Questões de Concurso
Comentadas sobre ética jornalística em jornalismo
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No capítulo III, art.11 do código de ética dos jornalistas brasileiros, o jornalista NÃO pode divulgar informações:
I. Visando o interesse pessoal ou buscando vantagem econômica.
II. De interesse público.
III. De caráter mórbido, sensacionalista ou contrário aos valores humanos, especialmente em cobertura de crimes e acidentes.
IV. Obtidas de maneira inadequada, por exemplo, com o uso de identidades falsas, câmeras escondidas ou microfones ocultos, salvo em casos de incontestável interesse público e quando esgotadas todas as outras possibilidades de apuração.
Estão corretas as afirmativas:
Nota, notícia, reportagem e entrevista são formatos jornalísticos que correspondem ao gênero informativo, produzidos a partir de técnicas que visam à objetividade e à imparcialidade.
O referido código orienta que os jornalistas não devem exercer funções em redação de veículo de comunicação e em assessoria de imprensa ao mesmo tempo, mesmo que em jornadas alternadas, dado o conflito de interesses.
É dever de todo jornalista ouvir o maior número de lados envolvidos antes da divulgação de um fato, exceto no exercício da assessoria de imprensa, dadas as especificidades da área.
No caso do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, o processo de discussão coletiva, que pode levar a alterações no referido Código, só pode ocorrer em congresso nacional da categoria mediante proposta subscrita por, no mínimo, dez delegações representantes de sindicatos de jornalistas.
O papel social do jornalismo foi definido no século XVIII, no contexto do Iluminismo, e permanece o mesmo até hoje: contribuir para o esclarecimento da sociedade. Assim, a definição de boas práticas na área leva isso em consideração acima de tudo.
Os ideais de objetividade e imparcialidade no jornalismo levaram a um conceito próprio de “verdade alternativa”, que se manifesta a partir das versões e dos enquadramentos escolhidos para se apresentar o fato.
A adoção de um texto transparente, comprometido a apresentar o fato como ele é, está na base do ideal de imparcialidade defendido na própria concepção do jornalismo moderno.
A objetividade é encarada no jornalismo como requisito para reduzir as manipulações do texto a partir de um compromisso com a realidade material do fato, transcrita por um texto direto e transparente.
Em data recente, a mídia nacional repercutiu boatos sobre o Zika Vírus, contribuindo assim para gerar pânico coletivo. O papel dos meios de comunicação, sobretudo em situações de risco na área da saúde pública, deveria ser o de abastecer a população com informações de fontes confiáveis, afastando-se, portanto, de reportagens sensacionalistas.
Dentre as diretrizes que o cidadão comum deve observar para detectar conteúdo falso ou incompleto veiculado pela mídia, destaca-se: