Questões de Concurso Comentadas sobre comunicação social
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O desenvolvimento de roteiro de programas jornalísticos estrutura-se em duas etapas. Em um primeiro momento, realiza-se um roteiro para a obtenção de imagens e conteúdos sugeridos. Em seguida, elabora-se um roteiro técnico com o objetivo de ordenar o material gravado e o conteúdo captado ao vivo.
O desenvolvimento das histórias, a estrutura das ações, a criação e a definição das personagens são elementos constitutivos do enredo de programas como telefilmes, seriados, minisséries e filmes institucionais.
O roteiro de um programa relaciona-se diretamente com a sua edição, visto que nele constam orientações acerca de como devem ser estruturadas as imagens e os sons gravados e do estilo a ser usado na montagem final.
A lei de regência impõe às prestadoras de serviços de televisão — seja por assinatura, seja de canais abertos — o dever de disponibilizar, em suas áreas de prestação de serviço, canais de programação e distribuição para serem utilizados pela EBC na divulgação de conteúdos da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, do Supremo Tribunal Federal e da emissora oficial da Procuradoria-Geral da República.
A EBC, consoante a lei que a criou, conta com uma Ouvidoria, presidida pelo ouvidor-geral, a quem compete exercer a crítica interna e externa da programação produzida ou veiculada pela empresa, em especial, no que se refere ao respeito aos princípios e objetivos dos serviços de radiodifusão pública. Durante o seu mandato, de dois anos, o ouvidor somente perderá o cargo por decisão do diretor-presidente da EBC, após aprovação do Conselho de Administração, por renúncia ou por decisão judicial definitiva.
A tipologia de classificação de indicadores sociais quanto ao ente indicado divide os indicadores em indicador-insumo, indicador-produto e indicador-processo.
Indicador social é uma medida sempre qualitativa, dotada de significado normativo legal e usada para operacionalizar uma política pública substantiva.
Em caso de reportagens gravadas, as próprias respostas do entrevistado apontam para possíveis pontos de cortes para a edição; ganchos de separação das falas; enfoque para gravação de “cabeça”; uso, ou não, de sonoplastia; e, ainda, a gravação de um “pé”.
Fade in e fade out, antigos recursos provenientes do cinema e ainda hoje usados em televisão, servem, respectivamente, para a introdução e o desaparecimento de imagens.
A nota coberta, que pode ser gravada ou apresentada ao vivo, é lida pelo apresentador em função de imagens que mereçam ser divulgadas.
Denomina-se cabeça a abertura de uma matéria, lida, em TV, pelo apresentador, tanto para introduzir um assunto quanto para apresentar, em seguida, o relato de um repórter.
Ao gravar um off para a televisão, o repórter deve entrosar-se com o câmera, para que a narração da notícia mantenha alguma coerência com as imagens gravadas pelo cinegrafista e não sejam confundidas posteriormente, no processo de edição.
As deixas iniciais e finais correspondem às assinaturas musicais que caracterizam um programa ou noticiário de rádio, especialmente nos momentos de abertura ou encerramento dessas apresentações.
Em caso de reportagens ao vivo, o repórter tem de exercer o controle da situação, apresentar ao vivo a “cabeça da matéria”, realizar a entrevista e ainda finalizar a matéria com um “pé”; tudo isso, sem perder de vista o tempo estipulado para a sua entrada no radiojornal.
A faixa de horário de uma emissora pode ser dividida em manhã, tarde, noite e madrugada.