Questões de Concurso Sobre comunicação social
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( ) Ao escrever para web, utilize intensamente trocadilhos e piadas prontas para obter um fácil entendimento. ( ) O uso de uma linguagem leve, mas firme, que demonstre mais vibração e objetividade, é recomendado na web. ( ) Deve-se reaproveitar na íntegra todo texto do jornalismo impresso para o webjornalismo, sem fazer adaptações. ( ) Uma linguagem passiva apresenta um bom resultado na web. ( ) O uso de ironia e sarcasmo, por destacar o texto entre os múltiplos conteúdos na web, deve ser empregado em títulos e subtítulos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Em uma assessoria de comunicação, as atividades devem ser realizadas de acordo
com um planejamento, que organiza e prioriza a ordem das atividades segundo diretrizes
estabelecidas junto ao assessorado. Uma etapa muito importante é a ativação. Assinale a alternativa
que descreve o que ocorre nessa etapa.
( ) É percebida como um importante componente para obtenção da eficiência organizacional. ( ) Representa os investimentos em mídias para cada campanha institucional. ( ) É o elemento do branding que conjuga investimentos e esforços de comunicação para reforços de marca. ( ) Na comunicação, também é importante utilizar elementos condicionantes de sinergia. ( ) O uso sinérgico da comunicação para melhorar as condições de ações comunicacionais esclarece e proporciona eficientes sistemas de coordenação, produz respostas imediatas e reduz significativamente os custos dos programas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
“Levantamento realizado pela coluna aponta que a digitalização já atingiu 130 milhões de brasileiros em mais de 1.300 grandes cidades das 62 principais regiões do país. Agora faltam perto de 4.000 municípios menores e mais complexos economicamente. Muitos deles recebem os sinais de TV através de torres, construídas pelas prefeituras. Para o digital, existe a possibilidade de várias emissoras compartilharem a mesma torre e um transmissor único para 4 ou 6 sinais. A questão é que não há recursos para esse investimento, e a lei de responsabilidade fiscal limita a ação das prefeituras. Diferentemente do passado, não é mais permitida a colocação de dinheiro público em torres de televisão. A proposta da radiodifusão é usar parte do R$ 1 bi que sobrou da primeira etapa para financiar a conversão no restante do país. Mas o processo está parado. O próprio governo já fala em destinar uma parcela desse valor para o programa de ampliação da internet na Amazônia. O fato é que, diante do colocado, a implantação do digital está momentaneamente paralisada. E não há qualquer informação de quando e em quais condições será restabelecida.” (Disponível em: <https://tvefamosos.uol.com.br/colunas/flavio-ricco/2019/09/04/instalacao-do-digital-esta-parada-e-ninguem-sabe-quando-sera-retomada.htm>. Acesso em 15.set.2019)
De acordo com o texto dado, é CORRETO afirmar que: I– A ampliação da TV digital está paralisada porque o Governo pretende destinar a verba da radiofusão na ampliação da internet na Região Norte. II– Mais de dez anos depois da primeira transmissão oficial de televisão digital no Brasil, o País ainda passa por obstáculos em implantar o sistema em regiões consideradas remotas e de pouca visibilidade econômica. III– A Lei de Responsabilidade Fiscal proíbe uso de recursos municipais na ampliação do sistema digital de radiofusão porque a ação é de responsabilidade do Governo Federal.
“Organização sem fins lucrativos que permite o compartilhamento e uso do conhecimento através de instrumentos jurídicos gratuitos. Suas licenças de direitos autorais livres e fáceis de usar fornecem uma maneira simples e padronizada, que permite ao público a permissão para compartilhar e utilizar o seu trabalho criativo – sob condições de sua escolha. Estas licenças não são contrárias aos direitos de autor. Elas funcionam complementarmente aos direitos autorais e permitem que o próprio autor modifique seus termos de direitos autorais para melhor atender às suas necessidades.”
A que organização o texto dado faz referência?
Sobre a comunicação pública no Brasil é CORRETO afirmar que:
I– Nasceu como radiodifusão educativa na década de 1960, fazendo tele-educação. II–Durante o período da ditadura, consolidou-se a organização do sistema com uma estrutura nacional, a Radiobrás, e uma rede de emissoras estatais comandada pela TVE-RJ e, depois, pela TV Cultura. III– Nos anos 2000 foi aprovada a Lei 11.652/2008, que criou a EBC. IV– O modelo de financiamento brasileiro vem do repasse de recursos oriundos da taxação de operadoras privadas de comunicações.
I– A concentração desproporcional de veículos de comunicação mantém as outras regiões dependentes dos grandes grupos localizados na Região Sudeste. II– Por “afiliada”, entende-se um veículo de comunicação com conteúdo autossuficiente, independente de cabeças-de-rede. III– Por “cabeça-de-rede” entende-se a emissora líder da cadeia de rádio, TV ou outro veículo de comunicação, também conhecida como geradora. IV– Grandes conglomerados de comunicação exercem pressão sobre o governo com o fim de evitar a limitação, por lei, da propriedade de muitos veículos midiáticos por um mesmo grupo.
Respeitando-se a legislação em vigor, a precedência entre as bandeiras Nacional Brasileira, do Estado de São Paulo e do Município de São José do Rio Preto, na correta disposição em auditório com plateia é:
Não podemos negar que a internet tornou-se um dos principais meios para a disseminação de informações. Em 2018, a rede cruzou a marca de 4 bilhões de usuários. Mais da metade da população mundial está conectada a ela. Este ano, o consumo diário de mídia online passará o de TV. A tendência é que a diferença se acentue nos próximos anos.
Graças às redes sociais e as plataformas de comunicação instantânea, a distância entre as pessoas diminui drasticamente. Já a velocidade de disseminação de informação aumentou de maneira brutal. Quando uma informação – um meme, ou uma notícia – cai na malha, ela é rapidamente replicada e enviada a outros pontos da rede. Quantas vezes não recebemos a mesma mensagem em diferentes grupos de Whastsapp ou vemos aquela notícia repetidas vezes no Twitter e no Facebook?
Mas não é só a escala e a velocidade da internet que são fatos novos. Ao contrário de seus predecessores – TV e rádio –, a internet está ao alcance de todos. Qualquer pessoa pode usá-la para disseminar suas ideias a milhões. Por outro lado, foi possível dar voz a milhares de pessoas que não eram representadas e que agora têm como lutar por seus direitos. Do outro, colocamos um canhão nas mãos dos que usam a desinformação como ferramenta.
Em 2016, na campanha para a eleição presidencial dos EUA, vimos o surgimento do termo “fake news”. Notícias bem elaboradas, com cara de autênticas, mas que não eram verídicas e foram desenhadas para propagar determinada linha de pensamento. Elas sempre existiram, mas nunca alavancadas com uma plataforma como a internet. Com elas, o arsenal de guerra na era da informação ganhou uma arma de alto calibre.
Agora, com a popularização da inteligência artificial, as “fake news” estão passando por um processo bem perigoso. Uma das maneiras de combater as notícias falsas era a de trazer ao público evidências claras da manipulação, como imagens, vídeos e áudios que pudessem tirar qualquer dúvida. Porém, ferramentas de síntese computacional estão dando origem ao que chamamos de “deep fakes”, deixando as “fake news” ainda mais robustas. Como os “deep fakes”, é possível, a partir de imagens e vídeos reais, gerar novas imagens e vídeos que colocam as pessoas do material original fazendo coisas que não acorreram – a troca do rosto de uma pessoa por outra, a criação de uma fala completamente fictícia e até a de rostos realistas, mas de pessoas que não existem.
Esse tipo de manipulação já acontecia. As técnicas, porém, custavam caro, levavam tempo para serem produzidas e a qualidade final não era tão boa. Agora, tudo é feito de maneira cada vez mais automática. Todos sabem que já passou da hora de não acreditar em tudo que se lê e recebe pela internet. Agora é bom deixar de lado o “só acredito vendo”.
(Por Manuel Lemos – O Estado de São Paulo. Disponível em: https://link.estadao.com.br/noticias/geral,a-era-dadesinformacao,70002915133. Acesso em: 10/06/2019.)
De acordo com o texto, a internet pode se tornar uma arma de guerra poderosa, porque:
O desenvolvimento do webjornalismo audiovisual divide‐se em duas fases: a primeira marcada pela mera transposição de conteúdo da TV para sites na Internet; e a segunda marcada pelo desenvolvimento das webTVs, com projetos editoriais dirigidos exclusivamente para a web.