Questões de Concurso Comentadas sobre comunicação social
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A favor da não arbitrariedade das imagens, Gombrich (1981) afirma que a evolução da natureza programou o ser humano, biologicamente, de tal forma que ele teve de aprender o que é vantajoso para sua vida e sobrevivência. Como ocorre com os animais, a sobrevivência do ser humano também depende de coisas e signos reconhecíveis. Fomos programados a procurar objetos que são necessários a nós e cujas configurações nos agradam mais do que outras.
Adaptado de SANTAELLA, L. Redação publicitária digital. Curitiba: Intersaberes, 2017.
A partir da afirmação de Santaella, na comunicação, a correlação entre texto e imagem pode ser descrita como:
O público-alvo da comunicação de uma empresa é formado por todos aqueles que compõem seu ambiente mercadológico, ou seja: clientes, distribuidores, fornecedores, colaboradores, acionistas, imprensa, governo e seus diversos escalões, comunidade, academia, igreja, ONGs, organismos internacionais etc. Com eles a empresa tem muito a tornar comum, a compartilhar, já que todo esse público influencia, direta ou indiretamente, suas ações no mercado.
Yanaze, M. H. Gestão de marketing e comunicação: avanços e aplicações. São Paulo: Saraiva, 2011.
Considerando os diferentes públicos de uma empresa, a elaboração de um plano de comunicação pode ser orientada por múltiplos objetivos. Três desses objetivos são:
O posicionamento de marca mais forte é construído ao redor de crenças e valores simbólicos do consumidor.
Kotler, P.; ARMSTRONG, G. Administração de marketing. São Paulo: Pearson, 2015.
Tendo em vista a afirmação dos autores, no momento da criação das marcas, as organizações precisam tomar decisões acerca dos seguintes aspectos:
Plano de marketing é o documento que resume o planejamento, ou seja, é o processo de intenso raciocínio e coordenação de pessoas, recursos financeiros e materiais cujo foco é a verdadeira satisfação do consumidor. Em outras palavras, visa ajudar o consumidor a se sentir um pouco mais feliz e, em consequência, gerar resultados positivos para a organização e a sociedade.
Ambrósio, V. Plano de marketing passo a passo. São Paulo: Pearson, 2012.
De modo a contemplar a descrição feita no texto, um plano de marketing deve conter as seguintes
partes:
O trabalho de gestão de mídias sociais estimula que o público se manifeste favoravelmente à marca. O movimento de fãs comunicando sobre a marca, a ponto de esclarecer às demais pessoas, é denominado de:
O bom assessor tem muito de um bom repórter. Apura criteriosamente informações sobre o assessorado, busca dados que compõem uma notícia, procura fontes confiáveis (dentro e fora da organização, se for necessário) para averiguar a abordagem que tem em mente. Na hora de divulgar, tem a função de ajudar seu assessorado a identificar se o fato que ele quer ver divulgado é de interesse público e, assim, passível de se tornar objeto de matéria. Caso não seja, o tema não deve ser levado à mídia.
Mafei, M. Assessoria de imprensa: como se relacionar com a mídia.
São Paulo: Contexto, 2012.
De acordo com Mafei, o conhecimento de jornalismo contribui para a seguinte caraterística do assessor de imprensa:
Valendo-se do ensino de técnicas e posturas, além de passar alguns conceitos sobre como se configura a mídia e quais são as circunstâncias que envolvem a relação com jornalistas, trabalha-se para preparar os executivos para atuarem como fontes confiáveis da organização.
Curvello, J. J. Legitimação das assessorias de comunicação nas organizações.
In: Duarte, J. (Org.). Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia.
São Paulo: Atlas, 2018.
Com a valorização cada vez maior da reputação das fontes, instituiu-se a atividade específica conhecida como media training.
Tornando por base a descrição de Curvello, media training se caracteriza como um treinamento que tem por finalidade:
Os públicos estão cada vez mais autônomos e não apenas consomem como também produzem e são curadores de conteúdo. As fontes tradicionais têm a capacidade de dialogar diretamente com os interessados, sem participação da imprensa, o que desloca o papel do antigo assessor para o de estrategista e gestor dos processos de interação e informação dos públicos. Há cada vez mais certeza de que é mais importante falar com o público certo do que tentar falar com todos.
Adaptado de Seabra, R. Produção da notícia: a redação e o jornalista.
In: Duarte, J. (Org.). Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia.
São Paulo: Atlas, 2018.
Considerando as transformações apontadas no texto, uma atribuição nova do assessor de
imprensa é:
Dentre os múltiplos significados da expressão comunicação pública, é possível encontrar um ponto comum de entendimento que é aquele que diz respeito a um processo comunicativo que se instaura entre atores na esfera pública com o objetivo de informar para a construção da cidadania.
BRANDÃO, E. P. Conceito de comunicação pública. In: DUARTE, J. (Org.)
Comunicação pública: Estado, mercado, sociedade e interesse público. São Paulo: Atlas, 2012.
Além de representantes da esfera econômica, a comunicação pública também reúne atores dos
seguintes segmentos:
Sobre a comunicação organizacional no contexto das tecnologias, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) No contexto das tecnologias da comunicação e informação, diferentes sujeitos e atores sociais podem disputar expressividade e visibilidade com as organizações. Nessa conformação, “estar visível” e “dizer de si” torna-se fundamental para Comunicação Organizacional Estratégica. Dessa forma, o simples fato de estar no centro da cena já garante às organizações uma imagem-conceito positiva.
( ) Os processos colaborativos de Comunicação Organizacional, especialmente os que empregam tecnologias de comunicação e informação para dar visibilidade a conhecimentos e informações de trabalhadores podem ser usados tanto para a colaboração como para a vigilância sobre as pessoas.
( ) A automatização de relacionamentos entre as organizações e seus públicos, tende a agilizar e facilitar o percurso do cliente com as empresas, assim como impõe cada vez mais preocupação, por parte das organizações e dos profissionais de relações públicas, no que diz respeito aos meios, formas e velocidade com que os usuários (públicos) querem ser tratados.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
O constante crescimento das novas mídias tem alterado a relação dos meios de comunicação com seus públicos. Analise essas mudanças para a televisão e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas nas assertivas a seguir.
( ) Na lógica da radiodifusão, uma audiência presumida e mensurada (classificada por idade, sexo, classe social, etc.) é "vendida" para os anunciantes de TV, público que é chamado de "excedente".
( ) A programação de televisão vem passando por uma mudança de paradigma, de um modelo baseado no compromisso da audiência, que tinha hora marcada para assistir a um programa; para um modelo baseado no engajamento, no qual a audiência pode acessar o conteúdo a qualquer hora.
( ) O novo modelo de audiência corresponde a um público mais fragmentado, propenso a propagação de conteúdos de mídia.
( ) A cultura do engajamento facilita o surgimento de narrativas transmídia, que é uma forma de manter os telespectadores sempre ocupados falando sobre o conteúdo da mídia.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
A pauta é o ponto de partida para o trabalho jornalístico. Ela traz o assunto a ser abordado na reportagem, com sugestões de fontes, o enfoque e possíveis desmembramentos, além de eventuais indicações logísticas, técnicas e de deslocamento. Sobre esse instrumento, relacione a Coluna 1 com a Coluna 2, de acordo com o meio e sua respectiva característica de pauta.
Coluna 1
1. Jornal impresso.
2. Rádio.
3. TV.
4. Online.
5. Assessoria de imprensa.
Coluna 2
( ) A preocupação maior é com a instantaneidade, portanto, entre surgir a pauta e a sua divulgação,
às vezes, é uma questão de minutos.
( ) A pauta exige mais produção, é necessário o deslocamento da equipe de reportagem e há sempre uma preocupação com as imagens.
( ) O pauteiro é uma figura chave, tem a função de planejar a edição do dia seguinte.
( ) A pauta é originada através de um release encaminhado à redação ou mesmo de um contato.
( ) A pauta é mais sucinta e objetiva, focada na produção de notícias.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
A reportagem é o gênero que melhor representa o jornalismo. Seu conteúdo vai além do factual, trazendo mais detalhamento, contextualização e desdobramentos de um acontecimento. Sobre esta técnica de narração jornalística, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A entrevista pode gerar uma reportagem, então, o repórter deve cultivar boas fontes.
( ) A reportagem tem potencial quando o repórter usa uma linguagem complexa, que as fontes técnicas compreenderão.
( ) A apuração é fundamental para verificar a exatidão dos fatos e demonstrar a qualidade da reportagem.
( ) Nas reportagens para TV, as imagens também ajudam a narrar o fato, portanto, o cinegrafista deve gravar sequências longas de imagens, para que o editor tenha muitas opções na hora de editar a matéria.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: