Questões de Concurso
Sobre fontes em jornalismo
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O jornalista deve, nas matérias em off, tomar algumas precauções, como, por exemplo, verificar as informações e avaliar o interesse de quem as forneceu. Como contrapartida, o procedimento de praxe é resguardar o informante, evitando sua exposição.
Em relação à fonte “off the record” (anônima), deontologicamente, é correto afirmar que:
A responsabilidade por produzir efeitos sociais cabe não apenas ao jornalista, mas também às fontes. (CHAPARRO, 1996. In: DUARTE, 2010). Sobre as fontes jornalísticas, considere as seguintes afirmações:
I. As melhores fontes institucionais são as que fornecem aos jornalistas informações genéricas, de forma ampla, oferecendo várias perspectivas ao profissional.
II. As fontes jornalísticas geralmente atuam como representantes de interesses organizados.
III. As fontes devem sempre ser pessoas conhecidas do grande público, pois seu conhecimento e informação dão credibilidade à notícia.
IV. As fontes também podem ter exposição pública regular, por iniciativa e interesse do próprio interessado, por obrigação ou necessidade.
Em relação a essas afirmativas, estão CORRETAS:
Marque V, para verdadeira, e F, para falsa, nas afirmativas abaixo, relativas ao movimento do Jornalismo Público ou Cívico, que tomou forma na década de 1990 nos Estados Unidos, a partir de experiências de engajamento com as comunidades a que atendiam. (ROTHBERG, 2011)
I. O jornalismo público estimula a discussão de meios para a resolução de problemas, mas não deve defender meios específicos para enfrentá-los.
II. A neutralidade não mais persiste como meta para a atividade jornalística, pois o profissional precisa tomar partido, aderindo aos posicionamentos dos veículos em que atua.
III. Uma comunidade mais forte tende a ler mais jornais; enquanto a alienação e a passividade são forças contrárias, relacionadas à diminuição da circulação de jornais.
IV. O jornalismo público considera adequadas as formas tradicionais de relacionamento com as fontes e autoridades, pois os jornalistas fazem parte da elite intelectual e devem extrair conhecimento de quem está no poder.
Em relação a essas afirmativas, a sequência CORRETA é:
Com base na afirmação, assinale a alternativa que corresponde a mecanismos de profissionalização das fontes:
( ) As fontes oficiais são pessoas em função de um cargo público ou que se pronuncie por órgãos mantidos pelo Estado. ( ) As fontes oficiais devem ser ouvidas com prioridade pelo jornalismo na busca de informações de qualidade. ( ) Fontes empresariais são representantes de uma corporação empresarial da indústria, comércio, serviços ou agronegócio. ( ) Fontes populares são pessoas comuns, que são representadas no noticiário como vítimas de determinada situação ou lançam mão de táticas de espetacularização para conseguir visibilidade e reivindicar melhorias no seu cotidiano. ( ) Fontes populares só devem ser ouvidas quando fazem o papel secundário, após a escuta de fontes oficiais, empresariais ou institucionais.
Assinale a alternativa com a sequência correta de afirmações verdadeiras e falsas:
Considere as afirmações sobre os valoresnotícia na abordagem de Mauro Wolf:
I - Importância do indivíduo (nível hierárquico). II - Influência sobre o interesse nacional e número de pessoas envolvidas. III - Impacto econômico nas redações. IV - Relevância quanto à evolução futura.
Assinale a alternativa correta:
I. Seja um facilitador no relacionamento do jornalista com as fontes e a instituição. II. Saiba preparar a fonte para que as entrevistas sejam objetivas e claras. III. Peça a leitura antecipada da matéria que o jornalista realizou do assessorado. IV. Alimente ininterruptamente a imprensa com o maior número possível de releases para mantê-la informada.
Está correto o que consta APENAS em
Armand e Michèle Mattelart (História das teorias da comunicação) revelam que um dos principais pensadores a refutar os postulados da análise funcionalista da comunicação examina o processo televisivo segundo quatro momentos distintos: produção; circulação; distribuição/ consumo; e reprodução. Esse autor defende que a audiência é, a um só tempo, receptor e fonte. Os seus argumentos constam do artigo Encoding/Decoding, publicado em 1973.
O nome do autor do citado artigo é
A Organização das Nações Unidas, por intermédio da Unesco, disponibiliza aos jornalistas, desde 2009, a obra A Investigação a partir de histórias – um manual para jornalistas investigativos. O título procura discutir o papel da imprensa para a liberdade de expressão e a liberdade de informação como elementos indispensáveis para a democracia.
Com relação aos princípios do Jornalismo Investigativo, os autores do título concordam que esse tipo de cobertura midiática
“O dilema do jornalista de educação hoje também se assemelha ao de saúde ou meio ambiente. São todos temas essenciais, e com cada vez mais necessidade de repórteres que tratem esses temas com o mesmo rigor do jornalismo científico e com a mesma sensibilidade de um repórter que trata de temas sociais extremamente relevantes” (GOIS, A. Jornalistas brasileiros organizam congresso pioneiro para fortalecer jornalismo de educação no país.
https://knightcenter.utexas.edu/pt-br/blog/00-18505-jornalistas-brasileiros-organizam-congresso-pioneiro-para-fortalecer-jornalismo-de-edu).
Sobre jornalismo e educação é incorreto afirmar:
Quando um repórter usa a entrevista como recurso de apuração, ele busca: i) informações de alguém que presenciou um fato ou vivenciou uma situação; ii) dados e análises de um especialista que possa discorrer com autoridade sobre um determinado tema ou iii) uma declaração, mesmo que irrelevante, mas centrada na importância do entrevistado.
Quanto aos seus objetivos, essas entrevistas são classificadas, respectivamente, como