Questões de Concurso
Sobre gênero informativo e opinativo em jornalismo
Foram encontradas 140 questões
A concepção de alfabetização midiática e informacional (AMI) apresentada no texto compreende que o enfrentamento da desinformação requer
I. A enquete e a cronologia pertencem ao gênero interpretativo.
II. A entrevista integra o gênero informativo.
III. A resenha e o dossiê são classificados como formatos pertencentes do gênero opinativo.
IV. O roteiro e o indicador são formatos característicos do gênero utilitário.
V. A história de interesse humano é um formato do gênero diversional.
Quais estão corretas?
Um texto jornalístico cuja principal finalidade é relatar fatos da maneira mais objetiva possível, enquadra-se no gênero:
Analise as afirmativas abaixo quanto aos tipos de entrevistas jornalísticas e suas finalidades.
II. Em entrevistas informativas, o sigilo da fonte pode ser adotado quando há risco de represálias ao informante.
III. Entrevistas opinativas caracterizam-se pela busca de relatos factuais de testemunhas diretas de acontecimentos.
IV. Nas entrevistas opinativas, o jornalista seleciona fontes com autoridade técnica, científica ou institucional sobre o tema abordado.
V. O nome do entrevistado é sempre dispensável nas entrevistas opinativas, pois o foco está no conteúdo técnico.
Estão corretas apenas as afirmativas:
Considerando critérios de redação e estilo da linguagem jornalística, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A urgência e a contingência, inerentes à produção jornalística, condicionam o caráter datado das interpretações, o que reforça o compromisso da atividade com a inteligibilidade imediata dos fatos.
( ) A linguagem jornalística, por essência, explora interioridade e motivações ocultas.
( ) O jornalismo é, sobretudo, um relato de aparências, por isso, constitui um apanhado de superficialidades.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
“A proteção às florestas e a lucidez necessária nos (des)caminhos que trilhamos até aqui”
Por Tienay Costa, pesquisadora e coordenadora do grupo de pesquisa do Observatório da COP30 na Amazônia (OCA)
O 17 de julho, Dia de Proteção às Florestas, é um chamado ético e político para repensarmos a nossa relação com a natureza. Por que proteger as florestas? Como protegê-las? E de quem protegê-las? São as perguntas que norteiam essa breve reflexão. Não quero sugerir respostas universais ou objetivadas, não há manual de salvação ecológica para o planeta e, como educadora, sempre reafirmo a importância de estarmos atentos aos discursos reducionistas e ilusórios que costumam compor o quadro prático de soluções para a Amazônia.
O que sugiro é lucidez. Lucidez para reagir e reconhecer os (des)caminhos que trilhamos até aqui e que nos fazem fracassar em um projeto controverso de humanidade, como bem pontua Ailton Krenak. Estamos diante de uma crise ambiental sistêmica, produzida e sustentada pelo capital, assumir isso constitui um bom ponto de partida. Além disso, a crise que atravessamos não é apenas climática, é política, social, econômica e, enfim, humana; ela se capilariza nos mais diversos campos materiais e imateriais da vida. Como a vida ganha contorno em diferentes espaços e temporalidades, é ingênuo acreditar que o colapso ambiental afeta todas as existências da mesma forma”.
De acordo com a clássica classificação proposta pelo professor Marques de Melo, o texto integra o gênero
Coluna 1
1. Coluna.
2. Dossiê.
3. Reportagem.
4. Notícia.
5. Nota.
Coluna 2
( ) Relato de acontecimento que está em processo de configuração.
( ) Relato integral de um fato que já eclodiu no organismo social.
( ) Relato ampliado de acontecimento que produz impacto no organismo social (antecedentes, desdobramentos de uma fato).
( ) Mosaico estruturado por unidades curtíssimas de informação e de opinião, caracterizando-se pela agilidade e pela abrangência. Cumpre uma função que foi peculiar ao jornalismo impresso antes do rádio e da televisão: o furo.
( ) Mosaico destinado a facilitar a compreensão dos fatos noticiosos. Condensação de dados sob a forma de “boxe”, ilustrado com gráficos, mapas ou tabelas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
“+Admirados Jornalistas Brasileiros premia Kátia Brasil e Lúcio Flávio Pinto
Por Nicoly Ambrosio Publicado em: 01/10/2025 às 12:26
Manaus (AM) – A jornalista Kátia Brasil, cofundadora e editora executiva da Amazônia Real, foi vencedora do primeiro lugar no Prêmio +Admirada Jornalista Brasileira na categoria Região Norte e o jornalista e colunista da agência, Lúcio Flávio Pinto, recebeu o título de Hors Concours do Jornalismo Brasileiro. O anúncio foi feito na cerimônia de comemoração do aniversário de 30 anos do Jornalistas & Cia, empresa organizadora da premiação, que reuniu mais de 400 pessoas, entre jornalistas, profissionais da comunicação e de empresas, na noite de segunda-feira (29/9), em São Paulo. O jornalista Caco Barcellos, da Rede Globo, foi eleito o +Admirado Jornalista Brasileiro de 2025.
Com 35 anos de profissão, Kátia Brasil iniciou sua carreira como estagiária na rádio Tupi e fundou o jornal Folha de Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Em 1990 mudou-se para a Amazônia, onde passou pelas redações dos jornais A Gazeta de Roraima, Amazonas Em Tempo, emissoras de TVs Educativa e Cultura. Em 1997, passou a ser repórter-correspondente de grandes jornais no Norte, entre eles o Globo, Estadão e a Folha de S. Paulo. Em 2013, fundou junto com Elaíze Farias a agência Amazônia Real, a primeira mídia independente e investigativa dirigida por mulheres no Norte do Brasil.
Kátia Brasil, que recebeu a premiação da +Admirada Jornalista do Norte, eleita por votação dos colegas de todo o país, das mãos do correspondente da empresa Jornalistas & Cia no Amazonas, Chris Reis. A editora executiva da Amazônia Real também figurou no prêmio TOP 100 +Admirados Jornalistas da Imprensa Brasileira em 2025 em reconhecimento à sua trajetória no jornalismo investigativo e independente, com foco nas pautas sobre meio ambiente, povos tradicionais e nos direitos humanos na Amazônia. (...)”
De acordo com a classificação proposta pelo professor Marques de Melo, a matéria acima integra o gênero
I. O editorial pode ser baseado em informações obtidas através de uma pauta, mas apresentar a opinião do veículo; a coluna geralmente reflete a visão pessoal do autor.
II. A release enviado por uma assessoria de imprensa pode servir como base para a elaboração de uma pauta, que, por sua vez, pode resultar em reportagem.
III. O comunicado oficial pode ser transformado no informativo interno de uma empresa, assim como pode ser a fonte para a redação de release para a imprensa.
IV. A carta do leitor pode gerar uma pauta para investigação jornalística; o relatório pode fornecer dados para a elaboração de editorial ou coluna.
V. O anúncio publicitário não tem relação com os demais formatos jornalísticos, pois o seu objetivo é exclusivamente comercial e não informativo.
Está correto o que se afirma apenas em
(__)Os gêneros jornalísticos, como o informativo, têm como promessa analisar e repercutir os fatos.
(__)Uma característica do texto jornalístico é a adoção de linguagem simples, como palavras do uso cotidiano.
(__)O gênero de discurso opinativo, em geral, propõe estabelecer opinião sobre um tema proposto de livre dissertação do jornalista.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta:
Coluna 1:
A.Lead e sub-lead. B.Pirâmide invertida. C.Narrativa discursiva e lead juntos.
Coluna 2:
(__)Constitui forma de introdução expressiva do assunto e conteúdo na abertura de um texto jornalístico.
(__)Responde as cinco perguntas: Que, Quem, Quando, Onde, Como (eventualmente, entra o porquê, no jornalismo informativo) e sua estruturação também no segundo parágrafo.
(__)Os dados mais importantes abrem a matéria; depois vêm os detalhes, pormenores.
Assinale a alternativa cuja a sequência da associação, de cima para baixo, esteja correta:
Leia o texto seguinte, publicado pelo jornal Gazeta de Alumínio, no dia 07 de junho de 2024.
“O governador do estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, visitou na quinta-feira (6) as obras de duplicação da rodovia Raposo Tavares (SP-270) na cidade de Alumínio, no trecho de Vargem Grande Paulista a Sorocaba. O investimento de R$ 504,6 milhões gera 5,5 mil empregos e viabiliza a construção de novas pistas e dispositivos viários que vão garantir mobilidade mais segura na região.”
De acordo com as técnicas de redação correntes no jornalismo, trata-se de um texto do gênero