Questões de Concurso
Sobre fontes em jornalismo
Foram encontradas 558 questões
Leia os textos 1 e 2 a seguir.
Texto 1
“Neste novo sistema midiático, da era digital, o receptor também é emissor, com poder e controle sobre o conteúdo. O jornalismo está deixando de ser monopólio do jornalista. O jornalismo tem que descer de seu pedestal, pois não é mais feito de cima para baixo.”
CALMON. MediaOn, 2007. Jornalismo do cidadão – quem és tu? Frederico Correia. p. 11.
Texto 2
“Os jornalistas-cidadãos simplesmente não têm os recursos necessários para nos trazer notícias confiáveis. Falta-lhes não somente expertise e formação, mas relações e acesso à informação. Afinal, um CEO ou um político pode se recusar a colaborar com o cidadão médio, mas seria um tolo caso se recusasse a atender ao telefonema de um repórter ou editor do Wall Street Journal.
KEEN, Andrew. O culto do amador, 2007. p. 49.
Considerando os textos 1 e 2 e com relação ao jornalismo-cidadão, analise as afirmativas a seguir.
I. No texto 1, o autor explicita que o cidadão também pode produzir notícia, compartilhá-la e divulgá-la.
II. No texto 2, o autor aponta que os jornalistas, além do diploma e do conhecimento, têm também notoriedade e facilidade de acesso às fontes.
III. O texto 2 aponta que os jornais convencionais possuem força financeira e credibilidade para obter acesso às fontes.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s):
A RAC − Reportagem Assistida por Computador é, inegavelmente, fruto dos avanços da informática e sua utilização é cada vez maior nas redações de todos os veículos de comunicação. Assim sendo, considere:
I. O seu exercício está marcado pelo uso de planilhas de cálculo.
II. Na coleta de material, desprezam-se as fontes primárias.
III. Lança-se mão, prioritariamente, de bancos de dados.
IV. Navega-se na Internet coletando inúmeras informações.
Sobre a RAC, está correto o que consta APENAS em
Leia atentamente o texto abaixo.
“O conceito de objetividade posto em voga consiste basicamente em descrever os fatos tal como aparecem; é, na realidade, abandono consciente das interpretações, ou do diálogo com a realidade, para extrair desta apenas o que se evidencia. A competência profissional passa a medir-se pelo primor da observação exata e minuciosa dos acontecimentos do dia-a-dia. No entanto, ao privilegiar aparência e reordená-las num texto, incluindo algumas e excluindo outras, colocando estas primeiro, aquelas depois, o jornalista deixa inevitavelmente interferir fatores subjetivos. A interferência da subjetividade nas escolhas e nas ordenações será tanto maior quanto mais objetivo, ou preso às aparências, o texto pretenda ser...”
LAGE, Nilson. Ideologia e Técnicas da Notícia. Florianópolis: Insular, 2001.
Ao ler o texto acima, podemos estabelecer que, na
opinião do autor:
I - Faz parte da rotina do repórter por fornecer informações factuais. II - Valoriza a opinião de especialistas, principalmente em entrevistas exclusivas. III - É possível publicar a informação sem necessariamente citar o entrevistado.
Está correto o que se afirma em