: cerimônia tem Lady Gaga, desfile de atletas e chuva
Pela primeira vez na história dos jogos olímpicos, a abertura é realizada fora de um estádio ou ginásio
Por Raphael Costa e Ana Beatriz Martins
Após dois dias de provas, os jogos olímpicos são abertos oficialmente nesta sexta-feira (26/7). De forma inédita, a cerimônia de boas-vindas às Olimpíadas de Paris 2024 é realizada no Rio Sena. A festa já contou com o show da cantora Lady Gaga e apresentação da delegação brasileira e de outros atletas no Rio Sena sob chuva. A cerimônia também teve apresentações de dança e de uma banda de heavy-metal acompanhada de uma ópera.
Antes do desfile iniciar, um vídeo estrelado por Zinedine Zidane carregando a tocha olímpica abriu a cerimônia. Nas imagens, o ídolo do Real Madrid e da seleção francesa sofre uma série de dificuldades para levar o símbolo dos jogos ao local do início da celebração. Três crianças ajudam o ex-jogador, e levaram a tocha para o local onde estavam as autoridades.
Esse texto é característico de um (a)
Assinale a alternativa que caracteriza o gênero reportagem.
Associe os termos técnicos do jornalismo à sua descrição correta.
Termos:
1 -Lead
2 -Off-record
3 - Nut graf
4 - Dateline
5 - Embargo
Descrições:
A) Informação fornecida à imprensa sob condição de não ser divulgada antes de uma data e horário específicos.
B) Primeiro parágrafo de uma notícia que resume os pontos mais importantes da história, normalmente respondendo às perguntas quem, o que, quando, onde, por que e como.
C) Informações que um jornalista recebe sob a condição de que não sejam atribuídas a uma fonte nomeada ou identificada.
D) Uma frase, geralmente localizada no início de um texto jornalístico, que indica a localização e a data em que a notícia foi escrita ou reportada.
E) Parágrafo dentro de uma matéria jornalística que fornece o contexto essencial, explicando a importância da notícia.
A associação correta é:
A pirâmide invertida, estrutura clássica da notícia, organiza as informações em ordem decrescente de importância, priorizando no lide:
No processo de atendimento à imprensa, após o jornalista solicitar uma entrevista e a fonte mais adequada ser identificada, o próximo passo é:
Sobre os fundamentos éticos do jornalismo, é pertinente a seguinte asserção.
Outro gênero de redação amplamente conhecido é o editorial. Sobre ele, depreende-se apenas:
Um dos gêneros de redação é a crônica. Sobre algumas de suas características, são verdadeiras as afirmações a seguir, afora:
Há diversos tipos de lead que são conceituados de acordo com alguns dos aspectos relacionados à sua consecução. Assim, destaque o conceito que faz referência a uma ideia, uma definição que por si só atrai a atenção do receptor. É mais utilizado em matérias que tratam da notícia de uma nova acepção.
É cada uma das divisões verticais, geralmente padronizadas, de uma página de jornal, separadas por fio de coluna ou canal.
De acordo com a estruturação de textos jornalísticos, assinalar a alternativa que completa corretamente a lacuna abaixo:
O __________ tem por alvo introduzir o leitor na notícia e estimular seu interesse pelo texto. Pressupõe que qualquer texto publicado disponha de um núcleo de interesse, seja este o próprio fato, uma revelação, uma ideia mais significativa de um debate, o aspecto mais curioso de um evento ou a declaração de maior impacto ou originalidade de um personagem.
E um dos gêneros jornalísticos mais utilizados pelo jornalista, utilizado para indicar, relatar um fato ou acontecimento.
Normalmente é mais enxuta que uma reportagem e maior que a nota:
Lucas Malasuerte, de 47 anos, era, a despeito do nome, um sujeito feliz: casado, com dois filhos, casa própria e um bom emprego como ferramenteiro em São José dos Campos, São Paulo. Em janeiro passado, perdeu o emprego; em março, a mulher o deixou, levando os filhos; vendeu a casa em maio, para pagar dívidas. Ontem, Lucas escreveu um bilhete de despedida, enfiou um revólver na boca e se matou, em frente ao guichê do Sine, a agência de empregos do Ministério do Trabalho.
(LAGE, 2015)
Esse tipo de estrutura textual que, nas palavras do autor, “é como um pequeno conto de poucas linhas” é o lead
Peru aprova lei de proteção para macaco encontrado apenas nos Andes peruanos
“Nesta quarta-feira (12), o Congresso da República do Peru aprovou a criação do projeto de lei n° 7559, que visa a proteção e conservação do mono choro de cola amarilla – ou macaco-barrigudo-da-cauda-amarela – e seu habitat. A proposta foi aprovada em sessão única, com uma maioria de 90 votos favoráveis, 22 votos contrários e uma abstenção. O mono choro vive apenas na porção de floresta montanhosa, acima dos 2 mil metros de altitude, no centro-norte do Peru, aos pés da Cordilheira dos Andes”.
Esse trecho é característico de um (a)
“Até a próxima
por Carlos Alberto Kolecza
Na primeira vez foi a iniciativa dos filhos, com ares de ultimato. Não me deixariam engaiolado, o que certamente aconteceria, sem luz, sem água, comida e internet. A síndica me ajudou a compor a mochila de emergência. Um filho agiu confiado no poder de seu muque. O outro, com a mulher, arrebanhou um time de socorristas voluntários e um bote. Ofereceram-se ao caudal sujo que ocupou a rua Augusto Melecchi, no bairro Menino Deus, no segundo dia da primeira enchente.
Estava se formando o coquetel bacteriológico do vômito do rio-lago, resultado inevitável das pestilências obrigado a engolir da manhã à noite. Na horizontal, abraçado aos socorristas, fui depositado no bote sem ter molhado um centímetro da roupa, tinha à minha espera, na praça Estado de Israel, uma médica mineira voluntária, atenta ao protocolo clínico básico.
Estava na primeira etapa da maratona de ansiedade, na verdade medo, desatada por duas enchentes descomunais seguidas. Algo inesperado, para quem tinha um ano na grande enchente de 1941. A esta altura do campeonato, não esperava ver o repeteco. Currículo desprezível diante do infortúnio de dezenas de milhares que perderam tudo e de centenas de mortos.
Na segunda vez, 23 de maio, mesmo cenário, quase em pânico, fui socorrido por uma equipe da Polícia Judiciária do TR-4, reforçada por um voluntariado de Brasília. Até cadeira de rodas no desembarque….Vendo os esguichos efervescentes da boca dos bueiros não tenho mais a certeza de que não pedirei socorro mais uma vez.”
O texto acima é um(a)
Sobre o uso de entrevistas coletivas no atendimento às demandas da imprensa, avalie as seguintes afirmativas.
I. Devem ser usadas quando é necessário reunir jornalistas de
vários veículos, ao mesmo tempo, para passar informações
de interesse público imediato.
II. Os veículos devem enviar compulsória e previamente as
perguntas para a adequada preparação da fonte para a
entrevista.
III. É dispensável fornecer documentos ou recursos visuais
pertinentes ao tema da coletiva aos jornalistas, visto que eles
se interessarão apenas pelas informações exclusivas.
Está correto o que se afirma em